# Benchmarking de eficiência energética por setor no Brasil

> Veja os benchmarks setoriais da EPE e descubra se sua conta de luz está acima da média. Serena Energia ajuda PMEs a reduzir custos com energia solar.

**Published:** 2026-07-08 | **Updated:** 2026-10-31 | **Author:** mihir
**URL:** https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/benchmarking-eficiencia-energetica-setores/
**Type:** post

**Categories:** geracao distribuida

![Benchmarking de eficiência energética por setor no Brasil](https://artigos.srna.co/wp-content/uploads/sites/41/2026/10/1782899708916-8fd9cdd62f08-1024x572.webp)

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## Content

*Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 14 de agosto de 2026*

## Principais lições deste artigo

- Usar benchmarks setoriais da EPE permite que PMEs identifiquem se a conta de luz está acima da média nacional e tomem decisões baseadas em dados.
- Trabalhar com indicadores normalizados como kWh/m², GJ/t e ODEX permite comparações válidas entre empresas de portes diferentes dentro do mesmo setor.
- Concentrar a atenção em transportes e indústria é essencial, porque esses setores lideram o consumo energético no Brasil, com motores elétricos respondendo por grande parte da eletricidade industrial.
- Reduzir custos sem alterar a operação é possível ao contratar créditos de geração distribuída, sem investimento inicial próprio.
- Contar com a Serena Energia, que tem mais de 17 anos de experiência e fazendas solares em 11 estados, permite acessar essa solução em um processo 100% digital, [simule seu desconto em menos de 1 minuto](https://energia.srna.co/?utm_term=benchmarking-eficiencia-energetica-setores&utm_campaign=ai_growth_agent).

## Conceitos-chave: intensidade energética, ODEX, kwh/m² e GJ/t

O [Atlas da Eficiência Energética Brasil 2025](https://pt.scribd.com/document/993506266/Atlas-Da-Eficiencia-Energetica-Brasil-2025) utiliza indicadores normalizados para tornar comparações válidas entre empresas de tamanhos diferentes. Os principais são:

- **Intensidade energética:** relação entre um indicador de energia (tep, kWh, GJ) e um indicador de atividade (m², tonelada, tonelada-quilômetro). Um valor menor indica uma operação mais eficiente.
- **ODEX:** índice agregado de eficiência energética com base em 2005, com valor igual a 100. [Uma queda de 100 para 80 representa um ganho de 20% na eficiência energética do setor ao longo do período analisado.](https://pt.scribd.com/document/993506266/Atlas-Da-Eficiencia-Energetica-Brasil-2025) O EPE calcula o ODEX para os setores industrial, residencial e de transportes.
- **kWh/m²:** métrica padrão para edificações comerciais e de serviços, que indica o consumo de eletricidade por metro quadrado de área construída ou climatizada.
- **GJ/t:** métrica padrão para processos industriais intensivos, como siderurgia e cimento, que indica a energia consumida por tonelada de produto.
- **MJ/t-km (ou tep/t-km):** métrica para transporte de cargas, que representa a energia consumida para mover uma tonelada por quilômetro. [O EPE adota tonelada-quilômetro (t-km) como unidade padrão de atividade no transporte de cargas, o que permite comparações entre modais e corredores.](https://pt.scribd.com/document/832351353/Atlas-da-Eficiencia-Energetica-Brasil)

Esses indicadores formam a base do benchmarking energético. Sem eles, comparar o consumo de um supermercado com o de uma metalúrgica não faz sentido. Com eles, a PME consegue enxergar em qual faixa do setor a própria operação se encontra.

## Panorama por setor: tabela unificada de intensidade energética

Agora que os principais indicadores estão claros, fica mais simples entender como eles aparecem em dados reais de cada setor. A tabela abaixo consolida os principais indicadores setoriais disponíveis nas publicações EPE 2025 e em fontes complementares. Os valores representam referências nacionais e internacionais citadas nas fontes indicadas.

| Setor / Subsetor | Indicador principal | Valor de referência | Fonte |
| --- | --- | --- | --- |
| Siderurgia (global) | GJ/t de aço bruto | [cerca de 21 GJ/t de aço bruto (dados recentes)](https://worldsteel.org/data/world-steel-in-figures/world-steel-in-figures-2026) | World Steel Association |
| Construção civil, energia incorporada (Brasil) | GJ/m² de área construída | 2,39 GJ/m² (média 2026) | Monteplan Engenharia / CECarbon 2026 |
| Supermercados, consumo mensal (pequeno porte) | kWh/mês | [consumo variável conforme o porte](https://dalsun.com.br/energia-solar-em-supermercados-vale-a-pena-entenda-os-custos-e-viabilidade/) | Dalsun |
| Supermercados, consumo mensal (médio porte) | kWh/mês | [entre 15.000 e 50.000 kWh por mês](https://dalsun.com.br/energia-solar-em-supermercados-vale-a-pena-entenda-os-custos-e-viabilidade/) | Dalsun |
| Transportes (Brasil), participação no consumo final | % do consumo final de energia | [33,2% em 2024](https://www.itatiaia.com.br/economia/negocios/eloos/consumo-energetico-saiba-quais-setores-mais-utilizam-energia-eletrica-no-brasil/) | Rádio Itatiaia / BEN 2025 |
| Indústria (Brasil), participação no consumo final | % do consumo final de energia | [31,7% em 2024](https://www.itatiaia.com.br/economia/negocios/eloos/consumo-energetico-saiba-quais-setores-mais-utilizam-energia-eletrica-no-brasil/) | Rádio Itatiaia / BEN 2025 |
| Motores elétricos, participação no consumo industrial | % do consumo elétrico industrial | [68% do consumo elétrico nas fábricas](https://jornal.usp.br/campus/ribeirao-preto/serie-energia-maior-consumidor-de-energia-no-chao-de-fabrica-e-o-motor-eletrico) | Procel / USP |

Os dados de kWh/m² para edificações comerciais em operação, que medem o consumo de uso e não o consumo incorporado, variam bastante conforme o tipo de atividade, o sistema de climatização e a localização geográfica. O EPE publica faixas por tipologia de edificação no Atlas, mas valores específicos por subsetor exigem consulta direta ao relatório completo.

## Qual setor mais consome e por que isso importa para PMEs?

O setor de transportes respondeu por [33,2% do consumo final de energia no Brasil em 2024](https://www.itatiaia.com.br/economia/negocios/eloos/consumo-energetico-saiba-quais-setores-mais-utilizam-energia-eletrica-no-brasil/), com crescimento consistente ao longo das décadas. Esse crescimento está ligado à forte dependência de combustíveis fósseis, já que a maior parte dos derivados de petróleo é destinada ao transporte.

A indústria aparece em seguida no consumo de energia no Brasil, com participação relevante na eletricidade. [O setor industrial responde por quase 40% de toda a eletricidade consumida no país, segundo dados da EPE.](https://jornal.usp.br/campus/ribeirao-preto/serie-energia-maior-consumidor-de-energia-no-chao-de-fabrica-e-o-motor-eletrico) Esse volume se concentra em um tipo de equipamento. Dentro das fábricas, os motores elétricos dominam o consumo, como mostrado na tabela anterior, e respondem por mais de dois terços da eletricidade usada na indústria. Para PMEs industriais, isso indica que qualquer diagnóstico energético deve começar pelos motores.

No comércio, a refrigeração costuma ser o principal ponto de atenção. A eletricidade é o terceiro maior custo operacional dos supermercados brasileiros, atrás da folha de pagamento e dos aluguéis, segundo a ABRAS. Em supermercados de médio e grande porte, [refrigeração e ar-condicionado juntos respondem por mais da metade do consumo total de energia.](https://comerc.com.br/panorama/gestao-de-energia-em-supermercados-reducao-de-perdas)

![Uma mulher sorridente com cabelos cacheados, vestindo uma camisa cinza e saia laranja, posando em uma loja de roupas moderna e organizada, com araras de moda ao fundo.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773101821779-0f4abad542ca.png)**Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.**

Para a PME, o ponto central é entender a composição do próprio consumo. Saber que refrigeração domina o consumo em supermercados, ou que motores dominam em indústrias, orienta onde concentrar o diagnóstico e quais ações priorizar.

## Como PMEs podem usar os benchmarks para decidir ações?

Usar benchmarks de forma prática exige seguir uma sequência simples de passos.

1. **Levantar o consumo atual:** reunir as faturas dos últimos 12 meses e calcular a média mensal em kWh e em reais.
2. **Identificar o indicador de atividade do setor:** usar m² de área para comércio e serviços, toneladas produzidas para indústria ou quilômetros rodados para transporte.
3. **Calcular a intensidade energética da operação:** dividir o consumo médio mensal pelo indicador de atividade correspondente.
4. **Comparar com o benchmark setorial:** usar os valores da tabela ou do Atlas EPE 2025 como referência. Uma intensidade acima da média indica espaço para melhoria.
5. **Classificar as ações por esforço e retorno:** ações que reduzem consumo, como troca de equipamentos, automação e manutenção, exigem investimento e tempo. Ações que reduzem o custo do que já se consome, como a escolha do modelo de contratação de energia, podem gerar resultado sem alterar a operação.
6. **Priorizar pela relação custo-benefício:** para a maioria das PMEs, combinar pequenas melhorias operacionais com a contratação de créditos de energia em geração distribuída costuma gerar retorno mais rápido com menor complexidade.

Empresas que sentem o peso da conta de luz podem dar o primeiro passo com uma simulação simples. Descubra quanto sua empresa pode economizar com a Serena Energia e direcione mais recursos para o crescimento do negócio. [Simule seu desconto em menos de 1 minuto.](https://energia.srna.co/?utm_term=benchmarking-eficiencia-energetica-setores&utm_campaign=ai_growth_agent)

## Reduzir custo sem reduzir consumo com créditos de geração distribuída

Reduzir o custo da energia sem mexer na operação é uma necessidade comum em negócios que dependem de refrigeração, fornos industriais ou sistemas de climatização. Esses equipamentos não podem ser desligados sem impacto direto na receita. Nessas situações, a alternativa é manter o consumo e atuar no valor pago por cada kWh.

A geração distribuída compartilhada segue uma lógica simples. Uma empresa geradora constrói e opera fazendas solares em regiões com alta irradiação. A energia gerada entra na rede das distribuidoras locais. O cliente recebe créditos de energia que são abatidos na conta de luz, o que gera descontos que podem chegar a até 20% sobre o valor da energia consumida.

A geração distribuída oferecida pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. O processo de contratação é 100% digital: o gestor simula o desconto, envia documentos online e assina o contrato de forma digital. Após a conexão, que pode levar até 90 dias, o desconto passa a aparecer na fatura. Não há investimento inicial próprio, não há obra e não há alteração na relação com a distribuidora local, que continua entregando a energia com a mesma qualidade.

![Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773099891614-129fac5550e9.jpg)**Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.**

## Comparação entre instalar painéis próprios e contratar créditos de geração distribuída

Escolher entre instalar um sistema próprio de energia solar ou contratar créditos de geração distribuída exige comparar custo, prazo e riscos.

| Critério | Instalação de painéis próprios | Créditos de geração distribuída (Serena Energia) |
| --- | --- | --- |
| Investimento inicial próprio | Dezenas de milhares de reais | Zero |
| Obras no imóvel | Necessárias, com risco de interrupção da operação | Nenhuma |
| Manutenção | Responsabilidade do proprietário | Responsabilidade da geradora |
| Prazo para início da economia | Após conclusão da obra e homologação | Até 90 dias para conexão |
| Prazo de retorno do investimento | Anos | Não aplicável, porque não há investimento inicial próprio |
| Desconto possível na conta | Variável conforme geração e consumo | Descontos que podem chegar a até 20% |
| Contratação | Processo físico com múltiplos fornecedores | Processo 100% digital, em menos de 10 minutos |

## Riscos e limitações de cada caminho

Instalar painéis próprios envolve riscos que vão além do valor investido. A geração depende das condições do telhado, da orientação do imóvel e da irradiação local. Mudanças regulatórias podem alterar as regras de compensação ao longo do tempo. O prazo de retorno, calculado em anos, pressupõe que o negócio permanecerá no mesmo imóvel e com perfil de consumo semelhante durante todo o período. A manutenção e a limpeza dos módulos geram custos recorrentes que precisam entrar no cálculo de viabilidade.

O modelo de créditos de geração distribuída também tem limitações. A elegibilidade depende da localização da empresa, da área de concessão da distribuidora e do estado de atuação da geradora, além do perfil de tensão, que precisa ser de baixa ou média-baixa tensão. O desconto incide sobre a parcela de energia, não sobre encargos fixos da distribuidora, como taxa de disponibilidade e iluminação pública. O prazo de conexão representa um intervalo entre a contratação e o início da economia. Os contratos têm prazo e condições de cancelamento que precisam ser lidos com atenção antes da assinatura.

Para a PME que não tem capital disponível para imobilizar em infraestrutura e precisa de resultado rápido sem alterar a operação, o modelo de créditos de geração distribuída costuma ser uma das estratégias mais eficazes para reduzir o custo energético.

## Síntese e próximos passos

O benchmarking energético por setor, com base nos dados do [Atlas da Eficiência Energética Brasil 2025](https://pt.scribd.com/document/993506266/Atlas-Da-Eficiencia-Energetica-Brasil-2025) da EPE, oferece à PME um ponto de partida objetivo para avaliar se a conta de luz está acima ou abaixo da média do setor. Indicadores normalizados como kWh/m², GJ/t e MJ/t-km permitem comparações válidas independentemente do porte da operação.

Esse diagnóstico costuma revelar duas frentes de ação. A primeira frente busca reduzir o consumo com equipamentos mais eficientes, automação e manutenção. A segunda frente busca reduzir o custo do que já se consome, por meio do modelo de contratação de energia. Para a maioria das PMEs, a segunda frente tende a ter menor fricção, porque não exige investimento inicial próprio, não altera a operação e gera resultado após o prazo de conexão.

A Serena Energia, que está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, tem mais de 17 anos de história e fazendas solares em 11 estados brasileiros. A empresa oferece esse caminho de forma 100% digital, com fatura única e portal do cliente para acompanhar a economia mês a mês.

![Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100312711-d4c752803c66.jpg)**A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.**

Agora que os benchmarks do setor e as alternativas de contratação estão claros, o próximo passo é quantificar o impacto para o seu negócio. Simule quanto sua empresa pode economizar com a Serena Energia e avalie o ganho potencial na sua margem. [Simule seu desconto em menos de 1 minuto.](https://energia.srna.co/?utm_term=benchmarking-eficiencia-energetica-setores&utm_campaign=ai_growth_agent)

## Perguntas frequentes

### O que é benchmarking de eficiência energética e por que minha PME deveria fazer isso?

Benchmarking de eficiência energética é o processo de comparar o consumo de energia da empresa com referências do mesmo setor, usando indicadores normalizados como kWh por metro quadrado ou GJ por tonelada produzida. Sem essa comparação, o gestor não consegue saber se a conta de luz reflete uma operação eficiente ou um desperdício que reduz a margem. Para uma PME, esse diagnóstico é o ponto de partida para qualquer decisão de redução de custo energético, seja por meio de melhorias operacionais, seja por meio da contratação de créditos de energia em geração distribuída.

### O que é o ODEX e como ele indica a eficiência do meu setor?

O ODEX é um índice calculado pela EPE que mede o progresso da eficiência energética ao longo do tempo, com 2005 como ano-base e valor igual a 100. Uma queda no ODEX indica que o setor passou a consumir menos energia para produzir a mesma quantidade de produto ou serviço. O EPE calcula o ODEX para os setores industrial, residencial e de transportes. Um setor com ODEX de 80 em 2024 se tornou 20% mais eficiente desde 2005. Para a PME, o ODEX do setor mostra o ritmo de melhoria que os concorrentes já alcançaram e o quanto a operação própria pode estar ficando para trás.

### Minha empresa é um supermercado de médio porte. Qual é o consumo esperado e onde posso economizar?

Supermercados de médio porte no Brasil [consomem entre 15.000 e 50.000 kWh por mês](https://dalsun.com.br/energia-solar-em-supermercados-vale-a-pena-entenda-os-custos-e-viabilidade/). Refrigeração e ar-condicionado juntos respondem por mais da metade desse consumo em operações de médio e grande porte. As principais fontes de desperdício incluem temperaturas mal ajustadas, ar-condicionado ligado sem controle fora do horário de pico, compressores e motores com baixa eficiência e equipamentos de refrigeração obsoletos, sem portas ou com vedações comprometidas. Para equipamentos que não podem ser desligados, a alternativa mais direta é reduzir o custo da energia consumida por meio da contratação de créditos de geração distribuída, sem alterar a operação.

### Geração distribuída reduz o consumo de energia ou apenas o custo?

A geração distribuída compartilhada reduz o custo da energia, não o consumo. A empresa continua consumindo a mesma quantidade de eletricidade, entregue pela mesma distribuidora local, com a mesma qualidade. O que muda é que créditos de energia gerada em fazendas solares são abatidos na conta de luz, o que gera descontos que podem chegar a até 20% sobre o valor da energia consumida. Para reduzir o consumo, a empresa precisa de ações complementares, como troca de equipamentos, automação e manutenção preventiva. As duas estratégias são compatíveis e se somam.

### Quais empresas podem contratar créditos de geração distribuída pela Serena Energia?

A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, que operam em baixa ou média-baixa tensão. A cobertura abrange 11 estados brasileiros: Goiás, Pernambuco, Ceará, Bahia, São Paulo, exclusivamente no interior na área de concessão da CPFL Paulista, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Pará, Maranhão e Rio de Janeiro, exclusivamente no interior. A contratação é 100% digital, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem alteração na relação com a distribuidora local. Após a conexão, dentro do prazo mencionado anteriormente, o desconto passa a aparecer na fatura.

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## Citations

- [Limpeza do filtro do ar condicionado para poupar luz](https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/limpar-filtro-ar-condicionado-economizar/)
- [Dicas de eficiência energética para PME: reduza consumo](https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/melhores-dicas-eficiencia-energetica-pme/)
- [Como escolher uma empresa de energia para hotéis em Goiás?](https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/melhor-empresa-energia-hoteis-goias/)
- [Ar-condicionado inverter: quanto economiza e payback real](https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/ar-condicionado-inverter-quanto-economiza/)
- [Como economizar energia com ar-condicionado: guia para PMEs](https://srna.co/artigos/geracao-distribuida/como-economizar-energia-ar-condicionado/)

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