# Benchmarking de custo operacional por setor: referências

> Compare o OPEX da sua empresa com benchmarks setoriais de 2026 e veja como a Serena Energia pode reduzir sua conta de energia.

**Published:** 2026-05-06 | **Updated:** 2026-10-31 | **Author:** mihir
**URL:** https://srna.co/artigos/mercado-livre/referencias-custo-operacional-por-setor/
**Type:** post

**Categories:** Mercado Livre

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## Content

*Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 7 de agosto de 2026*

## Principais lições deste artigo

- Usar benchmarks setoriais de OPEX ajuda controllers e CFOs a identificar desvios de custo e a priorizar ações corretivas com base em dados reais de 2026.
- Tratar a energia elétrica como uma linha crítica do orçamento é essencial, já que ela é uma das mais difíceis de prever e pode chegar a 12% da receita em setores intensivos como química e papel e celulose.
- Separar a conta de energia em consumo, demanda e encargos permite identificar qual componente está fora do padrão e qual ação aplicar para reduzir custos.
- Migrar para o mercado livre de energia cria previsibilidade de preço por 3 a 5 anos e reduz o impacto de bandeiras tarifárias e reajustes anuais da ANEEL.
- Empresas do Grupo A podem reduzir de forma relevante o OPEX com energia, [ao simular as condições de contratação com a Serena Energia.](https://srna.co/fale-conosco/?utm_term=referencias-custo-operacional-por-setor&utm_campaign=ai_growth_agent)

## Por que benchmarks de custo operacional importam para empresas do Grupo A

O custo operacional, ou OPEX, reúne todos os gastos necessários para manter a operação em funcionamento, como pessoal, insumos, manutenção, logística, ocupação e energia elétrica. Na demonstração de resultado, o OPEX aparece abaixo da receita bruta e influencia diretamente a margem operacional. Empresas do Grupo A, conectadas em média ou alta tensão, costumam ter a energia como uma linha relevante das despesas, com peso que varia conforme o setor, o perfil de consumo e o horário de operação.

Usar benchmarks setoriais permite ao controller avaliar se o custo operacional da empresa está alinhado com o mercado, identificar onde estão os desvios e definir quais linhas merecem atenção prioritária. Sem referências externas, o orçamento se torna um exercício interno sem parâmetro de comparação.

A energia elétrica ocupa posição particular nesse contexto. Diferentemente de pessoal ou aluguel, ela combina uma parcela relativamente fixa, como demanda contratada e encargos setoriais, com uma parcela variável, como consumo e bandeiras tarifárias. Os encargos setoriais representam uma parte importante da tarifa e têm crescido em ritmo superior ao da inflação. Isso faz com que mesmo empresas que mantêm o consumo paguem mais a cada ciclo tarifário.

## Como calcular o custo operacional de uma empresa

Calcular o custo operacional segue uma estrutura aplicável a qualquer setor. A fórmula base é:

**OPEX total = pessoal + insumos e matérias-primas + energia elétrica (consumo + demanda + encargos) + manutenção + ocupação (aluguel, IPTU, condomínio) + logística + despesas administrativas e comerciais (SG&A)**

Para expressar o OPEX como percentual da receita líquida, formato mais útil para benchmarking, é preciso dividir cada linha pelo faturamento do período:

**OPEX % receita = (linha de custo ÷ receita líquida) × 100**

Veja um exemplo numérico ilustrativo para uma indústria de médio porte com receita líquida mensal de R$ 5.000.000:

- Pessoal: R$ 1.200.000 → 24,0% da receita
- Insumos e matérias-primas: R$ 1.500.000 → 30,0% da receita
- Energia elétrica, consumo: R$ 180.000 → 3,6% da receita
- Energia elétrica, demanda contratada: R$ 60.000 → 1,2% da receita
- Energia elétrica, encargos e tributos: R$ 40.000 → 0,8% da receita
- Manutenção: R$ 120.000 → 2,4% da receita
- Ocupação: R$ 80.000 → 1,6% da receita
- Logística: R$ 200.000 → 4,0% da receita
- SG&A: R$ 350.000 → 7,0% da receita
- **OPEX total: R$ 3.730.000 → 74,6% da receita**

Separar a energia em três sublinhas, consumo, demanda e encargos, é fundamental para o benchmarking. Essa separação mostra qual componente está fora do padrão e qual ação aplicar, como renegociar demanda contratada, reduzir consumo em horário de ponta ou migrar o ambiente de contratação.

## Benchmarks de custo operacional por setor no Brasil para 2026

Os benchmarks a seguir consolidam referências setoriais com base em dados públicos de [EPE](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil), ANEEL, IBGE e associações setoriais. Os valores de OPEX como percentual da receita são faixas de referência, e empresas individuais podem apresentar desvios conforme escala, localização e mix de produtos. A linha de energia aparece destacada em cada tabela para facilitar a comparação.

***Nota metodológica:**** os percentuais de energia como parcela do OPEX refletem o peso relativo da linha energética dentro da estrutura de custos operacionais de cada setor, com base nas fontes citadas. Variações regionais são significativas em função das diferenças tarifárias entre distribuidoras, e *[*projeções da Thymos Energia indicam reajustes distintos entre distribuidoras como Neoenergia Pernambuco, CPFL Paulista e Enel Ceará em 2026*](https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/contas-de-luz-vao-subir-ate-o-triplo-do-ipca-em-2026/)*. As tabelas a seguir mostram como a energia se posiciona dentro da estrutura de custos de cada setor e ajudam a identificar se a linha energética está acima da faixa de referência e quanto isso representa em margem perdida.*

### 1. Indústria de alimentos e bebidas

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Insumos e matérias-primas | 40–55% | Maior linha do setor |
| Pessoal | 10–18% | Inclui encargos trabalhistas |
| **Energia elétrica (total)** | **3–8%** | **Linha relevante, com refrigeração e processos térmicos como maiores consumidores** |
| SG&A | 8–14% | Inclui logística de distribuição |

### 2. Varejo alimentar (supermercados e atacadistas)

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| CMV (custo de mercadoria vendida) | 68–75% | [GPA reportou COGS de cerca de 72,3% no quarto trimestre de 2025](https://roic.ai/quote/PCAR3.SA/transcripts/2025-year/4-quarter) |
| SG&A | 16–20% | Inclui despesas administrativas e comerciais |
| **Energia elétrica (total)** | **Parte relevante do SG&A** | **Refrigeração e climatização são os principais vetores de consumo, e a energia figura entre os maiores custos operacionais do varejo, segundo EDP Brasil** |
| Pessoal | 8–13% | Inclui operação de loja e logística interna |

### 3. Indústria química e petroquímica

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Insumos e matérias-primas | 45–65% | Alta dependência de derivados de petróleo |
| **Energia elétrica (total)** | **5–12%** | **Processos eletroquímicos e compressão elevam o peso energético, com referência no **[**Atlas da Eficiência Energética, EPE**](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil) |
| Pessoal e manutenção | 10–18% | Alta especialização técnica |
| SG&A | 6–12% |  |

### 4. Transporte rodoviário de cargas

| Linha de custo | % do OPEX total (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Diesel | cerca de 35% | [NTC & Logística em 2026 indica que o diesel representa em média 35% do OPEX das transportadoras](https://noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/420748-frete-nao-acompanha-custo-e-transportadoras-operam-no-limite-em-2026.html) |
| Pessoal (motoristas e operação) | 25–35% | Inclui encargos e benefícios |
| **Energia elétrica (instalações e pátios)** | **Parte relevante das despesas fixas** | **Menor peso que o diesel, mas sujeita aos mesmos reajustes tarifários anuais** |
| Manutenção de frota | 10–18% | [Condições das rodovias geraram consumo adicional de 1,2 bilhão de litros de diesel em 2025, segundo CNT](https://noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/420748-frete-nao-acompanha-custo-e-transportadoras-operam-no-limite-em-2026.html) |

### 5. Agronegócio (processamento e beneficiamento)

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Insumos agrícolas e matérias-primas | 40–60% | Alta exposição a commodities internacionais |
| **Energia elétrica (total)** | **Parte relevante das despesas operacionais** | **Irrigação, secagem de grãos e câmaras frias são os maiores vetores, com referência no **[**Balanço Energético Nacional, EPE**](https://epe.gov.br/en/publications/publications/brazilian-energy-balance) |
| Logística e armazenagem | 8–15% | Forte sazonalidade na safra |
| Pessoal | 8–14% |  |

### 6. Setor hoteleiro e hospitalidade

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Pessoal | 30–40% | Maior linha do setor |
| **Energia elétrica (total)** | **Parte relevante das despesas operacionais** | **Climatização, aquecimento de água e iluminação contínua elevam o consumo, com referência no **[**Atlas da Eficiência Energética, EPE**](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil) |
| Alimentos e bebidas (F&B) | 15–25% | Varia conforme mix de serviços |
| Manutenção e ocupação | 8–15% |  |

### 7. Indústria de papel e celulose

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Insumos (madeira, produtos químicos) | 35–50% |  |
| **Energia elétrica (total)** | **5–10%** | **Setor de alta intensidade energética, com referência no **[**Atlas da Eficiência Energética, EPE**](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil) |
| Pessoal e manutenção | 12–20% |  |
| SG&A | 6–10% |  |

### 8. Saúde (hospitais e clínicas de médio e grande porte)

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Pessoal (médicos, enfermagem, administrativo) | 40–55% | Maior linha do setor |
| Materiais médico-hospitalares e medicamentos | 15–25% |  |
| **Energia elétrica (total)** | **Parte relevante das despesas operacionais** | **Operação ininterrupta, climatização de precisão e equipamentos de diagnóstico elevam o consumo, com referência no **[**Atlas da Eficiência Energética, EPE**](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil) |
| SG&A e ocupação | 10–18% |  |

### 9. Biocombustíveis (etanol e biodiesel)

| Linha de custo | % do OPEX total (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Matéria-prima (cana, milho, soja) | 50–65% |  |
| **Energia elétrica e vapor (total)** | **Parte relevante das despesas operacionais** | **Referência na **[**nota técnica da EPE sobre investimentos e custos operacionais no setor de biocombustíveis 2026–2035**](https://epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/nota-tecnica-investimentos-e-custos-operacionais-e-de-manutencao-no-setor-de-biocombustiveis-2026-2035-) |
| Manutenção industrial | 5–10% |  |
| Pessoal | 8–14% |  |

### 10. Serviços de tecnologia e data centers

| Linha de custo | % da receita líquida (referência) | Observação |
| --- | --- | --- |
| Pessoal (desenvolvimento, operações, suporte) | 35–55% | Maior linha do setor |
| **Energia elétrica (total)** | **Parte relevante das despesas operacionais** | **Em data centers, a energia pode representar a segunda maior linha de custo, com referência no **[**Atlas da Eficiência Energética, EPE**](https://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/atlas-da-eficiencia-energetica-brasil) |
| Infraestrutura e ocupação | 10–20% | Inclui colocation e conectividade |
| SG&A | 10–18% |  |

## Como usar os benchmarks no planejamento orçamentário

Aplicar os benchmarks no planejamento orçamentário envolve um processo em três etapas que conecta diagnóstico, comparação e priorização.

1. **Mapear o OPEX real por linha:** extrair da demonstração de resultado e dos centros de custo os valores mensais de cada componente, separando energia em consumo, demanda e encargos. Esse mapeamento detalhado permite comparar com precisão os números internos com as faixas de referência setoriais.
2. **Comparar com a faixa setorial:** identificar quais linhas estão acima do benchmark e quantificar o desvio em reais e em pontos percentuais de margem. Essa quantificação mostra o impacto financeiro de cada desvio e alimenta a etapa seguinte de priorização.
3. **Priorizar por impacto e esforço:** concentrar esforços nas linhas com desvio alto e baixo esforço de correção. A energia elétrica frequentemente se enquadra nessa categoria para empresas do Grupo A.

Essa priorização se torna ainda mais urgente quando se considera a imprevisibilidade estrutural da energia no mercado regulado. O principal risco do planejamento orçamentário com energia nesse ambiente é a imprevisibilidade das bandeiras tarifárias. [Uma pesquisa da FNCE (Frente Nacional dos Consumidores de Energia) estima que medidas aprovadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 devem gerar custos adicionais de aproximadamente R$ 985 bilhões nas contas de luz até 2050](https://canalsolar.com.br/en/Electricity-bill-one-trillion-more-government-congress-decisions), com impacto direto sobre consumidores industriais e comerciais. Orçar energia com base apenas na tarifa atual, sem considerar reajustes e encargos crescentes, tende a produzir desvios sistemáticos que reduzem a margem ao longo do ano.

## Energia como alavanca de redução de OPEX sem impacto operacional

Tratar a energia elétrica como alavanca de redução de OPEX é uma alternativa relevante depois de otimizar pessoal, renegociar contratos de fornecimento e revisar processos. Em muitos casos, essa linha permanece fora do controle do gestor financeiro porque, no mercado regulado, o preço é definido pela ANEEL e repassado pela distribuidora local, sem espaço de negociação para o consumidor.

A migração para o mercado livre de energia altera essa lógica. No ambiente de contratação livre, a empresa negocia diretamente o preço da energia com um fornecedor de sua escolha, por meio de contratos bilaterais. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da eletricidade, e os fios, a rede e a estabilidade do fornecimento permanecem sob a mesma gestão. A mudança ocorre no preço pago pela energia contratada.

![Silhueta de várias turbinas eólicas alinhadas ao longo da costa durante um pôr do sol colorido, com reflexos na água.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100471108-28e4661fcca3.jpg)**A exploração de recursos naturais, como os ventos costeiros, é essencial para manter a escala e a sustentabilidade necessárias no Mercado Livre de Energia.**

Essa distinção é relevante para o diretor de operações. A migração não altera a planta, não exige obras, não interrompe a produção e não modifica o relacionamento com a distribuidora local para fins de entrega. A decisão é comercial e contratual, e não operacional.

![Perfil lateral de um trabalhador em um parque eólico, com o sol ao fundo e diversas turbinas eólicas estendendo-se pelo horizonte.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100632793-299cf06b21e0.jpg)**A dedicação de profissionais qualificados no campo é o que garante a eficiência e a disponibilidade constante da energia limpa que impulsiona os negócios dos nossos clientes.**

## Mercado livre de energia: previsibilidade de preço e redução de oscilações tarifárias

No mercado livre de energia, os contratos bilaterais fixam o preço da energia por períodos em geral de três a cinco anos. Independentemente das bandeiras tarifárias ou dos reajustes anuais da ANEEL, o custo da parcela de energia contratada permanece o definido em contrato. A parcela de distribuição, que, como visto, permanece com a distribuidora local, continua regulada e sujeita a reajustes, mas a componente de energia passa a ser previsível.

![Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100501762-78f6158fcf2d.png)**A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.**

Para o controller, essa previsibilidade permite orçar a linha de energia com maior precisão para os próximos anos e reduzir o principal fator de erro no planejamento financeiro de longo prazo.

Como mencionado anteriormente, empresas do Grupo A são elegíveis para migrar. Não há consumo mínimo além dessa classificação.

![Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100584610-8f5fe0a614ab.jpg)**O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.**

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e atuação em todo o Brasil. No mercado livre de energia, a Serena Energia atua majoritariamente com energia eólica. A empresa oferece migração gerenciada, consultoria energética e gestão da energia sem custo adicional para clientes sob sua gestão, conduzindo todo o processo burocrático, da notificação à distribuidora até a representação perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Após a conclusão da migração, que segue o prazo regulatório de seis meses, o cliente passa a operar no mercado livre de energia e conta com um consultor dedicado para acompanhamento contínuo.

![Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100565842-b9b8a2b63c45.jpg)**A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.**

[Quer reduzir o peso da energia no seu OPEX? Fale com a Serena Energia e avalie as condições de migração da sua empresa para o mercado livre de energia.](https://srna.co/fale-conosco/?utm_term=referencias-custo-operacional-por-setor&utm_campaign=ai_growth_agent)

## Perguntas frequentes

### O que é custo operacional e como ele se diferencia de despesa?

O custo operacional, ou OPEX, reúne todos os gastos diretamente relacionados à manutenção da operação, como produção, pessoal operacional, energia, manutenção, insumos e logística. Despesas, em sentido estrito, incluem itens como juros, depreciação e amortização, que não fazem parte do OPEX. Na prática do benchmarking empresarial, o OPEX costuma ser expresso como percentual da receita líquida para permitir comparações entre empresas de portes diferentes dentro do mesmo setor.

### Como a energia elétrica aparece no OPEX de uma empresa do Grupo A?

Para uma empresa do Grupo A, consumidora de média e alta tensão, a conta de energia é composta por três blocos principais: a parcela de energia, que corresponde ao consumo em kWh, a parcela de demanda contratada, que representa a reserva de capacidade na rede, e os encargos setoriais e tributos. No benchmarking, é recomendável separar esses três componentes, porque cada um responde a ações diferentes. A parcela de energia é a que pode ser negociada no mercado livre de energia, enquanto as demais seguem regulação da ANEEL e da distribuidora local.

### Qual é o prazo para migrar para o mercado livre de energia?

O processo de migração segue um prazo regulatório de seis meses, contado a partir da notificação formal à distribuidora local. Durante esse período, a empresa permanece no mercado regulado, e a economia passa a aparecer a partir da primeira conta de luz após a conclusão da migração. A Serena Energia conduz todas as etapas do processo, incluindo o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

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## Citations

- [Migração para o mercado livre de energia: quanto tempo leva?](https://srna.co/artigos/mercado-livre/quanto-tempo-migracao-mercado-livre/)
- [Geração remota renovável: guia decisório para o grupo A](https://srna.co/artigos/mercado-livre/geracao-remota-renovavel-empresas/)
- [Planejamento energético para PMEs: guia prático em 5 etapas](https://srna.co/artigos/mercado-livre/planejamento-energetico-pmes-guia-pratico/)
- [Previsibilidade de tarifas no mercado livre de energia](https://srna.co/artigos/mercado-livre/previsibilidade-tarifas-mercado-livre-energia/)
- [Alternativas para hotéis no mercado livre de energia](https://srna.co/artigos/mercado-livre/melhores-alternativas-enel-hoteis/)

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