Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Reduzir custos operacionais exige visibilidade detalhada de todas as despesas para identificar oportunidades reais sem comprometer a operação.
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A migração para o mercado livre de energia é uma das estratégias de maior impacto, oferecendo economia relevante e previsibilidade orçamentária para empresas do Grupo A.
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Automatizar processos, renegociar contratos e otimizar estoque e logística gera reduções adicionais significativas nos custos operacionais.
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Combinar eficiência energética interna com a migração para o mercado livre de energia potencializa resultados e contribui para metas de ESG.
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Para implementar essas estratégias com suporte especializado, fale com a Serena Energia.
7 estratégias para otimizar custos operacionais
1. Mapeamento granular de despesas operacionais
O ponto de partida de qualquer programa de redução de custos é ter visibilidade total sobre onde o dinheiro é gasto. A empresa precisa categorizar cada linha de despesa operacional, como mão de obra, insumos, logística, utilidades e manutenção, com nível de detalhe suficiente para identificar anomalias e oportunidades.
Empresas do Grupo A frequentemente descobrem, nessa etapa, que determinadas linhas de custo cresceram de forma desproporcional ao volume produzido. A análise deve ocorrer por centro de custo, por unidade produtiva e por período, o que permite comparações históricas e benchmarks setoriais.
Ferramentas de BI integradas ao ERP reduzem o tempo de análise e facilitam esse mapeamento. Sem esse diagnóstico inicial, iniciativas de redução de custos tendem a ser superficiais ou a focar despesas que não representam os maiores impactos no resultado.
2. Migração para o mercado livre de energia
A conta de energia elétrica costuma representar uma parte relevante das despesas operacionais de empresas do Grupo A. Em setores industriais de alta intensidade energética, como siderurgia, cimento, mineração e papel, a eletricidade pode representar uma parcela significativa dos custos operacionais totais.

No mercado regulado, as empresas ficam sujeitas a tarifas definidas pela ANEEL e a bandeiras tarifárias que encarecem a energia em períodos de escassez hídrica. Esse cenário torna o planejamento orçamentário de longo prazo um desafio constante.
A migração para o mercado livre de energia reduz essa incerteza. A empresa passa a negociar preço, prazo e volume diretamente com um fornecedor, enquanto a distribuidora local permanece responsável pela entrega física da eletricidade. A Serena Energia oferece esse processo de forma gerenciada de ponta a ponta, com economia de até 20% na conta de luz e energia 100% renovável certificada por I-RECs.

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3. Renegociação e consolidação de contratos com fornecedores
Contratos com fornecedores de insumos, serviços e matérias-primas tendem a se tornar obsoletos com o tempo, seja por mudanças no volume de compra, oscilações de mercado ou novas condições competitivas. A renegociação periódica, idealmente anual, permite capturar ganhos de escala, ajustar volumes às necessidades reais e eliminar cláusulas desfavoráveis.
A consolidação de fornecedores, com redução do número de parceiros por categoria, aumenta o poder de negociação e simplifica a gestão administrativa. Para empresas com múltiplas unidades, a centralização das compras em um único contrato corporativo costuma gerar condições mais competitivas.
Incluir cláusulas de revisão periódica e flexibilidade de volume nos novos contratos é uma prática importante, principalmente em categorias sujeitas a oscilações de preço.
4. Automação de processos operacionais e administrativos
Em 2026, automação, IA generativa, IoT industrial e integração com ERP, MES e EAM aumentam a eficiência operacional em ambientes industriais e logísticos, com agentes de IA executando tarefas dentro de fluxos de trabalho governados por regras de negócio.
Automatizar processos repetitivos, como aprovações, faturamento, controle de estoque e agendamento de manutenção, reduz retrabalho, diminui erros e libera equipes para atividades de maior valor. O uso de IA para análise de dados e geração de relatórios operacionais, combinado com agentes que classificam demandas e executam tarefas automaticamente, apoia programas de redução de custos de 15% a 20% sem ruptura operacional.
A integração entre sistemas e ativos físicos por meio de IoT industrial permite monitoramento preditivo de máquinas, o que reduz paradas não planejadas e custos de manutenção corretiva.
5. Gestão ativa de estoque e logística
Estoques superdimensionados imobilizam capital e geram custos de armazenagem, obsolescência e seguro. A adoção de metodologias como just-in-time, curva ABC e reposição automática baseada em dados de consumo real reduz o capital de giro comprometido com estoque sem aumentar o risco de ruptura.
Na logística, revisar rotas, consolidar cargas e negociar contratos de frete por volume são alavancas diretas de redução de custo. Empresas com operações em múltiplos sites podem obter ganhos adicionais ao centralizar a gestão logística e padronizar processos de recebimento e expedição.
6. Eficiência energética na planta
A eficiência no consumo interno complementa a migração para o mercado livre de energia. Substituir equipamentos de baixa eficiência por modelos mais modernos, instalar sistemas de iluminação LED, usar inversores de frequência em motores elétricos e monitorar em tempo real o consumo por setor ajuda a identificar desperdícios e reduzir a demanda contratada.

O setor industrial brasileiro responde por uma parcela relevante do consumo de eletricidade do país. Esse contexto evidencia o potencial de impacto de programas de eficiência energética em escala industrial.
Projetos de eficiência energética e migração para o mercado livre de energia são complementares e podem ser implementados em paralelo.
7. Revisão da estrutura de pessoal e terceirização estratégica
Revisar periodicamente a estrutura de pessoal ajuda a manter o alinhamento entre capacidade instalada e demanda real. Essa revisão não implica necessariamente redução de quadro, mas sim realocação de funções, eliminação de sobreposições e terceirização de atividades não essenciais para fornecedores especializados.
A terceirização estratégica de funções como TI, facilities, segurança e limpeza permite concentrar recursos humanos e financeiros no core business da empresa. A gestão por indicadores de produtividade por colaborador e por área facilita a identificação de oportunidades de otimização sem comprometer a operação.
Estratégia 2: migração para o mercado livre de energia
No mercado livre de energia, a empresa continua recebendo eletricidade da distribuidora local, que permanece responsável pelos fios, pela infraestrutura e pela qualidade da entrega. A diferença está em quem fornece a energia: em vez de comprar do mercado regulado a preços definidos pela ANEEL, a empresa negocia diretamente com um fornecedor como a Serena Energia, definindo preço, prazo e volume em contrato bilateral.
Esse modelo elimina as bandeiras tarifárias do custo da energia contratada, traz previsibilidade orçamentária de longo prazo e dá acesso a energia 100% renovável com certificação I-REC.

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer. No mercado livre de energia, a Serena atua majoritariamente com energia eólica e oferece migração gerenciada de ponta a ponta, sem custo adicional para o cliente.
O processo de migração com a Serena Energia segue seis etapas:
Etapa 1: análise de viabilidade
A Serena Energia analisa as faturas e o perfil de consumo da empresa para projetar a economia e apresentar um estudo detalhado, sem compromisso.
Etapa 2: fechamento do contrato
O contrato é firmado, tipicamente por 5 anos, com preço fixo para a energia contratada.
Etapa 3: processo de migração gerenciado
A Serena Energia conduz todo o processo burocrático, incluindo a notificação à distribuidora, o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a adequação do sistema de medição, sem custo adicional para o cliente.
Etapa 4: instalação dos equipamentos de medição
A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição compatíveis com o mercado livre de energia, sem custo adicional.
Etapa 5: entrada no mercado livre de energia
Após o prazo regulamentar de 6 meses, a empresa passa a operar no mercado livre de energia e começa a usufruir da economia.
Etapa 6: acompanhamento contínuo
Um consultor dedicado da Serena Energia acompanha a performance do contrato, monitora o consumo e emite os certificados I-REC para os relatórios de sustentabilidade da empresa.
Inicie o processo de migração com suporte dedicado da Serena Energia.
Tabela de implementação em 90 dias
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Fase |
Atividades principais |
Responsável típico |
Pontos de atenção |
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Diagnóstico (dias 1–30) |
Mapeamento de despesas, análise de faturas de energia, estudo de viabilidade com a Serena Energia, alinhamento interno entre financeiro, operações e ESG |
Controller ou diretor financeiro e Serena Energia |
Garantir acesso a 12 meses de faturas e envolver todas as áreas impactadas desde o início |
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Migração (dias 31–60) |
Fechamento do contrato, notificação à distribuidora, registro na CCEE, instalação dos equipamentos de medição |
Serena Energia no processo gerenciado e diretor de operações |
O prazo regulamentar de 6 meses começa a contar a partir da notificação à distribuidora, por isso, iniciar cedo antecipa o início da economia |
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Acompanhamento (dias 61–90) |
Monitoramento do consumo, comparação de faturas, emissão de I-RECs, ajustes nas demais estratégias de custo |
Consultor Serena Energia, controller e gerente de ESG |
Acompanhar variação entre consumo contratado e realizado e utilizar o painel digital da Serena para visibilidade em tempo real |
Erros comuns ao otimizar custos operacionais
Subestimar o consumo de energia. Empresas que não analisam o histórico completo de consumo antes de contratar no mercado livre de energia podem fechar contratos com volumes inadequados. A flexibilidade contratual típica fica entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo, o que pode gerar custos adicionais. A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição.
Falta de alinhamento interno. Programas de otimização de custos que não envolvem financeiro, operações e ESG desde o início tendem a encontrar resistência na implementação. A migração para o mercado livre de energia impacta o planejamento orçamentário, a operação da planta e os relatórios de sustentabilidade. O alinhamento entre as três áreas aumenta a chance de sucesso.
Ignorar a flexibilidade contratual. Contratos no mercado livre de energia preveem cláusulas de ajuste de volume. Empresas que não monitoram o consumo real em relação ao contratado perdem a oportunidade de otimizar custos dentro da faixa de flexibilidade disponível.
Como verificar os resultados?
Alguns indicadores ajudam a acompanhar a efetividade das estratégias de otimização de custos operacionais:
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Variação da fatura projetada versus realizada: comparação mensal entre o custo de energia projetado no contrato e o valor efetivamente pago, disponível no painel digital da Serena Energia.
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Percentual de economia consolidada: total economizado desde a migração em relação ao que seria pago no mercado regulado, acumulado mês a mês.
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Emissão de I-RECs: volume de certificados emitidos por período, utilizados nos relatórios de sustentabilidade para comprovar o consumo de energia 100% renovável e o abatimento das emissões de Escopo 2.
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Custo operacional por unidade produzida: indicador que relaciona o total de despesas operacionais ao volume produzido, o que permite avaliar o impacto das iniciativas de otimização no resultado do negócio.
Opções avançadas para empresas do Grupo A
Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem estruturar contratos no mercado livre de energia que consolidam o consumo de diferentes sites. Essa consolidação potencializa o poder de negociação e simplifica a gestão energética. A Serena Energia atende empresas do Grupo A em todo o Brasil, o que viabiliza contratos multi-site com gestão centralizada.
Para empresas com metas públicas de ESG, a combinação entre energia 100% renovável e emissão de I-RECs oferece uma solução auditável para zerar as emissões de Escopo 2. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂. Para empresas que buscam ir além, a Serena oferece também créditos de carbono para neutralizar emissões de Escopo 1 e 3, completando a estratégia de descarbonização.
Perguntas frequentes
Minha empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia?
Qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, ou seja, pertencente ao Grupo A, pode migrar para o mercado livre de energia. Não existe consumo mínimo para a migração. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente, com base nas faturas e no perfil de consumo da empresa.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulamentar leva 6 meses, contados a partir da notificação à distribuidora. Durante esse período, a Serena Energia conduz todas as etapas, como registro na CCEE, adequação do sistema de medição e gestão documental, sem custo adicional para o cliente. Quanto antes a empresa iniciar o processo, mais cedo começa a usufruir da economia.
A distribuidora local deixa de ser responsável pela entrega de energia após a migração?
Não. A distribuidora continua responsável pela entrega física e pela infraestrutura. Como explicado anteriormente, a migração é uma mudança comercial: a empresa passa a negociar com a Serena Energia, mas a eletricidade continua chegando pelos mesmos fios da distribuidora.
O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa do consumo para reduzir essa exposição, com monitoramento contínuo e suporte de um consultor dedicado.
O que é o I-REC e como ele se aplica às metas de ESG da minha empresa?
O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado global que comprova, de forma auditável, que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede. Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente.
Esses certificados são utilizados nos relatórios de sustentabilidade para comprovar que o consumo de eletricidade da empresa é 100% renovável. O I-REC é a principal ferramenta para zerar as emissões de Escopo 2 e atender às exigências de investidores, clientes e reguladores.
Conclusão
As sete estratégias apresentadas, que incluem mapeamento granular de despesas, migração para o mercado livre de energia, renegociação de contratos com fornecedores, automação de processos, gestão de estoque e logística, eficiência energética na planta e revisão da estrutura de pessoal, formam um programa completo de otimização de custos operacionais para empresas do Grupo A.
A migração para o mercado livre de energia se destaca como a alavanca de maior impacto combinado, pois reúne redução de custos, previsibilidade orçamentária e avanço em metas de ESG em um único movimento, gerenciado de ponta a ponta pela Serena Energia sem custo adicional.
Transforme o custo de energia em vantagem competitiva com apoio dos consultores da Serena Energia.