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Como concorrentes conseguem preços menores e mais lucro?

Como concorrentes conseguem preços menores e mais lucro?

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

  • Concorrentes que oferecem preços menores costumam controlar custos operacionais, como energia elétrica, que muitas empresas tratam como fixos e inevitáveis.

  • Custos ocultos como bandeiras tarifárias, demanda contratada excessiva e ineficiências administrativas comprimem a margem real e limitam a competitividade.

  • Empresas do Grupo A podem reduzir custos de energia por meio de eficiência interna, autoprodução ou migração para o mercado livre de energia, sendo esta última a opção mais acessível e sem investimento em infraestrutura de geração.

  • No mercado livre de energia, é possível fixar preços por 3 a 5 anos, obter previsibilidade orçamentária e, opcionalmente, contratar energia renovável com certificação I-REC.

  • Para transformar energia em vantagem competitiva, fale com a Serena Energia.

Como calcular a margem real considerando custos operacionais ocultos?

A margem real de uma operação depende de todos os custos que afetam o resultado, não apenas de matéria-prima e mão de obra.

Custos crescentes de insumos, incluindo energia, muitas vezes superam a capacidade de repasse ao preço final. Isso pressiona a rentabilidade industrial e torna a redução estrutural de custos uma necessidade. Quando esses custos não são mapeados com precisão, a margem prevista no orçamento diverge da margem realizada no fechamento do mês.

Alguns custos operacionais relevantes costumam ficar fora do radar:

O impacto financeiro acumulado desses itens afeta o fluxo de caixa, reduz a capacidade de investimento e limita a possibilidade de praticar preços competitivos sem sacrificar rentabilidade. Empresas que mapeiam e controlam esses custos ganham espaço para precificar de forma mais agressiva sem comprometer o resultado. Uma vez identificado o impacto da energia na margem, o próximo passo é avaliar as alternativas disponíveis para empresas do Grupo A reduzirem esse custo de forma estrutural.

Solicite uma análise do impacto da energia na margem da sua empresa.

Quais são as principais categorias de solução para reduzir custos de energia?

Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, dispõem de três caminhos principais para reduzir o custo de energia elétrica.

1. Implementar eficiência energética interna: essa frente inclui substituição de equipamentos, automação de processos e gestão ativa do consumo. O Kaizen Institute diferencia a redução de desperdícios e o redesenho de operações para gerar mais valor com os mesmos ou menos recursos de cortes indiscriminados que prejudicam a competitividade futura. Essa abordagem reduz o volume consumido, mas não altera o preço pago por cada MWh.

2. Adotar autoprodução de energia: a empresa instala sua própria infraestrutura de geração. Essa opção exige alto investimento de capital e longos prazos de implantação, o que reduz a liquidez no curto prazo. Além disso, gera custos contínuos de operação e manutenção e exige que a empresa desenvolva competência em um setor fora do seu negócio principal. Esse desvio de foco pode consumir recursos que seriam aplicados em atividades estratégicas do core business.

3. Migrar para o mercado livre de energia: a empresa mantém sua operação física inalterada e passa a negociar diretamente o preço, o prazo e a fonte da energia com fornecedores habilitados. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, sem mudança na infraestrutura da unidade consumidora. Esse modelo converte um custo variável e pouco previsível em uma despesa negociada e mais estável, sem exigir investimento em geração própria.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

Cada categoria exige níveis diferentes de capital, prazo e complexidade operacional. A escolha depende do perfil de consumo, da estrutura financeira e dos objetivos estratégicos de cada empresa.

Descubra qual caminho de redução de custos se aplica ao seu perfil de consumo.

Mercado livre de energia versus mercado regulado: qual a diferença na prática?

Critério

Mercado regulado

Mercado livre de energia

Preço da energia

Definido pela ANEEL, sujeito a reajustes e bandeiras tarifárias

Negociado em contrato bilateral, geralmente fixo por 3 a 5 anos

Previsibilidade orçamentária

Baixa, bandeiras tarifárias alteram o custo mensalmente

Alta, preço acordado antecipadamente

Escolha do fornecedor

Sem escolha, o fornecedor é a distribuidora local

A empresa escolhe entre fornecedores habilitados

Entrega física da energia

Distribuidora local

Distribuidora local, sem alteração

Complexidade de gestão

Baixa, uma única fatura da distribuidora

Maior, mas gerenciável com parceiro especializado

Sustentabilidade

Sem escolha de fonte ou certificação de origem

Possibilidade de contratar energia renovável com I-RECs e créditos de carbono

Elegibilidade

Todos os consumidores

Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão

No modelo varejista do mercado livre de energia, um comercializador como a Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, representa a empresa perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), cuida das obrigações setoriais e simplifica a gestão para o cliente. No modelo atacadista, a empresa atua diretamente como agente na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e gerencia seus próprios riscos e contratos, cenário mais adequado para grandes consumidores com estrutura interna dedicada.

Passo a passo para avaliar a migração para o mercado livre de energia

A migração para o mercado livre de energia segue um processo estruturado. Conhecer cada etapa com antecedência reduz riscos e acelera o início da economia.

1. Verificar elegibilidade: confirmar se a empresa pertence ao Grupo A. Não há consumo mínimo exigido; basta estar nesse grupo.

2. Levantar o histórico de consumo: reunir faturas dos últimos 12 meses para mapear sazonalidades, picos de demanda e a demanda contratada atual. Esse levantamento serve de base para qualquer análise de viabilidade.

3. Solicitar estudo de viabilidade técnico-financeira: um fornecedor habilitado analisa o perfil de consumo e projeta a economia esperada no mercado livre de energia. A Serena Energia realiza essa análise sem custo para o cliente.

4. Escolher o modelo de contratação e o fornecedor: avaliar solidez financeira, experiência comprovada, capacidade de geração própria e qualidade do suporte técnico. Fornecedores sem geração própria dependem de comprar energia de terceiros, o que pode representar maior exposição a riscos de fornecimento.

Receba um estudo de viabilidade personalizado sem custo.

5. Formalizar o contrato e iniciar a migração: após a formalização, o fornecedor conduz o processo burocrático junto à distribuidora e à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). A Serena Energia assume integralmente esse processo, incluindo a instalação dos equipamentos de medição, sem custo adicional para clientes sob sua gestão.

6. Aguardar o prazo de transição: o processo regulamentar leva cerca de seis meses, período em que o fornecedor gerencia todas as etapas. Quanto antes a empresa inicia, mais cedo começa a economizar.

7. Monitorar resultados: após a ativação, acompanhar mensalmente o consumo realizado em relação ao contratado, a economia acumulada e eventuais ajustes necessários. A Serena Energia disponibiliza um painel digital com comparativo entre mercado regulado e mercado livre de energia, previsão de consumo e economia consolidada.

O erro mais comum nesse processo é adiar a decisão por percepção de complexidade. Com um parceiro que gerencia a migração de ponta a ponta, o impacto operacional para a empresa permanece reduzido.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Perguntas frequentes sobre mercado livre de energia e margem de lucro

O que é o mercado livre de energia e como ele afeta a margem de lucro?

O mercado livre de energia permite que empresas do Grupo A escolham de quem comprar energia e negociem preço, prazo e fonte. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, como já ocorre no mercado regulado. Ao fixar o preço da energia em contrato por vários anos, a empresa elimina as variações mensais do mercado regulado e ganha previsibilidade orçamentária, o que facilita o planejamento de preços e margens.

Minha empresa precisa de um consumo mínimo para migrar?

Não. Não existe consumo mínimo para entrar no mercado livre de energia. O único requisito é pertencer ao Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.

A migração para o mercado livre de energia pode interromper o fornecimento de energia?

Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua obrigada a entregar a eletricidade na unidade consumidora. A única mudança é o fornecedor que vende a energia para a empresa. O risco de interrupção no fornecimento físico permanece o mesmo.

Quanto tempo leva a migração e quem gerencia o processo?

O processo regulamentar leva cerca de seis meses, período necessário para encerrar o contrato com a distribuidora e concluir o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). A Serena Energia gerencia todas as etapas, incluindo a instalação dos equipamentos de medição, sem custo adicional para clientes sob sua gestão. O cliente não precisa se envolver com a burocracia do setor elétrico.

O que são I-RECs e por que são relevantes para empresas com metas de ESG?

O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado global que comprova, de forma auditável, que determinado volume de energia foi gerado por fonte renovável. Ao contratar energia com emissão de I-RECs, a empresa pode declarar consumo 100% renovável em relatórios de sustentabilidade e atender a exigências de investidores, clientes e reguladores. A Serena Energia emite I-RECs correspondentes ao consumo do cliente e oferece também créditos de carbono para neutralização de outras fontes de emissão.

Próximo passo para recuperar margem de lucro

Concorrentes que praticam preços menores com margens maiores costumam controlar custos operacionais que muitas empresas no mercado regulado tratam como inevitáveis. A energia elétrica é um exemplo direto e acionável dessa categoria para empresas do Grupo A.

O mercado livre de energia converte esse custo variável e pouco previsível em uma despesa negociada, mais estável e alinhada a metas de sustentabilidade. A migração não exige investimento em infraestrutura própria, não altera a entrega física da energia e pode ser gerenciada integralmente por um parceiro especializado.

O passo mais concreto que a empresa pode dar agora é organizar as faturas de energia dos últimos 12 meses e o histórico de demanda contratada. Com esses dados em mãos, torna-se possível solicitar um estudo de viabilidade e obter uma projeção clara do impacto na margem antes de qualquer decisão.

A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece migração gerenciada para o mercado livre de energia sem custo adicional para clientes sob sua gestão, energia renovável certificada com I-RECs e créditos de carbono, além de um painel digital para acompanhamento da economia mês a mês.

Fale com a Serena Energia e transforme o custo de energia em vantagem competitiva para o seu negócio.

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