Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A podem reduzir de forma relevante o custo de energia ao combinar ações operacionais de eficiência com a migração para o mercado livre de energia.
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Um diagnóstico detalhado do consumo dos últimos 12 meses é o ponto de partida para identificar desperdícios e planejar ações eficazes.
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Ações operacionais sem investimento de capital, como ajustes em HVAC e manutenção preventiva, podem gerar economia de 15% a 30% no primeiro ano.
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A migração para o mercado livre de energia traz previsibilidade orçamentária e pode reduzir o custo em até 20%, além de eliminar o impacto das bandeiras tarifárias do mercado regulado.
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Para implementar essas estratégias com suporte especializado, entre em contato com a Serena Energia.
Pré-requisitos para começar
Reunir alguns dados básicos acelera o diagnóstico e a análise de viabilidade no mercado livre de energia.
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Faturas de energia dos últimos 12 meses, com consumo em kWh e demanda contratada em kW
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Perfil de consumo mensal, com identificação de sazonalidades e picos de demanda
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Dados cadastrais da empresa, como CNPJ, endereço das unidades consumidoras e classe tarifária
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Confirmação de que a empresa pertence ao Grupo A, ou seja, é atendida em média ou alta tensão pela distribuidora local
Um ponto importante sobre elegibilidade: não existe consumo mínimo para migrar ao mercado livre de energia, basta que a empresa faça parte do Grupo A. Se houver dúvida sobre esse enquadramento, a Serena Energia realiza essa análise sem custo.
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Visão geral do processo em 6 etapas
O processo combina ações de curto prazo, que não exigem investimento de capital, com uma decisão estratégica de médio prazo: a migração para o mercado livre de energia. As seis etapas são:
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Diagnóstico do consumo atual
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Ações operacionais de eficiência sem capex
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Avaliação financeira do impacto no fluxo de caixa
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Decisão e contratação no mercado livre de energia
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Migração gerenciada
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Monitoramento contínuo e ajustes
As etapas 1 a 3 podem ser executadas em paralelo com a etapa 4, o que acelera o cronograma geral. No entanto, a migração, que corresponde à etapa 5, leva até seis meses por conta do prazo regulatório de encerramento do contrato com a distribuidora, e esse prazo não pode ser reduzido. Por isso, quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a economizar.
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Guia passo a passo
Etapa 1: diagnóstico do consumo atual
Objetivo: mapear onde e quando a energia é consumida para identificar desperdícios.
Ações recomendadas:
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Consolidar as faturas dos últimos 12 meses em uma planilha com consumo mensal em kWh e demanda registrada em kW
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Identificar equipamentos de maior consumo, como sistemas de climatização (HVAC), iluminação, motores e equipamentos de produção
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Realizar um levantamento de equipamentos ligados fora do horário de operação
Responsável interno típico: gerente de Facilities ou gerente de Operações.
Risco: trabalhar sem dados históricos completos torna o diagnóstico impreciso e reduz o foco nas cargas de maior impacto.
Etapa 2: ações operacionais de eficiência sem capex
Objetivo: reduzir o consumo antes da migração, ampliando o impacto da economia no fluxo de caixa.
Mudanças operacionais em sistemas de climatização, iluminação e equipamentos de produção podem reduzir o consumo de energia em 15% a 30% no primeiro ano sem investimento de capital relevante. As principais alavancas são:
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Programação do HVAC por ocupação: ajustes de temperatura de 5 a 10 graus durante períodos sem ocupação podem gerar de 15% a 25% de economia no sistema de climatização
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Manutenção preventiva de filtros e serpentinas: filtros entupidos elevam o consumo dos motores em 5% a 15%, e a limpeza de serpentinas pode restaurar a eficiência do sistema em 15% a 25%
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Auditoria de equipamentos fora de horário: identificar equipamentos ligados sem necessidade costuma revelar oportunidades de 10% a 20% de economia
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Coordenação de turnos em ambientes industriais: ajustes operacionais, como redução de ociosidade de máquinas e melhor coordenação de turnos, podem reduzir o consumo em 5% a 10% sem troca de equipamentos
Responsável interno típico: gerente de Facilities, com apoio da equipe de manutenção.
Quer combinar eficiência operacional com a migração ao mercado livre de energia? Nossa equipe pode ajudar você a estruturar essa estratégia.
Etapa 3: avaliação financeira do impacto no fluxo de caixa
Objetivo: traduzir as reduções de consumo em impacto financeiro mensurável.
O WBCSD recomenda avaliar projetos de eficiência energética com as mesmas métricas financeiras de investimentos tradicionais: VPL, TIR e payback. Para aplicar essas métricas, é necessário comparar os cenários “com” e “sem” a iniciativa, o que captura tanto a redução direta de custos quanto efeitos secundários, como menor exposição a reajustes tarifários, fortalecendo o fluxo de caixa operacional de forma previsível.
Responsável interno típico: controller ou diretor financeiro.
Etapa 4: decisão e contratação no mercado livre de energia
Objetivo: contratar um fornecedor de energia com preço acordado antecipadamente, eliminando o impacto das bandeiras tarifárias.
No mercado livre de energia, a empresa negocia diretamente com uma geradora ou comercializadora o preço, o prazo e o volume de energia. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade. A diferença está em quem fornece a energia e em como o preço é formado.

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Critério |
Mercado regulado (cativo) |
Mercado livre de energia com Serena Energia |
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Formação de preço |
Definido pela ANEEL, sujeito a bandeiras tarifárias |
Negociado em contrato de longo prazo, tipicamente entre 3 e 5 anos |
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Previsibilidade orçamentária |
Baixa, pois reajustes e bandeiras impactam o custo mensalmente |
Alta, com preço fixo acordado antecipadamente |
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Origem da energia |
Sem definição de fonte renovável |
100% renovável, com emissão de I-RECs |
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Gestão do processo |
Automática, sem escolha do fornecedor |
Gerenciada pela Serena Energia, sem custo adicional ao cliente |
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Economia potencial |
Referência zero |
Até 20% em relação ao mercado regulado |
Responsável interno típico: diretor financeiro ou controller, com envolvimento do gerente de Operações.
Etapa 5: migração gerenciada
Objetivo: executar o processo de migração sem impacto operacional.
A Serena Energia conduz todas as etapas, como notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e configuração do contrato. Esse prazo de seis meses mencionado anteriormente é determinado pela regulação e não pode ser acelerado. A instalação dos equipamentos de medição fica sob responsabilidade da Serena Energia, sem custo adicional para o cliente.
Risco a evitar: iniciar o processo sem ter as faturas e os dados cadastrais organizados, o que pode atrasar o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
Etapa 6: monitoramento contínuo e ajustes
Objetivo: verificar os resultados e sustentar a redução de custos ao longo do contrato.
Após a migração, a Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal na fatura, economia consolidada acumulada, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado. Um consultor dedicado acompanha o contrato e fica disponível para dúvidas e revisões de performance.
Erros comuns a evitar
Na fase de planejamento:
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Iniciar a análise sem as faturas dos últimos 12 meses, o que torna o diagnóstico incompleto
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Não envolver o gerente de Operações na decisão de migração, o que pode gerar resistência interna na execução
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Postergar a decisão de migrar sem considerar que o prazo regulatório de seis meses começa a contar apenas após a formalização do contrato
Na fase de execução:
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Negligenciar a manutenção preventiva do HVAC após a migração, pois equipamentos mal mantidos podem consumir até 30% mais energia em relação a sistemas bem calibrados
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Não monitorar o consumo mensal em relação ao volume contratado, o que expõe a empresa a liquidações no mercado de curto prazo
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Deixar de solicitar os I-RECs correspondentes ao consumo, perdendo a oportunidade de comprovar o uso de energia renovável nos relatórios de ESG
Como verificar os resultados?
Uma rotina simples de acompanhamento mensal ajuda a confirmar a economia e a ajustar o contrato quando necessário. A verificação dos resultados deve considerar três indicadores:
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Custo por kWh: comparar o preço efetivo pago no mercado livre de energia com o que seria cobrado no mercado regulado no mesmo período, considerando as bandeiras tarifárias vigentes
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Economia consolidada: acompanhar o total economizado desde o início do contrato, disponível no painel da Serena Energia
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Aderência ao volume contratado: verificar se o consumo realizado está dentro da faixa de flexibilidade contratual, geralmente entre 5% e 10%, para evitar exposição ao mercado de curto prazo
A cadência recomendada é uma revisão mensal conduzida pelo controller ou gerente de Facilities, com base nos dados do painel e na fatura recebida. Qualquer desvio relevante deve ser comunicado ao consultor da Serena Energia para ajuste.
Opções avançadas
Múltiplas unidades consumidoras: empresas com mais de uma unidade no Grupo A podem consolidar a gestão energética de todas elas em um único contrato com a Serena Energia, o que simplifica o acompanhamento e pode ampliar a economia.
Certificados I-REC: para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC (International Renewable Energy Certificate), documento rastreável e reconhecido globalmente que comprova o consumo de energia de fonte renovável. Esse certificado é uma das principais ferramentas para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade.

Créditos de carbono: empresas que buscam neutralizar emissões além do consumo de energia elétrica podem acessar créditos de carbono de projetos certificados por meio da Serena Energia, complementando a estratégia de descarbonização.
Perguntas frequentes
Minha empresa precisa ter um consumo mínimo para migrar ao mercado livre de energia?
Não. Como mencionado nos pré-requisitos, a única exigência é fazer parte do Grupo A, que reúne empresas atendidas em média ou alta tensão pela distribuidora local.
A migração pode interromper o fornecimento de energia para a minha operação?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade e pela estabilidade da rede. A única mudança é o fornecedor de energia.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulatório leva até seis meses, contados a partir da formalização do contrato. A Serena Energia conduz todas as etapas sem custo adicional para o cliente. Por isso, quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a economizar.
O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o volume contratado?
Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumos fora dessa faixa são liquidados no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece acompanhamento ativo para reduzir essa exposição.
Como a Serena Energia comprova que a energia fornecida é renovável?
A comprovação ocorre por meio da emissão de I-RECs (International Renewable Energy Certificates), documentos digitais rastreáveis que mostram que cada MWh consumido foi gerado por fonte eólica. Esses certificados são aceitos globalmente em relatórios de sustentabilidade e auditorias de ESG.

Conclusão
Combinar ações operacionais de eficiência com a migração ao mercado livre de energia reduz o desembolso mensal e aumenta a previsibilidade orçamentária de longo prazo. Para empresas do Grupo A, que operam em média e alta tensão, esse caminho já está disponível com um processo gerenciado e sem custo adicional.
A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece migração gerenciada, consultoria energética, gestão contínua e certificação renovável em uma única plataforma. Dessa forma, sua empresa direciona recursos para o crescimento, em vez de pagar mais do que o necessário em energia elétrica.
Simule seu desconto com a Serena Energia e veja como reduzir o custo de energia da sua empresa.