Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A precisam ir além de ações pontuais e adotar uma estratégia estruturada de eficiência energética para ter mais previsibilidade orçamentária.
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A combinação de boas práticas operacionais com a migração para o mercado livre de energia é o caminho mais consistente para reduzir custos e cumprir metas de sustentabilidade.
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Medidas como modernizar a iluminação, ajustar a climatização, eliminar stand-by e usar automação reduzem de forma relevante o consumo de energia.
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A migração para o mercado livre de energia permite negociar preço fixo, eliminar bandeiras tarifárias e contratar energia 100% renovável com I-RECs.
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Por que ações pontuais já não bastam?
Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, lidam com uma estrutura tarifária mais complexa, com componentes de demanda contratada, consumo em horário de ponta e encargos setoriais. Nesse cenário, trocar lâmpadas ou desligar equipamentos em stand-by gera ganhos limitados quando o modelo de contratação de energia permanece o mesmo.
No mercado cativo, os preços seguem regras regulatórias, passam por reajustes periódicos e sofrem impacto das bandeiras tarifárias, que encarecem a energia em períodos de baixa disponibilidade hídrica. Esse mecanismo torna o planejamento financeiro de longo prazo um desafio constante para diretores financeiros e gestores de operações.
Diante dessa imprevisibilidade estrutural, a resposta mais eficaz combina disciplina operacional para eliminar desperdícios com a migração para o mercado livre de energia. Nesse ambiente, contratos bilaterais permitem negociar preço, prazo e fonte de energia diretamente com o fornecedor.
10 dicas práticas de eficiência energética
As medidas a seguir formam a base operacional de uma estratégia de redução de custos com energia. Quando a empresa aplica essas práticas em conjunto com a migração para o mercado livre de energia, reduz desperdícios internos e amplia o efeito econômico dos novos contratos.
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Modernizar a iluminação: a substituição de lâmpadas convencionais por LED pode reduzir o consumo relacionado à iluminação em até 80%. Em ambientes que exigem iluminação constante, esse item pode ter peso relevante na fatura.
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Otimizar o sistema de climatização: manter filtros limpos, calibrar termostatos e evitar temperaturas excessivamente baixas reduz o consumo. O ar-condicionado costuma ser um dos maiores consumidores de energia em instalações comerciais e industriais.
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Eliminar o stand-by de equipamentos: computadores, monitores, impressoras e outros dispositivos em modo de espera consomem energia continuamente. Desligar equipamentos ao final do expediente e usar réguas com interruptor reduz esse desperdício.
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Promover a conscientização da equipe: campanhas internas de uso responsável da energia, com metas e indicadores visíveis, criam uma cultura de eficiência que sustenta os resultados ao longo do tempo.
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Implementar manutenção preventiva: equipamentos com manutenção em dia operam com maior eficiência. Motores elétricos, compressores e sistemas de refrigeração mal calibrados consomem mais energia do que o necessário.
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Instalar sensores e automação: sensores de presença para iluminação e sistemas de automação predial ajustam o consumo conforme a ocupação dos espaços e reduzem desperdícios pouco visíveis na rotina.
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Analisar as faturas com regularidade: a leitura detalhada das faturas de energia revela padrões de consumo, relação entre demanda contratada e demanda medida e possíveis cobranças indevidas. Essa análise é o ponto de partida para qualquer plano de eficiência.
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Monitorar o consumo em tempo real: sistemas de monitoramento contínuo ajudam a identificar picos de consumo, equipamentos com comportamento anômalo e oportunidades de ajuste antes que o impacto apareça na fatura.
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Otimizar os horários de operação: sempre que possível, deslocar operações de alta demanda para fora do horário de ponta reduz encargos associados ao consumo nos períodos de maior pressão sobre a rede.
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Revisar o contrato de demanda: a demanda contratada junto à distribuidora deve refletir o consumo real da instalação. Demanda contratada acima do necessário gera cobranças desnecessárias, enquanto valores abaixo do adequado podem resultar em multas por ultrapassagem.
Migração para o mercado livre de energia: 7 passos claros
Para empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, a migração para o mercado livre de energia costuma ser o passo de maior impacto na redução e na previsibilidade dos custos. A Serena Energia gerencia todo o processo sem custo adicional para o cliente.
Passo 1: verificar a elegibilidade
O primeiro passo é confirmar que a empresa está no Grupo A, conectada em média ou alta tensão. Não há consumo mínimo exigido, basta pertencer a esse grupo para ter acesso ao mercado livre de energia. A Serena Energia realiza essa análise de elegibilidade gratuitamente.
Passo 2: analisar o perfil de consumo
O mapeamento do consumo mensal em kWh, com identificação de sazonalidades e picos de demanda, orienta a escolha do tipo de contrato e permite projetar a economia esperada. Essa análise utiliza as faturas dos últimos meses como base.
Passo 3: escolher uma comercializadora confiável
A escolha do parceiro de energia é decisiva. A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer. Essa integração entre geração e comercialização traz solidez e competitividade ao fornecimento.

Passo 4: registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)
O registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) é obrigatório para participar do mercado livre de energia. O processo envolve documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz todas as etapas sem custo adicional para o cliente.
Passo 5: negociar o contrato de energia
No mercado livre de energia, o contrato define preço, prazo e fonte de energia. A Serena Energia oferece contratos de longo prazo com preço fixo, que eliminam o impacto das bandeiras tarifárias e aumentam a previsibilidade orçamentária.

Passo 6: implementar o sistema de medição
A participação no mercado livre de energia exige equipamentos compatíveis com a medição horária do consumo. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação desses equipamentos, sem custo adicional para o cliente.
Passo 7: monitorar os resultados
Após a migração, o acompanhamento mensal dos resultados permite comparar os custos com o período no mercado cativo e identificar novas oportunidades de eficiência. A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal, consumo realizado e previsão de consumo, além de um consultor dedicado ao contrato.
Fale com um de nossos consultores e inicie o processo de migração gerenciada pela Serena Energia.
Benefícios adicionais da migração
A migração para o mercado livre de energia reduz custos e também fortalece a gestão de energia da empresa em vários aspectos:
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Previsibilidade orçamentária: com preço fixo contratado antecipadamente, o custo da energia deixa de ser uma variável imprevisível no planejamento financeiro.
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Eliminação das bandeiras tarifárias: no mercado livre de energia, o preço contratado não sofre impacto das bandeiras tarifárias aplicadas no mercado cativo em períodos de escassez hídrica.
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Fatura simplificada: a Serena Energia centraliza a gestão comercial e o cliente recebe uma única fatura de energia para pagamento. A distribuidora local continua emitindo sua própria fatura referente aos serviços de rede, e a Serena oferece suporte para interpretação e validação desses encargos.
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Suporte técnico contínuo: um consultor dedicado acompanha o desempenho do contrato e fica disponível para dúvidas e ajustes ao longo de toda a vigência.
Energia renovável, I-RECs e metas de ESG
A Serena Energia fornece energia proveniente de fontes eólicas, com origem renovável assegurada em contrato. Para cada MWh consumido, é possível emitir um I-REC (International Renewable Energy Certificate), certificado reconhecido globalmente que comprova, de forma auditável, que a energia consumida foi gerada por fonte limpa.

O I-REC é uma das principais ferramentas para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade, atendendo às exigências de investidores, reguladores e demais partes interessadas. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Para empresas com metas mais amplas de descarbonização, a Serena Energia também oferece créditos de carbono de projetos certificados, que complementam a estratégia de sustentabilidade além do Escopo 2.
Como declarou Rogério Andrade, Vice-Presidente de Product Supply na Bayer: “O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.”
Perguntas frequentes
Minha empresa pode migrar para o mercado livre de energia?
Qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, o chamado Grupo A, pode migrar para o mercado livre de energia. Não há consumo mínimo exigido, conforme explicado na etapa de verificação de elegibilidade. A Serena Energia realiza essa análise gratuitamente e orienta sobre os próximos passos.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulatório leva cerca de seis meses, prazo necessário para encerrar o contrato com a distribuidora atual. A Serena Energia conduz todas as etapas burocráticas sem custo adicional para o cliente. Quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a usufruir dos benefícios do mercado livre de energia.
O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade para variações de consumo. Caso o consumo fique fora dessa faixa, a diferença é liquidada no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece acompanhamento ativo do consumo para reduzir essa exposição e apoiar o cliente na gestão do seu perfil de consumo.
Qual é a diferença entre o mercado livre de energia e o mercado cativo?
No mercado cativo, a empresa compra energia da distribuidora local a tarifas reguladas, sujeitas a reajustes e bandeiras tarifárias. No mercado livre de energia, a empresa escolhe seu fornecedor e negocia preço, prazo e fonte de energia diretamente. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, essa parte da relação permanece igual.
Qual é o papel da distribuidora local após a migração?
A distribuidora local mantém seu papel na infraestrutura de rede, conforme explicado anteriormente. Ela continua operando cabos, transformadores e a rede de distribuição, enquanto a relação comercial de compra de energia passa a ocorrer com o fornecedor escolhido, como a Serena Energia.
Conclusão
Reduzir a conta de luz da empresa exige duas frentes simultâneas: disciplina operacional para eliminar desperdícios e uma estratégia de fornecimento que troque a exposição tarifária do mercado cativo pela previsibilidade do mercado livre de energia. As dez dicas práticas apresentadas neste guia produzem resultados consistentes quando a empresa combina essas ações com contratos de longo prazo, preço fixo e energia 100% renovável certificada.
A Serena Energia gerencia todo o processo de migração, do estudo de viabilidade ao monitoramento contínuo, sem custo adicional para o cliente. A empresa oferece suporte técnico dedicado e emissão de I-RECs para apoiar as metas de ESG.
Fale com um de nossos consultores e dê o primeiro passo para tornar o custo de energia um diferencial competitivo para o seu negócio.