Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 9 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Energia pesa no custo logístico: diesel e eletricidade podem representar até 35% dos custos operacionais de transportadoras e armazéns refrigerados, com impacto direto em R$/km, R$/tonelada e R$/entrega.
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Mapeamento é o ponto de partida: levantar o consumo energético dos últimos 12 meses por unidade e por equipamento permite identificar oportunidades de redução sem investimento de capital.
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Geração distribuída reduz a conta: comparar alternativas mostra que a geração distribuída compartilhada pode oferecer até 20% de desconto na conta de luz, sem obras, sem investimento inicial e com contratação digital.
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Economia aparece na fatura: após a contratação, o desconto passa a aparecer na fatura em até 90 dias, e a empresa pode acompanhar a economia mensalmente no portal do cliente, integrando esses dados aos relatórios de custo logístico.
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Simulação é rápida: empresas que buscam reduzir custos logísticos com energia mais barata podem simular o desconto em menos de 1 minuto e contratar a solução da Serena Energia.
Pré-requisitos
Reduzir o custo de energia com geração distribuída exige que a operação atenda a alguns critérios básicos de elegibilidade:
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Conta de luz igual ou superior a R$ 500 por mês.
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Operação em baixa ou média-baixa tensão.
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Unidade consumidora localizada em um dos 11 estados onde a Serena Energia atua em geração distribuída: SP (interior, área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).
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CNPJ ativo com a conta de luz em nome da empresa.
A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nesses 11 estados brasileiros. Antes de entrar nos detalhes de cada fase, vale entender como o processo completo se organiza.
Visão geral do processo em 5 fases
O processo começa com o mapeamento do consumo atual, segue para o cálculo do impacto nos KPIs logísticos, avança para a comparação das opções disponíveis no mercado, passa pela contratação e ativação da solução e termina no monitoramento contínuo dos resultados. Cada fase tem responsáveis internos definidos, documentos específicos e pontos de atenção que evitam retrabalho.

Fase 1 – Mapear o consumo energético atual
Objetivo: entender onde e quanto a operação consome, separando os centros de custo energético por área e por equipamento.
Ações:
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Reunir as faturas de energia dos últimos 12 meses de cada unidade consumidora, como armazém, câmara fria e base de frota, para estabelecer o histórico de consumo.
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Com as faturas em mãos, identificar o consumo médio mensal em kWh e o valor médio da fatura em reais, que serão a base para calcular o impacto do desconto.
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Mapear os principais equipamentos consumidores, como sistemas de refrigeração, climatização, iluminação e carregadores de empilhadeiras, para entender onde o consumo se concentra.
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Registrar os horários de maior consumo por turno, pois esse padrão revela oportunidades de ajustes operacionais além do desconto contratado.
Documentos necessários: faturas dos últimos 12 meses, planta baixa da instalação com localização dos quadros elétricos, inventário de equipamentos com potência nominal.
Responsável interno: gestor de facilities ou coordenador de manutenção, com apoio do financeiro para consolidar os valores.
Ponto de atenção: operações que utilizam gestão de energia baseada em consumo, com visibilidade detalhada por área e equipamento, relatam reduções de 15% a 25% nos custos energéticos por meio de decisões operacionais, sem necessidade de upgrades de equipamentos ou investimento de capital. O mapeamento cria a base para esse tipo de decisão.
Visual sugerido: tabela com colunas “Unidade”, “Consumo médio (kWh/mês)”, “Valor médio (R$/mês)” e “Principal equipamento consumidor”.
Fase 2 – Calcular o impacto no custo por km, tonelada e entrega
Objetivo: traduzir o gasto com energia em KPIs logísticos para que a redução de custo apareça de forma clara nos indicadores da operação.
Ações:
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Calcular a participação da energia elétrica no custo total de cada unidade operacional, como armazém, câmara fria e base de frota, para entender o peso desse item no orçamento.
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Dividir o custo mensal de energia pelo volume operacional do período, como km rodados, toneladas movimentadas ou entregas realizadas, para obter o custo unitário de energia.
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Registrar esses valores de referência, o baseline, para comparação futura após a ativação da solução.
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Projetar o impacto de um desconto de até 20% na conta de luz sobre cada indicador, simulando o novo patamar de R$/km, R$/tonelada e R$/entrega.
Exemplo de framework de cálculo:
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Custo de energia do armazém: R$ 8.000 por mês.
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Volume: 4.000 toneladas movimentadas por mês.
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Custo de energia por tonelada: R$ 2,00 por tonelada.
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Com desconto de até 20%: redução de até R$ 0,40 por tonelada.
Documentos necessários: relatórios de produtividade operacional, com km, toneladas e entregas por período, e planilha de custos por centro de resultado.
Responsável interno: controller ou analista de custos, em conjunto com o gestor de logística.
Ponto de atenção: o custo de energia por pedido, por palete ou por tonelada é um indicador útil para operações logísticas e de armazém, pois normaliza o consumo em relação ao volume real de produção e permite comparações mês a mês e entre unidades.
Visual sugerido: tabela com colunas “KPI”, “Baseline (R$)”, “Com desconto de até 20% (R$)” e “Redução estimada (R$)”.
Fase 3 – Comparar opções de redução de custo energético
Objetivo: avaliar as alternativas para reduzir o custo da energia elétrica e escolher a que se ajusta melhor ao perfil da operação logística.
A tabela abaixo compara três opções para PMEs logísticas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês:
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Critério |
Status quo (distribuidora local) |
Painéis solares próprios |
Geração distribuída compartilhada Serena Energia |
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Investimento inicial próprio |
Nenhum |
Zero |
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Obras na instalação |
Não |
Sim, com risco de interromper a operação |
Não |
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Prazo para início da economia |
Não há economia |
Anos até o retorno do investimento |
Após até 90 dias de conexão |
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Desconto na conta de luz |
Nenhum |
Variável, depende do consumo e da geração local |
Até 20% |
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Manutenção |
Não aplicável |
Por conta da empresa |
Por conta da Serena Energia |
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Contratação |
Não aplicável |
Processo físico com múltiplos fornecedores |
Digital, em menos de 10 minutos |
Para PMEs logísticas que operam em baixa ou média-baixa tensão e precisam de resultado sem imobilizar capital, a geração distribuída compartilhada da Serena Energia se apresenta como uma estratégia eficiente. A empresa tem mais de 17 anos de história, fazendas solares em locais estratégicos nos 11 estados de atuação e atende desde pequenas empresas até grandes marcas como Cargill e Heineken.

Fase 4 – Contratar e ativar a solução Serena Energia
Objetivo: formalizar a contratação e acompanhar o processo de conexão até a primeira fatura com desconto.
Ações:
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Acessar o simulador da Serena Energia e inserir o valor médio da conta de luz para obter a estimativa de economia.
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Iniciar o cadastro online e enviar os documentos, como CNPJ e fatura de energia, pelo próprio sistema.
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Assinar o contrato de forma digital, com validação eletrônica.
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Aguardar o período de conexão, de até 90 dias, em que a distribuidora vincula o medidor às fazendas solares da Serena Energia.
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Receber a confirmação de ativação e a primeira fatura com o desconto aplicado.
Documentos necessários: CNPJ da empresa e última fatura de energia de cada unidade consumidora que fará parte do contrato.
Responsável interno: gestor administrativo ou financeiro, com autorização do responsável legal pela empresa.
Ponto de atenção: a distribuidora local continua responsável pela entrega da energia e pela manutenção da rede, e a qualidade do fornecimento permanece a mesma. A Serena Energia emite uma fatura única que consolida o custo da energia com desconto e os encargos da distribuidora, o que elimina a necessidade de gerenciar duas faturas separadas.

Visual sugerido: linha do tempo com as etapas: simulação, cadastro, assinatura digital, período de conexão, primeira fatura com desconto.
Fase 5 – Acompanhar a economia e otimizar a operação
Objetivo: verificar mensalmente a economia gerada e incorporar o novo patamar de custo energético nos KPIs logísticos.
Ações:
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Acessar o portal do cliente da Serena Energia para acompanhar o histórico de faturas, consumo e economia de todas as unidades em um único painel.
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Comparar o custo de energia por tonelada, por km e por entrega com o baseline registrado na Fase 2, para confirmar a redução.
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Atualizar os relatórios de custo operacional com o novo patamar de despesa energética, refletindo a economia nos indicadores de gestão.
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Avaliar se existem outras unidades consumidoras elegíveis para inclusão no contrato, ampliando o benefício.
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Identificar oportunidades complementares de eficiência operacional, conforme a seção “Opções avançadas”.
Documentos necessários: relatórios mensais do portal do cliente e planilha de KPIs logísticos atualizada.
Responsável interno: controller ou gestor de logística, com revisão trimestral pelo diretor de operações.
Ponto de atenção: estudos de perfis de energia em armazéns mostram que entre 20% e 35% do consumo total pode ocorrer em períodos de baixa ou nenhuma atividade operacional, quando os sistemas seguem em carga plena apesar do volume parcial. O monitoramento contínuo ajuda a identificar e corrigir esses desperdícios, além do desconto já contratado.
Visual sugerido: painel com três KPIs comparativos mês a mês, R$/km, R$/tonelada e R$/entrega, antes e depois da ativação.
Erros comuns e soluções
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Não mapear todas as unidades consumidoras: muitas operações têm múltiplos pontos de consumo, como armazém principal, câmara fria e base administrativa, e deixam unidades elegíveis fora do contrato. Solução: levantar o CNPJ e a fatura de cada unidade antes de iniciar a contratação.
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Usar apenas o valor total da fatura como referência: sem separar o custo de energia dos encargos da distribuidora, a comparação de economia fica distorcida. Solução: analisar a linha de consumo em kWh separadamente dos encargos fixos.
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Não atualizar os KPIs logísticos após a ativação: a economia existe, mas não aparece nos relatórios de gestão. Solução: incluir o custo de energia por tonelada e por entrega nos relatórios mensais de custo operacional.
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Não comunicar o período de conexão à equipe financeira: o prazo de até 90 dias para a distribuidora realizar a conexão pode gerar dúvidas internas. Solução: registrar a data de contratação e a previsão de início da economia no planejamento financeiro.
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Ignorar o programa de indicação: empresas com múltiplos fornecedores e parceiros logísticos podem ampliar a economia com o programa “Indique e Ganhe” da Serena Energia, que oferece descontos adicionais na fatura a cada indicação bem-sucedida.
Verificação de resultados e métricas
A verificação dos resultados deve ocorrer mensalmente, com revisão trimestral. O framework de cálculo parte dos dados coletados na Fase 1 e compara com os valores após a ativação:
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R$/km: custo mensal de energia da base de frota dividido pelos km totais rodados no mês. Operações com visibilidade granular de energia relatam reduções de 15% a 25% nos custos energéticos por meio de decisões operacionais.
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R$/tonelada transportada: custo mensal de energia do armazém dividido pelas toneladas movimentadas no mês.
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R$/entrega: custo mensal de energia da operação dividido pelo número de entregas realizadas no mês.
Para câmaras frias, o indicador complementar recomendado é o custo de energia por metro cúbico armazenado ao mês, que permite comparações entre unidades de diferentes tamanhos.
Opções avançadas
Reduzir o custo unitário da energia via geração distribuída abre espaço para estratégias complementares que podem melhorar ainda mais os KPIs operacionais:
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Gestão de demanda em câmaras frias: escalonar os ciclos de degelo entre bancos de compressores em intervalos de 15 a 30 minutos pode reduzir a demanda de pico em 15% a 25% em instalações com quatro ou mais circuitos de compressão.
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Carregamento de frotas elétricas fora do horário de pico: o uso de carregamento gerenciado para deslocar o carregamento de veículos elétricos para períodos fora do horário de pico, alinhado às tarifas por horário das concessionárias, pode reduzir a conta anual de eletricidade em 30% a 50%, em média.
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Monitoramento inteligente de refrigeração: o monitoramento 24 horas com inteligência artificial e a manutenção preditiva baseada em análise de dados estão entre as ações de maior impacto e menor necessidade de capital para câmaras frias, conforme guias recentes do setor.
Essas estratégias complementam o desconto contratado com a Serena Energia e podem ser implementadas em paralelo.
FAQ
Qual o impacto real no custo por km e por tonelada ao contratar a geração distribuída?
O impacto depende do peso da energia elétrica no custo total de cada operação. Em armazéns e câmaras frias, onde a energia representa uma parcela relevante dos custos operacionais, um desconto que pode chegar a até 20% na conta de luz se converte em redução direta do custo por tonelada movimentada e por entrega realizada. O cálculo é simples: basta dividir o custo mensal de energia pelo volume operacional do período para obter o baseline e aplicar o percentual de desconto para projetar a redução. O portal do cliente da Serena Energia permite acompanhar a economia mês a mês e auditar os resultados.
Preciso instalar alguma coisa na minha operação para contratar a Serena Energia?
Não é necessário instalar placas solares, equipamentos adicionais ou realizar obras. A geração de energia ocorre nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência solar. Os créditos de energia limpa são injetados na rede das distribuidoras e abatidos na conta de luz da empresa. A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade, e a fatura passa a chegar com o desconto aplicado.
Quanto tempo leva para começar a economizar?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor às fazendas solares da Serena Energia no prazo já mencionado de até 90 dias. A partir da primeira fatura após essa conexão, o desconto passa a aparecer. A contratação é digital e pode ser concluída em menos de 10 minutos, sem necessidade de visita técnica ou reunião presencial.
Como fica a fatura de energia da minha empresa após a contratação?
A empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia, que consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos devidos à distribuidora local, como taxa de disponibilidade e iluminação pública. A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. Isso simplifica o controle financeiro da operação, pois elimina o gerenciamento de duas faturas separadas.
Operações com múltiplas unidades podem contratar?
Operações com múltiplas unidades, como armazéns, bases e filiais, podem contratar a solução. A Serena Energia atende múltiplas unidades consumidoras de uma mesma empresa que estejam na mesma área de concessão e dentro dos 11 estados de atuação. O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um único lugar, o que facilita a gestão centralizada dos custos energéticos.
Encerramento
Reduzir custos de logística operacional usando energia mais barata segue um processo em cinco fases: mapear o consumo atual, calcular o impacto nos KPIs logísticos, comparar as opções disponíveis, contratar e ativar a solução e acompanhar os resultados. A geração distribuída compartilhada da Serena Energia é uma das estratégias mais eficazes para PMEs logísticas que operam em baixa e média-baixa tensão, pois oferece desconto na conta de luz sem investimento inicial próprio, sem obras e com resultado visível na fatura após o período de conexão.
A solidez de uma empresa estabelecida e as fazendas solares em 11 estados brasileiros dão suporte a uma decisão segura. O processo é digital e começa com uma simulação que leva menos de 1 minuto.
Faça a simulação e inicie a redução do custo energético da sua operação.