Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 24 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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A conta de luz é uma das três maiores despesas operacionais e tende a subir 8,6% em 2026, e a renegociação via geração distribuída pode gerar até 20% de economia sem investimento próprio.
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Contratos com fornecedores, tarifas bancárias e processos administrativos manuais concentram oportunidades rápidas de corte de custos com baixo esforço de implementação.
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Automatizar tarefas repetitivas, ajustar o consumo de energia e revisar tributos são ações complementares que liberam caixa e reduzem desperdícios operacionais.
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Para aplicar a estratégia de energia com maior impacto, use o simulador da Serena Energia e veja o potencial de desconto em poucos instantes.
A tabela a seguir resume as oito estratégias por impacto financeiro, prazo de implementação e esforço necessário, e ajuda a priorizar as ações que mais se encaixam na realidade da empresa:
Tabela de priorização de impacto financeiro
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Estratégia |
Economia mensal estimada |
Prazo de implementação (estimativa) |
Esforço / investimento |
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1. Renegociar a conta de luz (geração distribuída) |
Até 20% da fatura de energia |
Até 90 dias para início da economia |
Zero investimento próprio, contratação 100% digital |
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2. Renegociar contratos com fornecedores |
Variável por setor |
2 a 4 semanas |
Baixo, requer tempo de negociação |
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3. Automatizar processos administrativos |
Redução de horas improdutivas |
1 a 4 semanas |
Médio, ferramentas digitais acessíveis |
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4. Revisar tarifas bancárias e maquininhas |
Variável por volume de transações |
1 a 2 semanas |
Baixo, análise e troca de fornecedor |
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5. Otimizar o uso de espaço e energia |
Redução adicional no consumo |
Imediato a 30 dias |
Baixo a médio |
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6. Terceirizar áreas não essenciais |
Redução de folha e encargos |
30 a 60 dias |
Médio, exige análise jurídica |
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7. Revisar tributos e aproveitar créditos |
Variável, pode ser significativo |
30 a 90 dias |
Médio, exige contador especializado |
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8. Implementar gestão de demanda de energia |
15% a 25% no consumo de energia |
30 a 90 dias |
Baixo a médio, monitoramento e ajustes operacionais |
Nota: em operações comerciais no Brasil, a energia elétrica tipicamente representa uma das três maiores despesas operacionais do negócio. Começar pela conta de luz tende a gerar o retorno mais rápido.
Estratégia 1: renegociar a conta de luz com geração distribuída compartilhada
Objetivo: reduzir a fatura de energia em até 20% sem investimento próprio, obras ou burocracia, e liberar caixa a partir da primeira fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.
Ações em sequência:
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Acessar o simulador da Serena Energia e informar o valor médio da conta de luz.
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Visualizar a estimativa de economia anual em tempo real.
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Iniciar o cadastro e enviar foto da fatura e dos documentos online.
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Firmar o contrato de forma digital.
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Aguardar o período de conexão de até 90 dias, e a partir daí acompanhar a economia aparecendo automaticamente na fatura.
Documentos necessários: conta de luz recente, CNPJ e documentos básicos da empresa.
Áreas envolvidas: financeiro ou administrativo, sem impacto em áreas operacionais.
Pontos de atenção:
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A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior). Por isso, o primeiro passo é verificar se o endereço da empresa está dentro da área de concessão atendida.
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Mesmo após a contratação, a distribuidora local continua responsável pela entrega da energia, e não há risco de interrupção no fornecimento.
Como funciona na prática: a Serena Energia gera energia limpa em fazendas solares localizadas em regiões estratégicas. Os créditos entram na rede da distribuidora e são abatidos diretamente na conta de luz. O cliente recebe uma fatura única, já com o desconto aplicado. Não há instalação de placas, não há obra no imóvel e o investimento inicial próprio é zero.

Comparar essa solução com a instalação própria de painéis solares mostra a diferença de impacto no caixa. A instalação própria exige investimento alto em equipamentos e obras, com retorno em anos. A geração distribuída compartilhada oferece economia após o período de conexão, sem imobilizar capital.
Estratégia 2: renegociar contratos com fornecedores
Objetivo: reduzir o custo de insumos e matéria-prima, que costuma pesar nas despesas fixas e variáveis das PMEs. Levantamento da Serasa Experian mostra que 47% das PMEs brasileiras classificaram a pressão de custos como alta ou muito alta nos últimos 12 meses.
Ações em sequência:
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Listar os 10 maiores fornecedores por volume de gasto nos últimos 12 meses.
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Pesquisar cotações de concorrentes para os mesmos itens.
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Solicitar reunião de renegociação apresentando volume de compras e histórico de pagamentos em dia.
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Negociar prazo, desconto por volume ou condições de pagamento mais favoráveis.
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Formalizar as novas condições em aditivo contratual.
Documentos necessários: histórico de compras, extrato de pagamentos, cotações de mercado.
Áreas envolvidas: compras e financeiro.
Pontos de atenção: evitar concentrar 100% do volume em um único fornecedor após a renegociação. Manter ao menos um fornecedor alternativo qualificado para cada insumo crítico.
Exemplo prático: um negócio que compra R$ 20.000 em insumos por mês e obtém 5% de desconto por volume libera R$ 1.000 mensais no caixa sem alterar nenhum processo interno.
Estratégia 3: automatizar processos administrativos
Objetivo: eliminar horas gastas em tarefas manuais repetitivas, reduzir erros e liberar a equipe para atividades de maior valor.
Ações em sequência:
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Mapear os processos que consomem mais horas por semana, como emissão de notas fiscais, cobrança, agendamentos e relatórios.
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Priorizar o processo de maior volume para automatizar primeiro.
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Pesquisar ferramentas digitais acessíveis para PMEs, como emissores de NF-e, sistemas de cobrança automática e plataformas de agendamento.
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Implantar um processo por vez e medir o tempo recuperado.
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Expandir para os demais processos após validar o primeiro.
Documentos necessários: mapeamento dos fluxos atuais e acesso às ferramentas de gestão existentes.
Áreas envolvidas: administrativo, financeiro e TI, quando houver.
Pontos de atenção: começar pelo processo de maior volume para obter retornos mais rápidos e mensuráveis. Treinar a equipe antes de descontinuar o processo manual.
Exemplo prático: automatizar a cobrança de clientes inadimplentes pode reduzir o tempo dedicado a essa tarefa em horas por semana e diminuir a inadimplência.
Estratégia 4: revisar tarifas bancárias e maquininhas
Objetivo: eliminar cobranças desnecessárias em serviços financeiros e reduzir as taxas sobre vendas.
Ações em sequência:
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Solicitar ao banco o extrato detalhado de tarifas cobradas nos últimos 3 meses.
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Comparar com pacotes de contas digitais para empresas, que em geral têm custo menor.
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Solicitar cotações de ao menos três operadoras de maquininha com base no volume mensal de vendas.
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Negociar a taxa de antecipação de recebíveis, que costuma ser um custo oculto relevante.
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Migrar para a solução mais vantajosa e cancelar serviços não utilizados.
Documentos necessários: extratos bancários e relatório de vendas por modalidade de pagamento.
Áreas envolvidas: financeiro.
Pontos de atenção: considerar o custo total, incluindo mensalidade, taxa por transação e taxa de antecipação. Uma taxa menor por transação pode ser anulada por uma mensalidade alta.
Exemplo prático: uma empresa com R$ 50.000 em vendas mensais no cartão que reduz a taxa de 2,5% para 1,8% economiza R$ 350 por mês sem alterar nenhuma operação.
Estratégia 5: otimizar o uso de espaço e energia
Objetivo: reduzir o consumo de energia elétrica por meio de ajustes operacionais e complementar o desconto obtido com a geração distribuída.
Ações em sequência:
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Realizar um levantamento dos equipamentos com maior consumo, como ar-condicionado, refrigeração, iluminação e equipamentos em stand-by.
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Ajustar os pontos de temperatura do ar-condicionado e definir horários automáticos de funcionamento.
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Substituir lâmpadas por LED onde ainda não foi feito.
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Desligar equipamentos não críticos fora do horário de operação.
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Avaliar se espaços subutilizados podem ser consolidados ou sublocados.
Documentos necessários: conta de luz com histórico de consumo e inventário de equipamentos.
Áreas envolvidas: operacional, manutenção e administrativo.
Pontos de atenção: termostatos inteligentes programáveis costumam gerar economia de 15% a 25% no consumo de ar-condicionado. Equipamentos de refrigeração essenciais não devem ser desligados, e o foco deve recair nos horários e nos pontos de ajuste.
Exemplo prático: ajustar o ar-condicionado de 20 °C para 23 °C e programar o desligamento automático 30 minutos antes do fechamento reduz o consumo sem impactar o conforto durante o horário de atendimento.
Estratégia 6: terceirizar áreas não essenciais
Objetivo: converter custos fixos de folha de pagamento em custos variáveis e reduzir encargos trabalhistas em funções que não fazem parte do núcleo do negócio.
Ações em sequência:
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Mapear as funções internas que não estão diretamente ligadas à atividade-fim da empresa, como limpeza, segurança, TI, contabilidade e RH.
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Calcular o custo total de cada função, incluindo salário, encargos, benefícios, espaço físico e equipamentos.
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Pesquisar fornecedores especializados e solicitar propostas.
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Comparar o custo total interno com o custo da terceirização.
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Formalizar a transição com suporte jurídico para garantir conformidade trabalhista.
Documentos necessários: folha de pagamento detalhada e contratos de trabalho vigentes.
Áreas envolvidas: RH, jurídico e financeiro.
Pontos de atenção: a terceirização mal estruturada pode gerar passivos trabalhistas, por isso envolver um advogado trabalhista antes de qualquer desligamento. Além do risco jurídico, avaliar o impacto na cultura e no atendimento ao cliente antes de terceirizar funções que têm contato direto com o consumidor, já que o custo de uma experiência pior pode superar a economia na folha.
Exemplo prático: terceirizar a limpeza de um escritório com dois funcionários próprios pode reduzir o custo mensal dessa função em 20% a 30%, dependendo da região e do porte do espaço.
Estratégia 7: revisar tributos e aproveitar créditos
Objetivo: identificar pagamentos tributários acima do necessário e recuperar créditos fiscais a que a empresa tem direito.
Ações em sequência:
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Solicitar ao contador uma revisão do enquadramento tributário atual, como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.
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Verificar se há créditos de PIS/Cofins, ICMS ou IPI não aproveitados nos últimos 5 anos.
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Analisar se o regime tributário atual é o mais vantajoso para o faturamento e a margem atuais.
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Verificar incentivos fiscais municipais ou estaduais disponíveis para o setor de atuação.
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Formalizar a recuperação de créditos com suporte de contador ou advogado tributarista.
Documentos necessários: declarações fiscais dos últimos 5 anos, notas fiscais de entrada e saída e apurações de tributos.
Áreas envolvidas: financeiro e contabilidade.
Pontos de atenção: tributos estão entre os principais fatores de pressão de custos para as PMEs brasileiras. Pequenas correções no enquadramento podem gerar economia relevante sem nenhuma mudança operacional.
Exemplo prático: uma empresa no Lucro Presumido que migra para o Simples Nacional ao se enquadrar nos critérios pode reduzir de forma significativa a carga tributária mensal.
Estratégia 8: implementar gestão de demanda de energia
Objetivo: monitorar e controlar o consumo de energia em tempo real para eliminar desperdícios e reduzir a fatura além do desconto já obtido com a geração distribuída.

Ações em sequência:
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Instalar medidores inteligentes ou usar os dados da distribuidora para mapear o consumo por horário e por equipamento.
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Identificar os horários de pico de consumo e os equipamentos responsáveis.
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Redistribuir operações de maior consumo para horários de menor demanda, quando possível.
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Configurar alertas automáticos para consumo acima da média.
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Revisar mensalmente os dados e ajustar os procedimentos operacionais.
Documentos necessários: histórico de consumo da conta de luz e inventário de equipamentos com potência nominal.
Áreas envolvidas: operacional, manutenção e financeiro.
Pontos de atenção: a gestão de demanda ajuda a identificar picos de consumo e desperdícios com baixo investimento e retorno em poucos meses. O monitoramento contínuo sustenta a economia ao longo do tempo e complementa os ajustes operacionais já realizados.
Exemplo prático: uma padaria que concentra o uso dos fornos nas primeiras horas da manhã, antes do horário de pico tarifário, pode reduzir o consumo faturado sem alterar a produção.
Plano de 30 dias de implementação
Semana 1: energia e diagnóstico financeiro:
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Simular e contratar a geração distribuída com a Serena Energia no dia 1.
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Solicitar extrato detalhado de tarifas bancárias e relatório de vendas por modalidade.
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Levantar os 10 maiores fornecedores por gasto.
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Solicitar ao contador revisão do enquadramento tributário.
Semana 2: renegociações:
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Iniciar contato com os principais fornecedores para renegociação.
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Solicitar cotações de ao menos três operadoras de maquininha.
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Comparar pacotes bancários e iniciar migração se houver vantagem.
Semana 3: eficiência operacional:
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Mapear processos administrativos de maior volume para automação.
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Implantar a primeira automação prioritária.
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Ajustar pontos de temperatura de ar-condicionado e programar desligamentos automáticos.
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Realizar levantamento de equipamentos com maior consumo de energia.
Semana 4: revisão e próximos passos:
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Consolidar os resultados das renegociações formalizadas.
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Avaliar funções candidatas à terceirização com suporte jurídico.
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Iniciar o monitoramento de consumo de energia por horário.
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Verificar créditos tributários identificados pelo contador.
Checklist de verificação ao final do mês:
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Contratação da geração distribuída concluída?
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Ao menos um contrato de fornecedor renegociado?
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Tarifas bancárias e maquininha revisadas?
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Primeira automação administrativa implantada?
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Ajustes de consumo de energia realizados?
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Revisão tributária iniciada com o contador?
Perguntas frequentes
As respostas a seguir esclarecem dúvidas comuns de empresas que avaliam a geração distribuída como forma de reduzir custos. Quer entender o impacto da geração distribuída na sua empresa? Use o simulador da Serena e veja a estimativa de economia na hora.
Minha empresa é elegível para a geração distribuída da Serena Energia?
A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, que operam em baixa ou média-baixa tensão. A atuação cobre 11 estados brasileiros nas áreas de concessão já descritas na Estratégia 1. Se a empresa estiver dentro dessas áreas e tiver conta a partir desse valor, pode simular e contratar.
Quanto tempo leva para começar a economizar na conta de luz?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a configuração do plano em até 90 dias. A partir da primeira fatura após esse período de conexão, o desconto já aparece automaticamente. Não é necessário fazer nenhuma ação adicional, porque a Serena Energia gerencia todo o processo com a distribuidora.
Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para ter o desconto?
Não. Nenhuma placa solar, nenhum medidor novo e nenhuma obra são necessários. A geração acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões estratégicas dos estados atendidos. A energia chega à empresa pela rede da distribuidora local, exatamente como sempre chegou. A única diferença é que a fatura vem com o desconto aplicado.
Como fica minha conta de luz depois de contratar a Serena Energia?
O cliente passa a receber uma fatura única da Serena Energia. Esse documento já consolida os custos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros encargos, e o custo da energia com o desconto aplicado. A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. Não é necessário gerenciar duas faturas separadas.
Existe risco de a distribuidora cortar a energia da minha empresa após a contratação?
Não. A distribuidora local continua responsável pela entrega da energia e pela manutenção da rede elétrica. O relacionamento entre a Serena Energia e as distribuidoras é de parceria, em que a Serena injeta energia limpa na rede e a distribuidora entrega ao cliente final. O serviço de distribuição permanece o mesmo.
Conclusão
As 8 estratégias apresentadas neste guia oferecem um caminho claro para proprietários e gestores de PMEs reduzirem custos operacionais em 2026 sem paralisar a operação. A conta de luz se destaca como ponto de partida eficiente, porque as tarifas devem subir em média 8,6% em 2026 e a energia já figura entre as três maiores despesas do negócio. Agir agora ajuda a proteger a margem e a liberar caixa para crescimento.
A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece uma estratégia de alto impacto para PMEs: descontos que podem chegar a até 20% na conta de luz, sem investimento próprio inicial, sem obras e com contratação 100% digital. A economia começa após a conexão, sem necessidade de investimento próprio ou intervenções no imóvel.