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Quais aparelhos mais gastam energia em pequenas empresas?

Quais aparelhos mais gastam energia em pequenas empresas?

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

  • A conta de luz é uma das três maiores despesas operacionais das PMEs brasileiras. Pode representar até 10% do faturamento.

  • Ar-condicionado, refrigeração contínua, compressores, fornos e iluminação são os equipamentos que mais consomem energia em escritórios, restaurantes, mercados, salões e oficinas.

  • Esses custos comprimem margens, dificultam a precificação e limitam o crescimento quando não são gerenciados.

  • Manutenção, troca de equipamentos, automação e geração distribuída são as quatro principais estratégias para reduzir o consumo de energia.

  • A Serena Energia oferece geração distribuída com até 20% de desconto na conta de luz, sem investimento inicial. Simule seu desconto em menos de 1 minuto.

Os equipamentos que mais consomem energia por segmento

O consumo de energia nas PMEs concentra-se em poucos grupos de equipamentos: refrigeração contínua, climatização, motores elétricos, aquecimento e iluminação antiga, que funcionam por longos períodos ou exigem alta potência. O peso de cada um varia conforme o segmento do negócio.

Escritórios

Em escritórios, o ar-condicionado, a iluminação e os equipamentos de TI, como computadores, servidores e impressoras, representam as principais parcelas do consumo de eletricidade. Um escritório padrão apresenta consumo energético variável. Valores elevados indicam oportunidade clara de redução.

Restaurantes e bares

No setor de alimentação, os vilões são múltiplos e operam simultaneamente. A câmara fria é o maior consumidor individual. Um equipamento com mais de 10 anos pode consumir significativamente mais eletricidade do que um modelo novo equivalente.

Para ilustrar como esses equipamentos se somam na prática, veja uma auditoria de consumo mensal de um bar hipotético, considerando a tarifa de R$ 0,90/kWh:

  • Câmara fria antiga (3 kW, 12h/dia): R$ 972

  • Três ar-condicionados (1,2 kW cada, 8h/dia): R$ 778

  • Forno industrial (4 kW, 6h/dia): R$ 648

  • Chapa e fritadeira (2 kW, 8h/dia): R$ 432

Quando o custo de energia elétrica é elevado em relação à receita mensal, isso indica ineficiência clara nos equipamentos.

Mercados e supermercados de bairro

A refrigeração domina o perfil de consumo do varejo alimentar. Em supermercados de médio porte naturalmente ventilados, a refrigeração representa cerca de 74 a 82% do consumo energético. Em lojas com sistemas de refrigeração e ar-condicionado, esses equipamentos juntos respondem por cerca de 60% do total.

Como a refrigeração opera de forma contínua, mesmo pequenas ineficiências nesses sistemas se traduzem em faturas mensais elevadas.

Salões de beleza

Em salões, o ar-condicionado e a iluminação são os principais consumidores, operando durante todo o horário de atendimento.

O ar-condicionado pode representar até 50% do consumo em estabelecimentos comerciais, enquanto equipamentos como secadores, chapinhas e estufa de toalhas adicionam carga constante ao longo do dia. Em setores com alta carga de climatização, a energia pode ultrapassar 20% da receita.

Oficinas mecânicas e de serviços

Nas oficinas, os compressores de ar são o equipamento de maior impacto energético. Um sistema de ar comprimido com vazamentos pode desperdiçar até 30% da energia consumida.

Além dos compressores, elevadores hidráulicos, iluminação de galpão e equipamentos de solda contribuem de forma significativa para a fatura mensal.

Como esses consumos comprimem sua margem de lucro?

Esses equipamentos, comuns a escritórios, restaurantes, mercados, salões e oficinas, têm um efeito em comum: eles comprimem a margem de lucro.

Os custos com eletricidade representam uma parcela significativa das despesas operacionais das empresas brasileiras, e esse percentual cresce a cada reajuste tarifário. O impacto vai além do valor na fatura.

Uma mulher sorridente com cabelos cacheados, vestindo uma camisa cinza e saia laranja, posando em uma loja de roupas moderna e organizada, com araras de moda ao fundo.
Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.

Quando a energia consome uma fatia desproporcional da receita, o empreendedor enfrenta três problemas simultâneos:

  • Erosão direta da margem: cada real pago a mais na conta de luz é um real que não vai para estoque, equipe ou marketing.

  • Dificuldade de precificação: sem previsibilidade no custo de energia, é difícil calcular o preço correto dos produtos e serviços.

  • Limitação de crescimento: capital imobilizado em despesas fixas elevadas reduz a capacidade de investimento no próprio negócio.

Apenas 35,8% das pequenas empresas brasileiras têm algum plano para reduzir o consumo de energia, enquanto 79% dos empreendedores reconhecem a importância da gestão energética. A lacuna entre reconhecer o problema e agir sobre ele é onde a margem continua sendo perdida mês a mês.

4 caminhos para reduzir o custo de energia

Existem 4 abordagens principais que uma PME pode adotar para enfrentar o custo da energia elétrica. Cada uma tem características distintas em termos de investimento, complexidade e prazo para ver resultado.

  1. Manutenção e ajustes operacionais: incluem limpeza de filtros de ar-condicionado, calibração de termostatos, eliminação de vazamentos em compressores e desligamento de equipamentos fora do horário de uso. A limpeza regular de filtros e serpentinas de ar-condicionado evita um aumento de 20% a 30% no consumo causado pela restrição de fluxo de ar. O investimento inicial é baixo ou nulo, mas o impacto é limitado e exige disciplina contínua da equipe.

  2. Eficiência energética com troca de equipamentos: a troca de iluminação convencional por LED gera de 50% a 70% de economia nesse componente, com retorno do investimento em 12 a 24 meses. A substituição de refrigeradores obsoletos por modelos eficientes pode reduzir mais de 40% do consumo de refrigeração. O investimento inicial é moderado, com retorno em meses a poucos anos, mas exige capital disponível e, em alguns casos, interrupção da operação.

  3. Gestão de consumo e automação: envolve sensores de presença, programação de desligamento automático e redistribuição de operações para fora dos horários de pico tarifário. A combinação de monitoramento regular, controle de horários de pico e engajamento da equipe pode gerar até 30% de redução nos custos mensais de energia. Requer tempo de diagnóstico e, dependendo da automação, algum investimento em equipamentos.

  4. Geração distribuída: permite acessar energia de usinas solares sem instalar nada na empresa, com descontos de até 20% na conta de luz, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem burocracia. Diferente das outras três estratégias, que exigem capital, tempo de equipe ou mudança de rotina, a economia aqui é imediata após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. É a única das quatro abordagens que não exige capital próprio nem mudança na rotina operacional.

Por que a geração distribuída é uma das soluções mais práticas para PMEs?

A geração distribuída compartilhada funciona da seguinte forma: uma empresa geradora constrói e opera usinas solares em locais estratégicos, injeta a energia produzida na rede das distribuidoras locais e os créditos gerados são abatidos diretamente na conta de luz do cliente.

O resultado é uma fatura menor, sem que nada precise ser instalado ou modificado no estabelecimento do contratante.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

Para uma PME que já considerou instalar painéis solares próprios, a comparação é direta. Um sistema fotovoltaico próprio exige dezenas de milhares de reais de investimento inicial, obras que podem interromper a operação e um prazo de retorno que se estende por anos.

A geração distribuída elimina esses obstáculos: como mencionado, a economia aparece após o período de conexão, sem obras e sem investimento inicial próprio.

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história no setor, e oferece essa solução de forma 100% digital. A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros.

Os descontos podem chegar a 20% na conta de luz e o processo de contratação é feito online, sem burocracia. A Serena ainda oferece fatura única, consolidando os custos da distribuidora e da geradora em um único documento e em um portal do cliente para acompanhar consumo e economia de todas as unidades em um só lugar.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Descubra quanto sua empresa pode economizar hoje mesmo.

Conclusão: dê o próximo passo para liberar caixa

Os equipamentos que mais consomem energia em pequenas empresas, como ar-condicionado, refrigeração contínua, fornos, fritadeiras, compressores e iluminação, não vão parar de funcionar. Eles são parte essencial da operação. O que pode mudar é quanto você paga por cada kWh que eles consomem.

O caminho começa com dois passos simples:

  1. Revisar as faturas dos últimos três meses para entender o perfil de consumo da sua empresa e identificar variações que indiquem desperdício.

  2. Simular a economia com a geração distribuída para saber, em menos de um minuto, quanto sua empresa poderia economizar sem investimento inicial, obra ou mudança na operação.

Descubra quanto você pode economizar com a Serena Energia e dê o primeiro passo para colocar sua energia no lugar certo: no crescimento do seu negócio. Comece a economizar na próxima fatura.

Perguntas frequentes sobre geração distribuída

Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para contratar a geração distribuída?

Não. Nenhuma placa solar, nenhum medidor novo e nenhuma obra são necessários. Toda a geração de energia acontece nas usinas solares da Serena Energia, localizadas em regiões estratégicas.

A energia chega à sua empresa pela rede da distribuidora local, exatamente como sempre chegou. A única diferença visível é o valor menor na fatura ao final do mês.

Quando começo a ver a economia na conta de luz?

A economia aparece após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. Esse é o prazo que a distribuidora local leva para conectar o medidor da sua empresa ao sistema de créditos da Serena Energia. A partir da primeira fatura após esse período, o desconto já estará aplicado.

Como fica a minha conta de luz na prática?

Após o início da economia, você recebe uma única fatura da Serena Energia. Esse documento já detalha o custo da energia consumida com o desconto aplicado e os custos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade e iluminação pública.

A Serena Energia se encarrega de quitar os valores devidos à distribuidora. Você paga uma fatura e suas obrigações energéticas estão resolvidas.

Minha empresa é elegível para contratar a geração distribuída?

A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa ou média-baixa tensão, nos estados de SP (interior, área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).

Se sua empresa se enquadra nesse perfil, a contratação pode ser feita digitalmente, em poucos minutos.

E se eu quiser cancelar o contrato?

Os contratos da Serena Energia são transparentes e preveem as condições de cancelamento de forma clara. A proposta é construir uma parceria de longo prazo baseada na satisfação com a economia gerada, mas você terá sempre clareza sobre as regras de saída, caso precise encerrar o contrato.

Veja se sua empresa se qualifica para o desconto.

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