Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 6 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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A margem de lucro líquida mostra, em percentual, quanto do faturamento se transforma em lucro após todos os custos, despesas e impostos.
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Para calcular a margem, é preciso obter o Lucro Líquido, que é a Receita Total menos todos os custos e despesas, dividir esse valor pela Receita Total e multiplicar por 100.
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A conta de energia elétrica é uma despesa operacional que pode ser reduzida sem afetar a operação e, por isso, melhora diretamente a margem de lucro líquida.
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Reduções de até 20% na conta de luz, como as oferecidas pela geração distribuída, podem elevar a margem em até 1 ponto percentual e gerar economia anual relevante para pequenas e médias empresas.
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Fórmula da margem de lucro líquida
Margem de lucro líquida (%) = (Lucro Líquido ÷ Receita Total) × 100
Para aplicar a fórmula, é preciso entender os dois termos centrais:
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Receita Total: valor bruto de tudo que a empresa faturou no período, antes de qualquer dedução. Inclui vendas de produtos, prestação de serviços e outras entradas operacionais.
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Lucro Líquido: valor que sobra da Receita Total depois de subtrair todos os custos operacionais, despesas administrativas, despesas financeiras, impostos e demais encargos. É o resultado final da operação.
A diferença entre uma margem saudável e uma margem apertada costuma estar em linhas de custo que parecem fixas, mas podem ser reduzidas. A conta de energia elétrica é um exemplo direto. Ela aparece todo mês, consome uma parcela relevante do faturamento e, na maioria das vezes, é tratada como inevitável.
Quer saber quanto esses custos fixos podem ser reduzidos na sua empresa? Simule o impacto de até 20% de economia na sua margem de lucro.
Passo 1: colete os dados da DRE
A Demonstração do Resultado do Exercício, ou DRE, reúne as informações necessárias para o cálculo da margem. Se a empresa não tiver uma DRE formal, é possível montar uma planilha simples com as seguintes informações do mês:
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Receita bruta de vendas ou serviços
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Deduções da receita bruta, como devoluções, descontos concedidos e impostos sobre vendas, por exemplo ISS, PIS e COFINS
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Custos dos produtos vendidos (CPV) ou custo dos serviços prestados (CSP), como matéria-prima, embalagens e mão de obra direta
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Despesas operacionais, como aluguel, folha de pagamento administrativa, marketing e manutenção
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Energia elétrica: valor total da conta de luz do período
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Despesas financeiras, como juros e tarifas bancárias
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Impostos sobre o lucro, como IRPJ e CSLL, quando aplicáveis
O Sebrae oferece explicações e materiais sobre a DRE para pequenas e médias empresas, que facilitam esse levantamento.
Passo 2: calcule o lucro líquido
Com os dados em mãos, siga a sequência de subtrações abaixo:
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Receita Bruta
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(-) Deduções da receita = Receita Líquida
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(-) Custos dos produtos ou serviços = Lucro Bruto
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(-) Despesas operacionais, incluindo energia elétrica = Resultado Operacional
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(-) Despesas financeiras = Resultado antes dos impostos
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(-) Impostos sobre o lucro = Lucro Líquido
A linha de energia elétrica aparece em destaque na etapa 4 porque representa uma das despesas operacionais com maior potencial de redução sem impacto na capacidade produtiva do negócio. Diferente de cortar pessoal ou reduzir estoque, reduzir o custo da energia não altera o funcionamento da operação.
Passo 3: aplique a fórmula da margem
Com o Lucro Líquido calculado, aplique a fórmula:
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Divida o Lucro Líquido pela Receita Total
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Multiplique o resultado por 100
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Use o número obtido como a Margem de Lucro Líquida em percentual
Exemplo direto: se o Lucro Líquido foi de R$ 3.000 e a Receita Total foi de R$ 30.000, a margem é (3.000 ÷ 30.000) × 100 = 10%. Esse percentual será a base para avaliar se o negócio está gerando lucro suficiente e como mudanças de custo podem melhorar esse resultado.
Passo 4: interprete o resultado
O percentual obtido indica quanto de cada real faturado sobrou como lucro para o negócio. Uma margem de 10% significa que, para cada R$ 100 vendidos, R$ 10 ficaram no caixa após o pagamento de todas as obrigações.
Não existe um valor ideal único, porque a margem varia por setor. O ponto central é acompanhar a evolução mês a mês e identificar quais linhas de custo comprimem o resultado. Quando a margem cai e a receita se mantém estável, o problema está nos custos.
Exemplo prático: restaurante com conta de luz
O exemplo a seguir é ilustrativo e usa valores mensais hipotéticos para um restaurante de pequeno porte:
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Receita bruta: R$ 50.000
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(-) Deduções, como impostos sobre vendas e devoluções: R$ 5.000
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= Receita líquida: R$ 45.000
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(-) Custo dos alimentos e bebidas (CPV): R$ 18.000
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= Lucro bruto: R$ 27.000
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(-) Despesas operacionais:
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Aluguel: R$ 5.000
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Folha administrativa: R$ 8.000
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Energia elétrica: R$ 2.500
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Outras despesas: R$ 3.000
Margem de lucro líquida = (6.000 ÷ 50.000) × 100 = 12%
Nesse exemplo, a conta de energia representa 5% da receita bruta. Qualquer redução nessa linha aumenta o lucro líquido e, como consequência, melhora a margem.

Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos. Antes e depois: impacto de reduzir até 20% na conta de luz
A tabela a seguir mostra o efeito de uma redução de até 20% na conta de energia elétrica sobre o lucro líquido e a margem, usando os mesmos dados do exemplo anterior. Os valores são ilustrativos.
Indicador
Antes da redução
Com redução de 20% na energia
Conta de energia elétrica
R$ 2.500
R$ 2.000
Economia mensal
–
R$ 500
Lucro Líquido
R$ 6.000
R$ 6.500
Margem de lucro líquida
12,0%
13,0%
Uma redução de R$ 500 mensais na conta de luz representa R$ 6.000 por ano que deixam de sair do caixa. Para um restaurante ou comércio com margem apertada, esse valor pode significar a diferença entre fechar o mês no azul ou no vermelho.
Veja como essa economia pode se traduzir na realidade da sua empresa. Calcule quanto você pode economizar por ano com a Serena Energia.
Diferença entre margem bruta e margem líquida
Os dois indicadores medem rentabilidade, mas em momentos diferentes da DRE:
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Margem bruta: calculada sobre o Lucro Bruto, que é a Receita Líquida menos apenas os custos diretos de produção ou aquisição, como CPV ou CSP. Ela mede a eficiência da operação principal do negócio, sem considerar despesas administrativas, energia, aluguel ou impostos sobre o lucro. Fórmula: (Lucro Bruto ÷ Receita Líquida) × 100.
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Margem líquida: calculada sobre o Lucro Líquido, que desconta custos diretos, despesas operacionais, incluindo energia elétrica, despesas financeiras e impostos. Ela representa o resultado que sobrou para o dono do negócio. Fórmula: (Lucro Líquido ÷ Receita Total) × 100.
Uma empresa pode ter margem bruta elevada e margem líquida baixa. Essa situação indica que os custos indiretos, como energia, aluguel e encargos financeiros, consomem o resultado gerado pela operação principal. Identificar e reduzir essas despesas é um caminho direto para aproximar as duas margens.
Como reduzir custos sem investimento inicial próprio?
Por meio da geração distribuída compartilhada, a Serena Energia conecta a empresa a fazendas solares próprias localizadas em regiões com alta incidência solar. Os créditos de energia limpa gerados nessas usinas são injetados na rede das concessionárias e abatidos diretamente na conta de luz, gerando os descontos mencionados anteriormente.

Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs. O processo funciona da seguinte forma:
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Primeiro, a empresa simula o desconto online, informando o valor médio da conta de luz
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Com a simulação em mãos, a contratação é feita 100% digitalmente, sem burocracia
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Nesse modelo, não há investimento inicial próprio em equipamentos, obras ou manutenção
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Durante todo o processo, a distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade
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Após a conexão, a empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia, já com o desconto aplicado
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A economia começa a aparecer a partir da primeira fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias
A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP no interior, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ no interior. A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Cargill e Heineken.

A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país. Para o gestor de pequena ou média empresa que não tem tempo nem capital para projetos complexos, a geração distribuída é uma estratégia eficaz para melhorar a margem de lucro líquida sem alterar a operação.
Pronto para melhorar sua margem sem investimento inicial? Descubra seu desconto em menos de 1 minuto.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre lucro bruto e lucro líquido?
O lucro bruto é o resultado da receita líquida menos apenas os custos diretos de produção ou aquisição dos produtos e serviços vendidos. O lucro líquido vai além e desconta também todas as despesas operacionais, como aluguel, energia elétrica e salários administrativos, além das despesas financeiras e dos impostos sobre o lucro. O lucro líquido é o valor que sobra para o negócio após o pagamento de todas as obrigações.
Com que frequência devo calcular a margem de lucro líquida?
O ideal é calcular a margem de lucro líquida mensalmente, usando os dados da DRE do período. O acompanhamento mensal permite identificar quando uma linha de custo começa a crescer de forma desproporcional à receita. A comparação da margem mês a mês e ano a ano oferece uma visão clara da saúde financeira do negócio ao longo do tempo.
A conta de energia elétrica entra como custo ou despesa na DRE?
A classificação depende da natureza do negócio. Em empresas industriais ou de produção, parte da energia pode ser classificada como custo direto de produção, dentro do CPV. Em restaurantes e comércios, a energia elétrica costuma ser classificada como despesa operacional, porque não está diretamente vinculada à fabricação de um produto específico. Em ambos os casos, a energia reduz o lucro líquido e, portanto, a margem.
Preciso instalar algum equipamento para contratar a geração distribuída da Serena Energia?
Não. A contratação da Serena Energia não exige instalação física na empresa. Não há placas solares, obras ou qualquer intervenção no imóvel. A energia continua chegando pela distribuidora local, exatamente como antes. A diferença é que a conta de luz passa a ter um desconto aplicado, resultado dos créditos gerados nas fazendas solares da Serena Energia e injetados na rede da concessionária.
Quanto tempo leva para começar a economizar com a Serena Energia?
Após a contratação, a distribuidora local precisa conectar o medidor da empresa ao sistema de créditos da Serena Energia. Esse processo pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto já aparece no valor cobrado. A contratação é feita de forma 100% digital e pode ser concluída em poucos minutos.
Conclusão
Calcular a margem de lucro líquida não exige conhecimento contábil avançado. Com os dados da DRE e quatro passos simples, qualquer gestor consegue obter o número em poucos minutos. O desafio está em agir sobre o resultado, identificar quais linhas de custo comprimem a margem e buscar formas de reduzi-las sem comprometer a operação.
A conta de energia elétrica é uma das despesas com maior potencial de redução imediata para pequenas e médias empresas. Com a geração distribuída da Serena Energia, a economia descrita ao longo deste artigo passa a ser realidade após a conexão com a distribuidora, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem burocracia. Cada real economizado na energia vai direto para o lucro líquido e melhora a margem do negócio.
Veja na prática como essa redução de custo pode fortalecer o caixa da sua empresa. Simule agora o desconto na sua conta de luz.
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