Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 27 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Monitorar o consumo por m² permite identificar rapidamente quais lojas consomem mais do que a média e concentram o maior potencial de economia.
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Padronizar rotinas operacionais, como programação de ar-condicionado e uso de sensores de presença, reduz desperdícios sem investimento inicial.
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Comparar lojas por formato e normalizar por área de vendas evita erros de análise e revela ineficiências que não aparecem em números absolutos.
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Revisar contratos e tarifas a cada seis meses, junto com KPIs de energia, ajuda a capturar oportunidades de redução de custo que passariam despercebidas.
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A Serena Energia oferece geração distribuída sem investimento inicial, com desconto de até 20% e fatura única para todas as unidades da rede. Você pode simular esse desconto em menos de 1 minuto no simulador online da Serena Energia.
1. Por que o custo de energia pesa tanto no varejo?
O setor comercial brasileiro consumiu 104,1 TWh de eletricidade em 2024, um crescimento de 6,3% em relação ao ano anterior. Dentro desse total, o comércio varejista está entre os principais consumidores da classe comercial.
Para um gestor de rede de lojas, esse volume se traduz em uma despesa relevante. A conta de luz costuma figurar entre as três maiores despesas do negócio. Só o ar-condicionado responde por 30% a 60% do consumo total de energia de uma loja. Em redes com 5, 20 ou 50 lojas, o impacto no fluxo de caixa é imediato e recorrente.

2. Como mapear o consumo de todas as suas lojas em uma única visão?
Concentrar os dados de consumo em um painel único facilita a comparação entre unidades. O indicador mais útil para comparar lojas de tamanhos diferentes é o consumo por m² (kWh/m²/mês). Benchmarks setoriais mostram que diferentes tipos de loja apresentam níveis variados de consumo por causa da iluminação intensa e do controle de temperatura rigoroso.
Para construir essa visão consolidada:
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Reúna pelo menos 12 meses de faturas de todas as unidades.
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Calcule o kWh/m² de cada loja dividindo o consumo mensal pela área de vendas.
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Agrupe as lojas por formato, como rua, shopping e quiosque, antes de comparar. Cada formato tende a ter características energéticas distintas.
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Identifique as unidades com maior desvio positivo em relação à média da rede. Essas lojas concentram o maior potencial de economia.
3. Quais 7 ações práticas você pode aplicar hoje sem gastar nada?
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Substituir lâmpadas por LED e adicionar controles inteligentes: controles de iluminação inteligentes podem adicionar cerca de 25% de economia de energia além da troca simples para LED, que por si só economiza cerca de 50%.
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Programar o ar-condicionado fora do horário de pico: iniciar o resfriamento em períodos de menor demanda e desligar antes do fechamento reduz o consumo sem custo adicional.
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Instalar sensores de presença em áreas de apoio: depósitos, banheiros e corredores internos com sensores de ocupação evitam iluminação desnecessária fora do horário de movimento.
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Adotar telemetria básica por unidade: o monitoramento em tempo real apoia a gestão de picos de demanda e a redução de consumo desnecessário.
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Definir metas de consumo por m² para cada loja: o acompanhamento regular de KPIs de energia aumenta a probabilidade de redução consistente de consumo.
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Revisar contratos e tarifas a cada 6 meses: a verificação de enquadramentos tarifários e condições contratuais pode revelar cobranças indevidas e oportunidades de redução de custos.
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Treinar equipes em rotinas de abertura e fechamento: o funcionamento noturno excessivo do ar-condicionado gera gasto anual elevado. Procedimentos padronizados reduzem esse desperdício sem investimento.
4. Como comparar as principais soluções disponíveis?
A tabela a seguir compara as principais alternativas para redes de varejo. Os critérios centrais são investimento inicial, necessidade de obra, tempo até a primeira economia, forma de faturamento e capacidade de atender múltiplas unidades.
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Critério |
Status quo (distribuidora local) |
Instalação própria de painéis solares |
Outras empresas de geração distribuída |
Serena Energia |
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Investimento inicial |
Nenhum |
Geralmente zero, com variação por empresa |
Zero |
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Necessidade de obra |
Não |
Sim, com risco de interromper a operação |
Não |
Não |
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Tempo até a primeira economia |
Sem economia |
Anos para recuperar o investimento |
Variável conforme empresa |
Até 90 dias para conexão, com economia na primeira fatura após esse período |
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Fatura única |
Sim, apenas da distribuidora |
Sim, apenas da distribuidora após a instalação |
Geralmente não, com duas faturas separadas |
Sim, com consolidação em uma única fatura |
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Escalabilidade para múltiplas unidades |
Não aplicável |
Exige obra e investimento em cada unidade |
Limitada pela estrutura de cada empresa |
Atende todas as unidades na mesma área de concessão, com gestão 100% digital |
5. Quais erros mais comuns gestores cometem ao tentar reduzir a conta de luz?
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Comparar lojas sem normalizar por m²: uma loja maior sempre consome mais em termos absolutos. Redes de varejo identificam variações relevantes de desempenho entre lojas de tamanho similar quando usam benchmarking por m². Sem essa normalização, muitas ineficiências permanecem invisíveis.
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Agir apenas nas maiores unidades: lojas menores com alto kWh/m² frequentemente concentram desperdícios operacionais que podem ser corrigidos sem custo.
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Ignorar o consumo fora do horário comercial: um prédio comercial bem ajustado mantém o consumo no período desocupado em uma fração do nível do período ocupado. Unidades que consomem entre 50% e 70% do nível diurno à noite apresentam desperdício relevante.
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Descartar geração distribuída por desconhecimento: muitos gestores associam energia solar a obras e investimento próprio elevado. A geração distribuída compartilhada funciona de forma diferente, sem instalação no imóvel do cliente.
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Não revisar contratos periodicamente: tarifas e enquadramentos mudam ao longo do tempo. Uma revisão semestral de contratos e KPIs costuma ser suficiente para capturar oportunidades que não aparecem na rotina.
6. Quais KPIs usar para medir resultados mês a mês?
Evitar os erros descritos acima exige acompanhamento sistemático. Três indicadores cobrem a maior parte das necessidades de um gestor de rede de lojas:
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kWh/m²/mês por unidade: a intensidade energética é um KPI central para comparar o desempenho entre unidades de uma carteira comercial. Acompanhe a evolução mensal e compare cada loja com a média da rede.
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Percentual de economia mês a mês: calcule a variação de consumo em relação ao mesmo mês do ano anterior, com ajuste para mudanças de horário de funcionamento ou sazonalidade. Organizações que fazem esse acompanhamento regular tendem a obter reduções mais consistentes.
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Custo de energia por m² (R$/m²/mês): esse indicador traduz o desempenho operacional em impacto financeiro direto e facilita a comunicação com sócios e diretores financeiros.
Esses três KPIs só geram valor quando acompanhados de forma consistente. Por isso, revise esses indicadores e os contratos de energia a cada 6 meses para confirmar se as ações implementadas continuam gerando resultado e se novas oportunidades não ficam represadas.
7. Como a Serena Energia entrega economia de até 20% em até 90 dias?
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de atuação no setor. Suas usinas solares ficam em regiões com irradiação acima da média, o que permite gerar energia a um custo de produção menor e repassar essa eficiência ao cliente na forma de desconto que pode chegar a até 20% na conta de luz.

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).
O processo segue etapas simples:
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Simulação online: o gestor acessa o simulador, informa o valor médio da conta de luz e recebe uma estimativa de economia em menos de 1 minuto.
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Contratação 100% digital: o envio de documentos ocorre de forma online, com assinatura digital do contrato, sem deslocamento e com pouca burocracia.
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Período de conexão: a distribuidora local realiza a configuração técnica, em um processo que leva até 90 dias.
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Primeira fatura com desconto: após a conexão, o cliente passa a receber uma fatura única da Serena Energia com o desconto aplicado. A Serena quita os valores devidos à distribuidora.
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Acompanhamento pelo portal: o portal do cliente centraliza faturas, histórico de consumo e economia de todas as unidades em um único lugar.
Para redes de lojas, ter escalabilidade é um diferencial direto. Todas as unidades dentro da mesma área de concessão e nos estados de atuação podem ser atendidas pela mesma plataforma digital, sem obras e sem negociações separadas por unidade.
Perguntas frequentes sobre controle de custos de energia em redes de lojas
Preciso instalar alguma coisa nas minhas lojas para contratar a Serena Energia?
Não. Nenhuma placa solar, nenhum equipamento e nenhuma obra são necessários. A geração de energia acontece nas usinas da Serena Energia, localizadas em regiões estratégicas do Brasil. A energia chega às lojas pela rede da distribuidora local, da mesma forma que já chega hoje. A diferença é que a conta passa a vir com o desconto mencionado anteriormente após o período de conexão.
Como funciona a fatura única para uma rede com várias lojas?
A Serena Energia consolida em uma única fatura os custos da energia gerada, já com o desconto aplicado, e os encargos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade e iluminação pública. Ao pagar essa fatura, todas as obrigações financeiras relacionadas ao fornecimento de energia ficam quitadas. Em redes de lojas, essa consolidação reduz o esforço de controle de múltiplas faturas por unidade e simplifica o processo administrativo.
Quanto tempo leva para começar a economizar?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a configuração técnica necessária, em um processo que pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura emitida depois desse período, o desconto já aparece aplicado, sem período de carência adicional e sem custos de ativação.
A Serena Energia consegue atender todas as unidades da minha rede?
A Serena Energia atende empresas em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior). Todas as unidades dentro da mesma área de concessão e nesses estados podem ser incluídas na mesma contratação digital, sem negociações separadas por loja. O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de cada unidade em um único painel.
As ações operacionais deste guia e a geração distribuída podem ser usadas juntas?
Sim. Essa combinação forma uma abordagem completa para controle de custos de energia em redes de lojas. As ações operacionais, como programação de ar-condicionado, sensores de presença e monitoramento por m², reduzem o consumo total de cada unidade. A geração distribuída da Serena Energia aplica o desconto sobre o valor que resta a pagar, independentemente do volume consumido. As duas estratégias atuam em camadas diferentes e se complementam.
Resumo: o que você consegue fazer depois de aplicar este guia?
Ao seguir as etapas descritas, um gestor de rede de lojas passa a ter visibilidade real do consumo por m² de cada unidade, rotinas operacionais padronizadas que reduzem desperdício fora do horário comercial e uma solução de geração distribuída que oferece o percentual de economia apresentado neste guia, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem interrupção da operação.
Os KPIs de kWh/m², percentual de economia mês a mês e custo por m² devem ser revisados a cada 6 meses, junto com os contratos de energia. Esse ciclo de revisão ajuda a manter os resultados e a capturar novas oportunidades à medida que a rede cresce.
A Serena Energia, com mais de 17 anos de mercado e atuação em 11 estados brasileiros, oferece a estrutura necessária para escalar essa solução para todas as unidades da rede de forma digital, previsível e com baixa burocracia.