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Como reduzir custo de energia e aumentar a margem de lucro?

Como reduzir custo de energia e aumentar a margem de lucro?

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

  • Empresas do Grupo A podem reduzir de forma relevante a conta de energia ao diagnosticar consumo, ajustar a demanda contratada e eliminar cobranças por capacidade não utilizada.
  • Ações operacionais simples, como desligar equipamentos em stand-by e redistribuir cargas fora do horário de ponta, geram economia sem necessidade de investimento.
  • A revisão do contrato com a distribuidora é um passo independente e pode reduzir custos mesmo com a empresa ainda no mercado cativo.
  • A migração gerenciada para o mercado livre de energia permite contratar energia renovável com preço fixo antecipado, reduzindo o impacto das bandeiras tarifárias.
  • Com a Serena Energia, o processo completo ocorre sem custo adicional e sem risco para a operação. Fale com um consultor e inicie a economia em até seis meses.

Pré-requisitos e condições iniciais

O processo começa com a organização das informações básicas da unidade consumidora.

  • Faturas de energia dos últimos 12 meses da distribuidora local.
  • Contrato de demanda contratada vigente.
  • Histórico de consumo mensal em kWh e registro de picos de demanda em kW.
  • Envolvimento das áreas financeira, operações e, quando aplicável, sustentabilidade.
  • Alinhamento da liderança sobre o prazo de seis meses até o início da economia.

Não há consumo mínimo exigido. Qualquer empresa do Grupo A, conectada em média ou alta tensão, pode migrar para o mercado livre de energia.

Visão geral do processo em 6 etapas

O caminho para reduzir custo de energia e aumentar margem de lucro segue seis etapas encadeadas, da análise inicial à gestão contínua.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.
  1. Realizar diagnóstico do consumo e da demanda contratada.
  2. Aplicar medidas de eficiência sem investimento significativo.
  3. Revisar o contrato com a distribuidora.
  4. Concluir a migração gerenciada para o mercado livre de energia com a Serena Energia.
  5. Monitorar mensalmente o consumo e calcular energia por produto.
  6. Manter a otimização contínua e estruturar a certificação de sustentabilidade.

Passo a passo: como reduzir custo de energia e aumentar margem de lucro

Passo 1: diagnóstico do consumo e da demanda contratada

Objetivo: mapear onde e quando a empresa consome energia e verificar se a demanda contratada está alinhada ao perfil real da operação.

Ações:

  • Levantar o consumo mensal em kWh dos últimos 12 meses e identificar sazonalidades. Esse histórico mostra períodos de maior e menor demanda.
  • Comparar a demanda contratada em kW com a demanda medida registrada nas faturas. Essa comparação indica se há capacidade ociosa ou ultrapassagens recorrentes.
  • Identificar horários de ponta com maior consumo e avaliar a possibilidade de deslocar cargas para outros horários. Essa redistribuição reduz picos e custos associados.
  • Mapear equipamentos de maior consumo, como compressores, chillers, fornos e sistemas de iluminação e climatização. Esse mapeamento orienta a priorização de ajustes operacionais.

Responsável interno: gerente de operações ou facilities, com suporte do controller.

Atenção: demanda contratada acima do consumo real gera cobrança de capacidade não utilizada. Demanda abaixo do consumo real gera multas por ultrapassagem. Ajustar esse equilíbrio costuma ter alto impacto sem exigir investimento.

Passo 2: medidas de eficiência sem investimento significativo

Objetivo: reduzir o consumo por meio de ajustes operacionais e comportamentais, sem obras ou compra de novos equipamentos.

Ações:

  • Desligar equipamentos em stand-by fora do horário de produção para evitar consumo desnecessário.
  • Ajustar set points de climatização e refrigeração para faixas operacionais adequadas, evitando resfriamento ou aquecimento excessivos.
  • Redistribuir cargas pesadas para fora do horário de ponta, reduzindo o custo nos períodos mais caros.
  • Implementar rotinas de verificação de vazamentos em sistemas de ar comprimido, que costumam gerar perdas constantes.
  • Revisar contratos de manutenção preventiva de equipamentos de alta potência para manter a operação próxima à eficiência nominal.

Referência: a Empresa de Pesquisa Energética publica estudos sobre eficiência energética no setor industrial e comercial brasileiro que ajudam a priorizar essas ações.

Atenção: registrar o consumo antes e depois de cada ajuste permite medir o impacto e construir um histórico de economia.

Quer estimar a economia com medidas de eficiência e migração? Fale com a Serena Energia e calcule o potencial de redução de custo da sua empresa.

Passo 3: revisão do contrato com a distribuidora

Objetivo: adequar a demanda contratada ao perfil real de consumo e reduzir cobranças desnecessárias.

Ações:

  • Usar o diagnóstico do Passo 1 para solicitar à distribuidora o ajuste da demanda contratada.
  • Verificar se o enquadramento tarifário, como subgrupos A1, A2, A3, A3a e A4, está correto para o nível de tensão da unidade.
  • Avaliar se há cobranças de ultrapassagem recorrentes que indiquem subdimensionamento da demanda.

Atenção: esse passo é independente da migração para o mercado livre de energia. A empresa pode reduzir custo ainda no mercado cativo enquanto o processo de migração avança.

Passo 4: migração gerenciada para o mercado livre de energia com a Serena Energia

Objetivo: sair do mercado cativo, em que os preços são regulados, e passar a contratar energia diretamente com um fornecedor escolhido, com preço acordado antecipadamente e origem renovável certificada.

Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.
A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.

Ações e responsabilidades:

  • Análise de viabilidade: a Serena Energia analisa as faturas e o perfil de consumo da empresa e projeta a economia esperada. Esse serviço não tem custo.
  • Processo burocrático: a Serena Energia conduz todo o processo junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e à distribuidora, incluindo documentação técnica, jurídica e financeira, adequação do sistema de medição e instalação dos equipamentos necessários, sem custo adicional para o cliente.
  • Prazo: o processo leva seis meses. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.
  • Fornecimento físico: a distribuidora local continua responsável pela entrega da eletricidade. A migração é um processo comercial e contratual. O risco de interrupção de fornecimento é nulo.
  • Gestão contínua: após a migração, a Serena Energia representa a empresa perante a CCEE, cuida do pagamento à distribuidora e disponibiliza um consultor dedicado. O cliente recebe duas faturas e conta com suporte especializado.

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer. No mercado livre de energia, atua majoritariamente com energia renovável e oferece economia em relação ao mercado cativo.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Pronto para iniciar a migração para o mercado livre de energia? Converse com um consultor da Serena Energia e organize o processo para os próximos seis meses.

Passo 5: monitoramento mensal e cálculo de energia por produto

Objetivo: transformar o dado de consumo em indicador de gestão e conectar o custo de energia à produção ou às operações da empresa.

Ações:

  • Acompanhar mensalmente o painel da Serena Energia, que exibe economia consolidada, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, consumo realizado e previsão de consumo.
  • Calcular o indicador de energia por produto, como kWh por unidade produzida, por metro quadrado atendido ou por receita gerada, conforme recomendado pela Agência Internacional de Energia em seu relatório de eficiência energética.
  • Comparar faturas mensais antes e depois da migração para quantificar a economia acumulada.

Passo 6: certificação de sustentabilidade com I-RECs

Objetivo: documentar o consumo de energia renovável para relatórios ESG e atendimento a exigências de stakeholders.

Ações:

  • Solicitar à Serena Energia a emissão de I-RECs, certificados internacionais de energia renovável, correspondentes ao consumo da empresa.
  • Usar os certificados nos relatórios anuais de sustentabilidade para comprovar o abatimento das emissões de Escopo 2.
  • Avaliar créditos de carbono para neutralizar outras fontes de emissão além da energia elétrica.

Erros comuns e como corrigir

Erro Consequência Correção
Não revisar a demanda contratada antes de migrar Contrato no mercado livre de energia dimensionado de forma incorreta Realizar o diagnóstico do Passo 1 antes de fechar qualquer contrato
Iniciar o processo sem envolver o financeiro Atrasos na aprovação e perda de meses de economia Alinhar CFO e controller desde o início
Não monitorar o consumo após a migração Exposição ao mercado de curto prazo por desvio de consumo Usar o painel da Serena Energia mensalmente
Ignorar a certificação de sustentabilidade Perda de valor em relatórios ESG e auditorias Solicitar I-RECs junto com o contrato de energia
Adiar a decisão esperando o “momento certo” Cada mês de atraso representa mais um mês pagando tarifa regulada Iniciar a análise de viabilidade o quanto antes

Verificação de resultados e métricas de acompanhamento

O acompanhamento de indicadores claros mostra se o plano de redução de custo está avançando.

  • Economia mensal consolidada: diferença entre o valor que seria pago no mercado cativo e o valor efetivamente pago no mercado livre de energia, acumulada mês a mês.
  • Comparação entre faturas: análise linha a linha das faturas antes e depois da migração, disponível no painel da Serena Energia.
  • Redução da variabilidade de custos: comparação do desvio padrão mensal da conta de energia antes e depois do contrato com preço acordado antecipadamente.
  • Energia por produto: kWh consumido dividido pelo volume produzido ou pela receita gerada no período, conforme metodologia da IEA.
  • Emissões de Escopo 2: toneladas de CO₂ equivalente abatidas com base nos I-RECs emitidos.

Opções avançadas e próximos passos

Após estabilizar o contrato no mercado livre de energia, a empresa pode aprofundar a estratégia de energia e sustentabilidade.

O consultor dedicado da Serena Energia pode apoiar a revisão periódica do volume contratado com base na evolução do consumo real, a avaliação de projetos de eficiência energética de maior porte com base nos dados acumulados do painel e a ampliação da estratégia de sustentabilidade com créditos de carbono para emissões além do Escopo 2.

A CCEE e a EPE publicam dados periódicos sobre o mercado que apoiam decisões de longo prazo.

Perguntas frequentes

Minha empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia mesmo com consumo baixo?

Sim. Não existe consumo mínimo para migrar. O critério de elegibilidade é o enquadramento no Grupo A, que reúne empresas conectadas em média e alta tensão. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.

Quanto tempo leva o processo de migração?

O processo leva seis meses para concluir todas as etapas junto à CCEE. Como explicado no passo de migração, a Serena Energia conduz esse processo sem custo adicional para o cliente.

A empresa vai ficar sem energia durante a migração?

Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua obrigada a entregar a eletricidade na unidade consumidora durante e após a migração. A única mudança é o fornecedor com quem a empresa passa a comprar a energia.

Como funciona o pagamento após a migração?

Após a migração, a empresa passa a receber duas faturas. Uma fatura vem da Serena Energia, referente à energia contratada. A outra fatura vem da distribuidora, referente ao uso da rede de distribuição. A Serena Energia centraliza a gestão e cuida do pagamento à distribuidora, o que simplifica o processo para o cliente.

O que é o I-REC e como ele ajuda nos relatórios de sustentabilidade?

O I-REC, certificado internacional de energia renovável, comprova de forma auditável que determinado volume de energia foi gerado por fonte renovável. Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente. Esse documento é uma das principais ferramentas para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios ESG e atender exigências de investidores, clientes e auditorias externas.

Conclusão: coloque sua energia no lugar certo

Empresas do Grupo A, conectadas em média e alta tensão, têm um caminho estruturado para reduzir o custo de energia e aumentar a margem de lucro: diagnóstico de consumo, ajustes operacionais sem investimento pesado, revisão contratual e migração gerenciada para o mercado livre de energia. O processo leva seis meses e, com a Serena Energia, ocorre de ponta a ponta sem custo adicional e sem risco para a operação.

O resultado é uma conta de energia com preço acordado antecipadamente, economia em relação ao mercado cativo, painel de monitoramento mensal e certificação I-REC para os relatórios de sustentabilidade. A trajetória da Serena, com clientes de grande porte em diversos setores, sustenta essa proposta.

Quer colocar a energia da sua empresa para trabalhar a favor da margem de lucro? Fale com um consultor da Serena Energia e entenda o potencial de economia da sua operação.

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