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Como reduzir custos de energia em indústrias: 7 etapas

Como reduzir custos de energia em indústrias: 7 etapas

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

  • Indústrias do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia sem consumo mínimo, o que reduz a dependência de tarifas reguladas e bandeiras tarifárias.

  • Seguir um processo estruturado em 7 etapas, da verificação de elegibilidade ao monitoramento contínuo, reduz custos e aumenta a previsibilidade orçamentária.

  • Firmar contratos de 3 a 5 anos com preço fixo reduz o impacto de reajustes anuais e facilita o planejamento financeiro de longo prazo.

  • Contratar energia renovável com emissão de I-RECs fortalece relatórios ESG e apoia metas de sustentabilidade.

  • Para iniciar sua migração com suporte completo e sem custo, fale com a Serena Energia.

Visão geral: 7 etapas para reduzir custos de energia

A migração para o mercado livre de energia segue uma sequência lógica e gerenciável. Cada etapa contribui para eliminar custos desnecessários e criar previsibilidade no orçamento, desde a verificação inicial até o monitoramento contínuo que mantém a economia ao longo do tempo. Veja a visão macro das 7 etapas:

  1. Verificar a elegibilidade da empresa: confirmar se a unidade está no Grupo A, em média ou alta tensão.

  2. Analisar o perfil de consumo: mapear sazonalidades e picos de demanda para dimensionar o contrato.

  3. Escolher uma comercializadora confiável: selecionar um parceiro com geração própria, histórico sólido e gestão completa do processo.

  4. Registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica): cumprir as exigências documentais obrigatórias para operar no mercado livre de energia.

  5. Negociar o contrato de energia: definir preço, prazo e volume com o fornecedor escolhido.

  6. Implementar o sistema de medição: instalar os equipamentos de medição horária exigidos pelo mercado livre de energia.

  7. Monitorar e ajustar o consumo: acompanhar os resultados mensalmente e identificar oportunidades de eficiência.

Passo a passo: como migrar para o mercado livre de energia

1. Verificar a elegibilidade da empresa

O primeiro passo é confirmar se a empresa pertence ao Grupo A, ou seja, se recebe energia em média ou alta tensão. Desde janeiro de 2024, qualquer empresa nessa faixa pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. A Serena Energia realiza essa análise de elegibilidade sem custo.

2. Analisar o perfil de consumo

O mapeamento do consumo mensal em kWh revela sazonalidades, picos de demanda e eventuais desperdícios. Essa análise serve de base para escolher o tipo de contrato mais adequado e estimar o potencial de economia.

Consumidores acima de 500 kW no Brasil podem adquirir energia diretamente de geradores via contratos bilaterais e PPAs, o que reduz a exposição ao mercado de curto prazo. O mapeamento preciso do consumo é o que torna esse contrato eficiente.

Quer ver quanto sua empresa pode economizar com base no seu perfil de consumo? Simule seu desconto com a Serena Energia.

3. Escolher uma comercializadora confiável

A escolha do parceiro de energia define a qualidade do fornecimento e o nível de suporte ao longo do contrato. Empresas que atuam apenas como intermediárias dependem de terceiros para assegurar a entrega da energia.

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer. Essa integração entre geração e comercialização aumenta a segurança do fornecimento e a competitividade dos preços.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

4. Registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)

O registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) é obrigatório para participar do mercado livre de energia. O processo exige documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz todas essas etapas sem custo adicional para o cliente.

Quer entender como funcionam o registro e a migração na prática? Fale com um de nossos consultores.

5. Negociar o contrato de energia

No mercado livre de energia, o preço é acordado antecipadamente entre a empresa e o fornecedor. Normalmente, contratos têm duração de 3 a 5 anos, com preço fixo para a energia contratada. Esse modelo reduz a incerteza das bandeiras tarifárias e permite um planejamento orçamentário mais preciso.

6. Implementar o sistema de medição

A medição horária é obrigatória no mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição compatíveis, sem custo adicional ao cliente. Essa etapa ocorre de forma planejada e não interfere na operação da planta.

7. Monitorar e ajustar o consumo

Após a migração, o acompanhamento mensal dos resultados mostra a comparação entre os custos do mercado regulado e do mercado livre de energia e ajuda a identificar oportunidades de eficiência.

A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal, consumo realizado, previsão de consumo e comparativo entre os dois ambientes de contratação.

Silhueta de várias turbinas eólicas alinhadas ao longo da costa durante um pôr do sol colorido, com reflexos na água.
A exploração de recursos naturais, como os ventos costeiros, é essencial para manter a escala e a sustentabilidade necessárias no Mercado Livre de Energia.

Erros comuns e como evitá-los

Falta de planejamento antecipado: O processo de migração tem um prazo de 6 meses, referente ao aviso prévio exigido para encerrar o contrato com a distribuidora. Empresas que postergam a decisão perdem meses de economia.

Documentação incompleta: O registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) exige documentos técnicos, jurídicos e financeiros. Qualquer pendência atrasa o processo e empresas que conduzem essa etapa internamente costumam enfrentar idas e vindas com a CCEE. Com a Serena Energia gerenciando essa etapa, o risco de erro é eliminado.

Desalinhamento entre áreas: A migração envolve decisões financeiras, operacionais e de sustentabilidade. Quando as áreas não estão alinhadas desde o início, surgem atrasos internos. O ideal é envolver o diretor financeiro, o gerente de operações e o gestor de ESG desde a análise de viabilidade.

Subestimar o monitoramento pós-migração: A economia contratada só se concretiza plenamente com acompanhamento ativo do consumo. Desvios em relação ao volume contratado podem gerar liquidações no mercado de curto prazo. A gestão contínua da Serena Energia reduz essa exposição.

Como verificar os resultados e acompanhar a economia

Os principais indicadores a monitorar após a migração são o custo por MWh contratado em comparação ao custo equivalente no mercado regulado, o desvio entre consumo realizado e volume contratado e a economia consolidada acumulada desde a migração.

A revisão deve ser mensal, com análise trimestral mais aprofundada para identificar ajustes contratuais ou oportunidades de eficiência operacional. O painel da Serena Energia centraliza esses dados em tempo real, com comparativo direto entre os dois ambientes de contratação.

Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de sustentabilidade

Após dominar o processo básico de migração, empresas com necessidades mais complexas podem ampliar a estratégia. Empresas com várias unidades industriais podem consolidar a gestão energética sob um único parceiro, o que simplifica o controle e aumenta o poder de negociação.

A Serena Energia atende grupos com múltiplos pontos de consumo em todo o Brasil. Gestores de ESG podem usar a contratação de energia renovável para fortalecer metas ambientais.

A Serena Energia emite I-RECs (International Renewable Energy Certificates) para cada MWh consumido. Esses certificados comprovam, de forma auditável e reconhecida globalmente, que a energia consumida é de origem renovável, o que é essencial para relatórios de sustentabilidade e cumprimento de metas de Escopo 2.

Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Perguntas frequentes sobre redução de custos de energia

Minha empresa precisa de um consumo mínimo para migrar para o mercado livre de energia?
Não. Basta que a empresa pertença ao Grupo A, ou seja, que receba energia em média ou alta tensão. Não há consumo mínimo exigido para a migração.

A migração para o mercado livre de energia pode interromper o fornecimento de energia na minha planta?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da energia, pelos fios e pela estabilidade da rede. A única mudança é de quem a empresa compra a energia.

Quanto tempo leva o processo de migração?
O prazo regulamentar é de 6 meses, referente ao aviso prévio exigido para encerrar o contrato com a distribuidora. A Serena Energia conduz todas as etapas desse processo sem custo adicional para o cliente.

O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição, acompanhando o consumo e orientando ajustes quando necessário.

Como a energia renovável contratada no mercado livre de energia contribui para as metas de ESG da minha empresa?
A Serena Energia fornece energia de origem eólica e emite I-RECs para cada MWh consumido. Esses certificados são reconhecidos globalmente e permitem que a empresa declare, de forma auditável, que seu consumo de eletricidade é 100% renovável, atendendo às exigências de investidores, consumidores e relatórios de sustentabilidade.

Conclusão: tornar a conta de energia uma vantagem competitiva

Permanecer no mercado regulado significa lidar com reajustes anuais, bandeiras tarifárias e imprevisibilidade orçamentária como parte fixa do negócio.

O mercado livre de energia oferece o caminho oposto, com preço acordado antecipadamente, energia de origem renovável certificada e gestão completa do processo por um parceiro especializado.

As 7 etapas descritas neste guia mostram que a migração é um processo estruturado, com prazo definido e riscos gerenciáveis, especialmente quando conduzida por uma empresa com a experiência e a capacidade de geração da Serena Energia.

O segmento de consumidores de média e alta tensão no Brasil cresce de forma consistente, o que indica que a migração deixou de ser uma vantagem competitiva isolada e passou a ser uma necessidade estratégica.

Empresas que iniciam o processo agora chegam ao mercado livre de energia em até 6 meses. Cada mês de atraso representa mais um ciclo de pagamento de tarifas reguladas com tendência de alta. Começar a migração agora ajuda a direcionar a energia financeira da empresa para o crescimento do negócio.

Comece sua migração com a Serena Energia e coloque sua energia no crescimento do seu negócio.

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