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Como reduzir despesas fixas sem demitir funcionários

Como reduzir despesas fixas sem demitir funcionários

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

  • Despesas fixas como energia, aluguel e contratos podem ser reduzidas sem cortar o quadro de colaboradores.

  • Ações de baixo esforço, como auditoria de software e políticas de conscientização, geram resultados em até 30 dias.

  • Negociações de contratos e centralização de fornecedores oferecem economias estruturais em 60 a 120 dias.

  • A migração para o mercado livre de energia é a ação de maior impacto para empresas do Grupo A, pois traz preço fixo e previsibilidade orçamentária.

  • Conheça as soluções da Serena Energia e transforme sua conta de luz em vantagem competitiva.

O que são despesas fixas e por que elas importam agora

Despesas fixas são custos que não variam diretamente com o volume de produção ou vendas: aluguel, folha de pagamento, contratos de serviços, seguros e energia elétrica. Em um cenário de pressão sobre margens, essas linhas concentram o maior potencial de redução estrutural. Pesquisas recentes mostram que muitas empresas buscam evitar demissões, o que confirma a busca por alternativas que não envolvam redução de headcount. As 9 ações a seguir seguem esse caminho, em três níveis: ajustes rápidos, consolidações estruturais e mudança de modelo com a migração para o mercado livre de energia.

1. Renegocie contratos de aluguel e facilities

O objetivo é reduzir o custo fixo de ocupação sem mudar de endereço. O esforço é médio, pois exige levantamento de mercado e negociação direta com proprietários ou gestoras de imóveis. O prazo para resultado varia de 30 a 90 dias.

Contratos longos, especialmente os firmados antes de 2020, frequentemente têm condições acima do mercado atual. Uma revisão com base em comparativos de metro quadrado na região pode abrir espaço para reajustes ou concessões, como carências e reformas por conta do locador. Revisar cláusulas de reajuste, prazos e multas também ajuda a alinhar o contrato ao momento da empresa.

2. Audite e consolide licenças de software

O objetivo é eliminar licenças de software não utilizadas ou duplicadas. O esforço é baixo, e um inventário de TI já resolve boa parte do problema. O prazo para resultado é de até 30 dias após o cancelamento ou downgrade dos planos.

Cláusulas de renovação automática em contratos podem corroer quase 9% da receita anual quando não recebem monitoramento. Mapear cada ferramenta ativa, cruzar com o uso real e consolidar fornecedores é uma ação de alto retorno com baixo risco operacional. A empresa reduz custos recorrentes e simplifica o suporte e a gestão de acessos.

3. Revise pacotes de benefícios corporativos

O objetivo é adequar benefícios ao perfil real dos colaboradores, eliminando coberturas subutilizadas. O esforço é médio, pois envolve RH, jurídico e comunicação interna. O prazo para resultado é de 60 a 90 dias.

Pesquisas internas de satisfação com benefícios frequentemente revelam que parte do pacote tem baixa adesão. Substituir itens de baixo uso por alternativas mais valorizadas pode reduzir o custo total sem impacto negativo na percepção dos funcionários. Ajustar franquias, redes credenciadas e modelos de coparticipação também contribui para equilibrar custo e valor percebido.

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4. Otimize horas extras e escalas operacionais

O objetivo é reduzir o custo de horas extras sem afetar a capacidade produtiva. O esforço é médio, com envolvimento de operações e RH. O prazo para resultado é de 30 a 60 dias.

A revisão de escalas com base em dados históricos de demanda permite redistribuir a carga de trabalho de forma mais eficiente. O custo total por colaborador no Brasil pode chegar a 1,5 a 2 vezes o salário base quando se somam encargos, 13º salário e férias. Reduzir horas extras estruturais tem impacto direto nessa equação e libera orçamento para investimentos em produtividade.

5. Centralize serviços bancários e de seguros

O objetivo é consolidar relacionamentos financeiros para obter melhores condições. O esforço é baixo a médio. O prazo para resultado é de 60 a 120 dias.

Empresas que operam com múltiplos bancos e seguradoras sem uma política de concentração perdem poder de negociação. A centralização de contas, seguros patrimoniais e de responsabilidade civil em menos fornecedores abre espaço para descontos por volume e redução de tarifas administrativas. Essa concentração também simplifica o controle de riscos e o acompanhamento de indicadores financeiros.

6. Implemente automação de processos administrativos

O objetivo é liberar capacidade operacional sem aumentar headcount. O esforço é médio a alto na implantação, mas o resultado é estrutural.

Equipes financeiras ainda gastam até 80% do tempo coletando e reconciliando dados, e a automação libera esse tempo para trabalho de maior valor. Ao eliminar tarefas manuais repetitivas, a automação de processos permite que a equipe se concentre em análise e decisão, o que aumenta a produtividade sem necessidade de novas contratações.

7. Renegocie contratos com fornecedores de manutenção

O objetivo é adequar escopo e frequência de serviços ao uso real dos ativos. O esforço é médio. O prazo para resultado é de 30 a 90 dias.

Contratos de manutenção preventiva e corretiva costumam ser renovados automaticamente sem revisão de escopo. A gestão estratégica de fornecedores e contratos é uma das alavancas que entregam valor sustentável, em vez de cortes pontuais. Revisar frequências, SLAs e penalidades pode gerar economia sem comprometer a operação.

8. Adote políticas de conscientização de consumo

O objetivo é reduzir desperdícios operacionais sem investimento em infraestrutura. O esforço é baixo. O prazo para resultado é de 30 a 60 dias.

Programas internos de eficiência, como desligamento de equipamentos fora do horário de pico, revisão de setpoints de climatização e monitoramento de consumo por área, geram reduções consistentes ao longo do tempo. Essa ação complementa, mas não substitui, uma revisão contratual da energia, que atua na estrutura de custos e não apenas no uso diário.

9. Migre para o mercado livre de energia (grande impacto)

As oito ações anteriores otimizam custos dentro das estruturas existentes. A nona ação muda a estrutura: em vez de apenas ajustar como a empresa usa a energia, a gestão passa a escolher de quem compra, o que transforma a conta de luz de custo difícil de prever em ferramenta de planejamento.

Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.
A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.

Para empresas do Grupo A, que operam em médias e altas tensões, a conta de energia pode representar uma parte relevante das despesas fixas. No mercado cativo, os preços recebem regulação da ANEEL e sofrem impacto de bandeiras tarifárias, o que torna o planejamento orçamentário impreciso. No mercado livre de energia, a empresa escolhe o fornecedor, negocia preço, prazo e volume, e contrata energia com preço acordado antecipadamente, o que reduz oscilações tarifárias no planejamento.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

A Serena Energia oferece contratos de longo prazo com economia em relação ao mercado regulado, gestão completa do processo de migração sem custo adicional para o cliente e energia 100% renovável certificada por I-RECs (International Renewable Energy Certificates).

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

O processo de migração segue quatro etapas principais:

  1. Estudo de viabilidade: a Serena Energia analisa as faturas e o perfil de consumo da empresa e projeta a economia esperada. Essa análise mostra se a migração faz sentido financeiro para o perfil específico de consumo.

  2. Contrato: com a viabilidade confirmada, a empresa fecha o contrato de fornecimento, tipicamente por 5 anos, com preço fixo. Esse contrato define o custo da energia antes mesmo de a migração começar.

  3. Migração gerenciada: a partir da assinatura, a Serena Energia conduz todo o processo burocrático junto à distribuidora e à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), incluindo a instalação dos equipamentos de medição.

  4. Início da economia: após seis meses, prazo regulatório para encerrar o contrato com a distribuidora, a empresa entra no mercado livre de energia e passa a operar com o novo preço. Um consultor da Serena Energia acompanha o contrato e monitora a performance de redução de custo.

A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da energia. A única mudança é de quem a empresa compra a energia. A tabela a seguir resume três diferenças estruturais que tornam o mercado livre de energia uma ferramenta de planejamento financeiro, e não apenas uma fonte de desconto:

Critério

Mercado cativo

Mercado livre de energia com Serena Energia

Definição de preço

Regulado pela ANEEL, com bandeiras tarifárias

Preço fixo negociado em contrato

Previsibilidade orçamentária

Baixa, sujeita a reajustes e bandeiras

Alta, com preço acordado antecipadamente

Certificação renovável

Não inclusa

I-REC emitido por MWh consumido

Com mais de 17 anos de história e entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, a Serena Energia oferece o lastro operacional e financeiro que um CFO exige. Clientes como Cargill, Bayer e Casa Santa Luzia já documentaram os resultados:

“Os preços sempre foram extremamente competitivos. Tem ainda a parte da sustentabilidade e do atendimento, que a gente já conhecia, e da confiança. Foram diferenciais para a gente no momento da renovação.” — Guilherme Lopes Sobral, Novos Negócios na Casa Santa Luzia

“O preço das fontes renováveis é muito mais competitivo em relação à fonte convencional. E essa questão da sustentabilidade também não tem como voltar atrás.” — Hamul Freitas, Strategic Sourcing Consult na Cargill

“O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.” — Rogério Andrade, Vice-Presidente de Product Supply na Bayer

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Perguntas frequentes

Minha empresa se enquadra no Grupo A? Qual é o requisito para migrar?

O Grupo A reúne consumidores atendidos em média e alta tensão. Qualquer empresa nesse perfil pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. Não existe consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.

Quanto tempo leva o processo de migração?

O processo regulamentar leva seis meses, prazo determinado pelo encerramento do contrato com a distribuidora atual. A Serena Energia conduz todas as etapas, como documentação, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição, conforme descrito no processo de migração. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.

O que acontece se o consumo variar ao longo do contrato?

Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade para variações de consumo. Fora dessa faixa, a diferença é liquidada no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição, acompanhando o consumo mensalmente e orientando ajustes quando necessário. No modelo varejista, o cliente não compra um volume fixo de energia, pois o faturamento é calculado com base no preço contratado multiplicado pelo consumo realizado no mês.

O que é o I-REC e por que ele importa para relatórios de ESG?

O I-REC (International Renewable Energy Certificate) é um certificado global que comprova, de forma auditável, que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável. Esse certificado é a principal ferramenta para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade e atende às exigências de investidores, clientes e reguladores. A Serena Energia emite I-RECs correspondentes ao consumo de cada cliente.

A distribuidora local deixa de ser responsável pela entrega da energia após a migração?

Não. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da eletricidade, pela qualidade da rede e pela estabilidade do fornecimento. A migração para o mercado livre de energia é um processo comercial e contratual. A única mudança é de quem a empresa compra a energia, e não de quem faz a entrega.

Conclusão: previsibilidade e sustentabilidade para o seu negócio

As nove ações apresentadas cobrem os principais vetores de redução de despesas fixas sem impacto em headcount: renegociação de contratos, consolidação de serviços, automação e eficiência operacional. Entre todas, a migração para o mercado livre de energia se destaca pelo conjunto de benefícios que entrega de forma simultânea, como economia em relação ao mercado regulado, preço fixo que reduz oscilações tarifárias no planejamento orçamentário e certificação renovável para metas de ESG.

A Serena Energia gerencia todo o processo de migração sem custo adicional, com mais de 17 anos de experiência e um portfólio que inclui grandes marcas do setor industrial e de consumo. Com um histórico comprovado de impacto ambiental, com mais de 2 milhões de toneladas de CO₂ evitadas desde 2017, a Serena Energia combina economia financeira com credenciais de sustentabilidade.

Para um diretor financeiro ou controller que já esgotou as otimizações mais evidentes, a energia representa a última grande fronteira, e o mercado livre de energia é um caminho direto para transformar esse custo em vantagem competitiva.

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