Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 3 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A podem reduzir de forma relevante os custos logísticos ao mapear o consumo energético e ajustar operações como recarga de empilhadeiras, câmaras frias e iluminação.
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A reprogramação de cargas fora do horário de ponta e a modernização para tecnologias mais eficientes, como LED e baterias de lítio-íon, geram economias rápidas e mensuráveis.
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A migração ao mercado livre de energia transforma o custo de energia em variável controlável, reduz a exposição às bandeiras tarifárias e gera economia em relação ao mercado cativo.
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Processos de eficiência energética e migração ao mercado livre de energia exigem planejamento de cerca de seis meses e envolvimento das equipes de operações, facilities e finanças.
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Para implementar essas estratégias com suporte especializado, fale com um consultor da Serena Energia.
Os quatro principais drivers de custo energético logístico
Quatro elementos concentram o consumo elétrico em operações logísticas do Grupo A. A recarga de empilhadeiras elétricas eleva a demanda nos horários de ponta, quando a tarifa é mais alta. As câmaras frias operam de forma contínua e respondem por parcela expressiva do consumo total. A iluminação de galpões e docas consome energia de forma constante, principalmente em instalações com tecnologia defasada. Os sistemas de automação e movimentação, como esteiras, sorters e portões automatizados, completam esse perfil de consumo. Quando a demanda contratada está mal dimensionada, o custo de todos esses elementos aumenta por causa de cobranças por capacidade não utilizada ou multas por ultrapassagem.
Pré-requisitos para começar
O diagnóstico energético começa com a reunião das faturas de energia dos últimos 12 meses de cada unidade consumidora. A equipe envolvida deve incluir representantes de operações, facilities e finanças, porque as decisões afetam orçamento, contrato e rotina operacional ao mesmo tempo.
Outros pré-requisitos relevantes incluem:
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Identificação do subgrupo tarifário de cada unidade, como A1, A2, A3, A3a, A4 ou AS
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Levantamento do consumo por equipamento ou área, quando essa informação estiver disponível
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Verificação da existência de medição horária ou da viabilidade de instalá-la
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Mapeamento das janelas de recarga das empilhadeiras e dos horários de pico operacional
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Conhecimento da demanda contratada atual e do histórico de ultrapassagens
Com esses elementos reunidos, a operação fica pronta para iniciar o diagnóstico detalhado do consumo energético.
Passo 1 – Diagnóstico do consumo logístico
Objetivo
Mapear onde, quando e quanto a operação consome energia, criando a base de dados necessária para todas as decisões seguintes.
Ações
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Consolidar as faturas dos últimos 12 meses e identificar sazonalidades de consumo e demanda
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Separar o consumo por área funcional, como câmaras frias, área de movimentação, iluminação, escritórios e docas
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Registrar os horários de maior demanda e correlacioná-los com os turnos operacionais
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Verificar se a demanda contratada está adequada ao perfil real de uso
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Calcular o indicador de energia por pallet movimentado (kWh/pallet), que elimina o efeito do volume e permite comparações entre períodos e unidades
Pontos de atenção
Operações com sazonalidade marcada, como picos de fim de ano no varejo ou safras no agronegócio, precisam de um diagnóstico que cubra pelo menos um ciclo completo de 12 meses. Análises baseadas em períodos curtos tendem a subestimar a demanda máxima e a gerar contratos mal dimensionados.
Passo 2 – Otimização de recarga de empilhadeiras fora do horário de ponta
Objetivo
Reduzir a demanda registrada nos horários de ponta tarifária, diminuir o custo da energia consumida nesse período e evitar ultrapassagens de demanda contratada.
Ações
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Mapear os horários de início e fim de cada turno de recarga e identificar sobreposições com o horário de ponta da distribuidora local
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Programar carregadores para iniciar ciclos após o encerramento do horário de ponta, priorizando a madrugada e os períodos de menor tarifa
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Avaliar a transição de baterias chumbo-ácido para lítio-íon, já que sistemas de lítio-íon atingem eficiência de 90% a 95% no ciclo de carga, contra aproximadamente 70% das baterias de chumbo-ácido, além de suportarem de 3.000 a 4.000 ciclos de carga frente a cerca de 1.200 dos modelos convencionais
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Instalar sistemas de telemetria nos carregadores para monitorar consumo por equipamento e identificar carregamentos desnecessários
Pontos de atenção
A reprogramação dos horários de recarga deve ser validada com a equipe de operações para não comprometer a disponibilidade das empilhadeiras nos turnos seguintes. Operações com três turnos contínuos exigem planejamento de janelas de carga mais cuidadoso.
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Passo 3 – Eficiência em câmaras frias e automação
Objetivo
Reduzir o consumo contínuo dos sistemas de refrigeração e automação sem comprometer a integridade dos produtos armazenados nem a produtividade da operação.
Ações
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Instalar controladores de temperatura com lógica de setpoint variável, ajustando a refrigeração conforme a ocupação e o horário
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Realizar manutenção preventiva periódica em compressores, condensadores e vedações de portas para evitar perdas de eficiência
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Avaliar a automação de portas e cortinas de ar para reduzir a infiltração de calor nas câmaras
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Integrar os sistemas de automação, como esteiras, sorters e elevadores, a controladores que permitam o desligamento programado em períodos de baixa movimentação
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Monitorar o consumo dos sistemas de refrigeração separadamente para identificar desvios que indiquem falhas de equipamento
Pontos de atenção
Qualquer alteração nos parâmetros de temperatura de câmaras frias deve ser validada com as equipes de qualidade e segurança de alimentos. As especificações dos produtos armazenados e as exigências regulatórias da operação precisam ser respeitadas.
Passo 4 – Modernização de iluminação e sensores
Objetivo
Substituir tecnologias de iluminação defasadas por sistemas LED com controle inteligente, reduzir o consumo de iluminação e manter a segurança e a produtividade.
Ações
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Realizar um levantamento de todos os pontos de iluminação, identificando tecnologia atual, potência instalada e horas de operação diária
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Substituir luminárias de vapor de mercúrio, halogenetos metálicos ou fluorescentes por LED de alta eficiência, já que retrofits de LED em centros logísticos têm permitido economias médias de 60% a 80% nos custos de iluminação
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Instalar sensores de presença e aproveitamento de luz natural nas áreas com menor movimentação contínua, como corredores de acesso e docas externas, pois a adição de sensores de ocupação e coleta de luz natural a sistemas LED pode reduzir o consumo de iluminação em mais 30% a 50% além da economia base do LED
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Avaliar sistemas de iluminação em rede com controle por zona, que permitem ajuste de intensidade conforme a atividade de cada área
Pontos de atenção
A escolha das luminárias deve considerar a altura do pé-direito do galpão. Instalações com pé-direito acima de 8 metros exigem luminárias de alta baia com índice de proteção adequado ao ambiente. Luminárias LED de alta baia entregam de 130 a 180 lúmens por watt, contra aproximadamente 90 lm/W das luminárias de halogeneto metálico, o que permite substituir uma luminária de 400 W por uma de 150 W com desempenho equivalente ou superior.
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Passo 5 – Análise de viabilidade para migração ao mercado livre de energia
Objetivo
Determinar se a unidade consumidora é elegível ao mercado livre de energia e projetar a economia potencial com base no perfil real de consumo.

Ações
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Confirmar que a unidade está no Grupo A, de média ou alta tensão, já que desde janeiro de 2024 qualquer empresa desse grupo pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo
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Reunir as faturas dos últimos 12 meses e os dados de demanda contratada para compor o estudo de viabilidade
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Solicitar à Serena Energia a análise de elegibilidade e a projeção de economia, sem custo
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Avaliar o impacto da migração sobre o orçamento de energia, considerando o prazo regulatório de seis meses até o início da economia
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Envolver as equipes de finanças e jurídico na análise do contrato bilateral, que costuma ter prazo de três a cinco anos
Pontos de atenção
A flexibilidade contratual no mercado livre de energia costuma ficar entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. Por isso, o mapeamento de sazonalidade realizado no Passo 1 serve de insumo direto para o dimensionamento correto do contrato.
Passo 6 – Condução da migração com a Serena Energia
Objetivo
Executar o processo de migração ao mercado livre de energia sem desviar a equipe interna de suas responsabilidades operacionais.

Ações
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Formalizar o contrato de fornecimento de energia com a Serena Energia, definindo preço, prazo, volume e fonte
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Permitir que a Serena Energia conduza a notificação à distribuidora local e inicie o processo de migração, incluindo o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)
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Contar com a Serena Energia para a instalação dos equipamentos de medição compatíveis com o mercado livre de energia, incluída no serviço para clientes sob sua gestão
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Acompanhar o cronograma das etapas regulatórias ao longo dos seis meses de migração
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Manter a distribuidora local como responsável pela entrega física da energia, já que a mudança ocorre apenas na esfera comercial e contratual
Pontos de atenção
Serviços de migração gerenciada, consultoria energética e gestão da energia são oferecidos pela Serena Energia como parte da gestão para clientes sob sua carteira. A economia aparece na primeira fatura após a conclusão da migração. Quanto antes o processo começar, mais cedo a operação passa a se beneficiar do preço contratado.
Passo 7 – Monitoramento contínuo via painel e consultor
Objetivo
Acompanhar de forma contínua os resultados da migração e das ações de eficiência, identificando desvios e oportunidades de ajuste.

Ações
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Utilizar o painel da Serena Energia para acompanhar mensalmente a economia na fatura, a economia consolidada acumulada e a comparação entre o custo no mercado cativo e no mercado livre de energia
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Monitorar os indicadores operacionais definidos no Passo 1, especialmente o kWh/pallet e o custo por pedido expedido
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Acompanhar a variação mensal do consumo realizado em relação à previsão orçamentária
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Manter contato regular com o consultor dedicado da Serena Energia para revisar o desempenho do contrato e antecipar ajustes necessários
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Para operações com metas de ESG, solicitar a emissão de I-RECs, Certificados de Energia Renovável, correspondentes ao consumo, para uso em relatórios de sustentabilidade
Pontos de atenção
O monitoramento contínuo também serve de base para decisões de expansão, como a inclusão de novas unidades no contrato de energia ou o ajuste do volume contratado em função de mudanças operacionais.
Erros comuns que comprometem resultados
Três erros recorrentes reduzem o impacto das ações descritas neste guia:
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Ignorar a sazonalidade no dimensionamento do contrato: operações com picos de demanda concentrados em determinados meses do ano precisam refletir essa variação no contrato de energia. Um contrato dimensionado pela média anual pode gerar exposição ao mercado de curto prazo nos meses de pico.
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Desconsiderar a flexibilidade contratual de 5% a 10%: essa faixa existe para absorver variações normais de consumo, mas não substitui um dimensionamento adequado. Desvios frequentes fora dessa faixa indicam que o contrato precisa ser revisado.
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Subestimar o prazo regulatório de seis meses: a migração ao mercado livre de energia exige notificação prévia à distribuidora com seis meses de antecedência. Empresas que iniciam o processo sem considerar esse prazo adiam o início da economia.
Como verificar os resultados?
A verificação dos resultados deve combinar métricas financeiras e operacionais, acompanhadas em cadência mensal:
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Energia por pallet movimentado (kWh/pallet): esse indicador mede a energia elétrica necessária para movimentar uma unidade de carga e elimina o efeito do volume total, permitindo avaliar a eficiência real da operação
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Custo por pedido expedido: relaciona o gasto com energia ao número de pedidos processados e torna o impacto das ações visível para as equipes de operações e finanças
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Variação mensal versus previsão orçamentária: compara o custo realizado com o valor previsto no orçamento e evidencia o ganho de previsibilidade proporcionado pelo contrato no mercado livre de energia
O painel da Serena Energia consolida esses dados e apresenta a comparação entre o custo no mercado cativo e no mercado livre de energia, o que facilita a prestação de contas interna e o acompanhamento pelo Controller.
Opções avançadas para operações de múltiplas unidades
Empresas com mais de uma unidade consumidora no Grupo A podem estruturar contratos de energia que abranjam múltiplos centros de distribuição. Essa abordagem consolida a gestão e pode melhorar as condições de contratação. A Serena Energia atende o Brasil inteiro no mercado livre de energia, o que viabiliza essa estratégia independentemente da localização das unidades.
Operações que utilizam sistemas de gestão de armazéns, WMS, podem integrar os dados de consumo energético ao WMS. Essa integração permite correlacionar diretamente o gasto com energia às atividades de recebimento, armazenagem e expedição e refina os indicadores de eficiência por processo.
Empresas com metas públicas de redução de emissões podem utilizar os I-RECs emitidos pela Serena Energia para comprovar que o consumo de energia elétrica das operações logísticas é 100% renovável. Essa evidência atende às exigências de relatórios de sustentabilidade e de cadeias de fornecimento com critérios de ESG.
Perguntas frequentes
Empresas do Grupo A com operação 24/7 podem migrar para o mercado livre de energia sem risco de interrupção?
A migração ao mercado livre de energia é um processo exclusivamente comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia e pela manutenção da rede. Operações contínuas, como câmaras frias e centros de distribuição 24 horas, não sofrem impacto técnico na qualidade ou na continuidade do fornecimento durante ou após a migração. A única mudança é a origem comercial da energia.
Qual é o prazo até a operação começar a economizar com o mercado livre de energia?
O processo regulatório de migração leva seis meses, contados a partir da notificação à distribuidora. Esse prazo decorre da exigência legal de encerramento do contrato com a distribuidora. A economia aparece na primeira fatura após a conclusão da migração. A Serena Energia conduz todas as etapas desse processo como parte da gestão para clientes sob sua carteira, o que preserva o tempo da equipe interna durante esse período.
O que muda na relação com a distribuidora local após a migração?
A distribuidora local continua presente após a migração. Ela permanece responsável pela entrega física da energia, pela manutenção da rede de distribuição e pelo atendimento em casos de interrupção. O que muda é a origem comercial da energia. Em vez de comprá-la da distribuidora a tarifas reguladas pela ANEEL, a empresa passa a comprá-la da Serena Energia a um preço acordado em contrato bilateral. A Serena Energia também cuida do pagamento à distribuidora e reduz o risco de corte por questões financeiras.
Como o mercado livre de energia resolve o problema das bandeiras tarifárias para centros de distribuição?
No mercado cativo, as bandeiras tarifárias verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2 são acrescidas à fatura conforme a situação dos reservatórios hídricos, o que torna o custo da energia imprevisível. No mercado livre de energia, o preço da parcela de energia fica fixado em contrato bilateral de longo prazo, geralmente de três a cinco anos. Isso significa que, independentemente da bandeira vigente no mercado cativo, o custo da energia contratada permanece o mesmo e permite um planejamento orçamentário mais preciso. A parcela de distribuição, uso do sistema, continua regulada e pode variar, mas a componente de energia, que costuma ser a mais expressiva, fica estável.
Quais documentos e informações são necessários para iniciar a análise de viabilidade?
Para realizar o estudo de viabilidade, a Serena Energia precisa das faturas de energia dos últimos 12 meses de cada unidade consumidora. Com esses dados, é possível mapear o perfil de consumo, identificar a demanda contratada, verificar a elegibilidade ao Grupo A e projetar a economia potencial no mercado livre de energia. A análise de elegibilidade é feita sem custo. Após a decisão de migrar, a Serena Energia conduz o processo de registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a instalação dos equipamentos de medição, também incluídos no serviço para clientes sob sua gestão.
Conclusão
Gerenciar energia como um driver logístico está ao alcance de qualquer empresa do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão. O roteiro apresentado neste guia combina ações operacionais de eficiência, como a reprogramação da recarga de empilhadeiras, a modernização da iluminação e a otimização das câmaras frias, com a alavanca de maior impacto financeiro, que é a migração ao mercado livre de energia.
A migração transforma a parcela de energia de uma linha de custo sujeita a reajustes e bandeiras tarifárias em um valor contratado e previsível, o que gera economia relevante em relação ao mercado cativo. A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, conduz todo esse processo, da análise de viabilidade ao monitoramento contínuo, como parte da gestão para clientes sob sua carteira.
O resultado é previsibilidade orçamentária, redução de OPEX e uma operação logística com energia no lugar certo, sustentando o crescimento do negócio.
Fale com um de nossos consultores e simule o desconto que a sua operação logística pode ter no mercado livre de energia com a Serena Energia.