Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Reduzir custos de energia pode ser feito sem alterar operações ou equipamentos, ao contratar créditos de geração distribuída compartilhada.
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Fazer o diagnóstico da fatura e mapear o consumo por setor são passos essenciais para identificar oportunidades de economia.
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Implementar ações de eficiência como LED, sensores e manutenção preventiva reduz consumo, mas tem limite físico. Pagar menos pelo mesmo kWh é a alternativa complementar.
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Contratar créditos de GD compartilhada oferece até 20% de desconto sem investimento inicial, obras ou interrupção do negócio, diferentemente de instalar placas próprias.
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A Serena Energia oferece uma solução prática e 100% digital para PMEs que desejam economizar na conta de luz sem complicações. Simule agora quanto sua empresa pode economizar.
Diagnóstico rápido da conta
Entender o que compõe a fatura é o primeiro passo para reduzir custos. A conta de luz de uma PME tem componentes fixos, como a taxa de disponibilidade e a iluminação pública, e componentes variáveis, como o consumo em kWh e as bandeiras tarifárias. A energia pode representar até 10% do faturamento de pequenos negócios, segundo o Sebrae, e tratar esse custo como imutável é um erro de gestão.

Checklist de diagnóstico da fatura:
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Identificar o valor total da fatura e separar os componentes fixos dos variáveis.
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Verificar a bandeira tarifária aplicada no mês e comparar com os meses anteriores.
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Localizar o número da unidade consumidora (UC) para uso em qualquer processo de contratação.
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Conferir se há cobranças de energia reativa excedente, sinal de fator de potência inadequado.
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Comparar o consumo em kWh dos últimos 12 meses para identificar sazonalidade e picos.
Com a fatura diagnosticada, o próximo passo é identificar onde a energia está sendo consumida dentro do negócio.
Mapa de consumo por setor
Saber onde a energia é consumida permite priorizar as ações de maior impacto. Uma parcela significativa da energia usada em edificações comerciais pode ser desperdiçada por ineficiência. A tabela abaixo organiza os principais consumidores por tipo de negócio:
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Equipamento |
Tipo de negócio |
Participação típica no consumo |
|---|---|---|
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Refrigeração e câmaras frias |
Mercados, restaurantes, farmácias |
Alta, equipamento de operação contínua |
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Climatização (ar-condicionado) |
Escritórios, clínicas, lojas |
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Iluminação |
Todos os segmentos |
LEDs usam ao menos 75% menos energia que lâmpadas incandescentes |
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Fornos e equipamentos de cocção |
Padarias, restaurantes, indústria alimentícia |
Alta, operação em horário de pico tarifário |
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Motores e compressores |
Pequenas indústrias, lavanderias |
Motores elétricos respondem por 60–70% do consumo industrial |
Ações de eficiência que não param a operação
79% dos empreendedores brasileiros reconhecem a importância da gestão de energia, mas mais da metade não tem um plano estruturado para reduzir o consumo, segundo levantamento do Sebrae. As ações abaixo não exigem paralisação da operação:
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Realizar manutenção preventiva de equipamentos de refrigeração e climatização para evitar consumo acima do projetado.
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Substituir a iluminação por LED, com retorno documentado em 1 a 3 anos.
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Instalar sensores de presença em áreas de uso intermitente, como banheiros e depósitos.
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Ajustar termostatos, já que variar a temperatura de forma adequada pode gerar economia em climatização.
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Desligar completamente equipamentos em standby ao fim do expediente, pois o consumo em standby pode representar uma parcela relevante da conta de energia.
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Escalonar a partida de equipamentos para evitar picos de demanda simultâneos.
Essas ações reduzem o consumo em kWh, mas têm um limite físico. O negócio precisa funcionar, e existe um piso de energia que não pode ser cortado sem comprometer a operação. Esse consumo residual, que não dá para cortar, pode ser pago mais barato.
Para pagar menos pela energia que a empresa precisa consumir, existem três caminhos principais: continuar investindo em eficiência, instalar placas solares próprias ou contratar créditos de geração distribuída compartilhada. A tabela a seguir compara essas abordagens.
Comparação objetiva entre reduzir consumo, instalar placas próprias e contratar créditos de GD compartilhada
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Abordagem |
Investimento inicial próprio |
Obra no imóvel |
Prazo para economia |
Risco operacional |
|---|---|---|---|---|
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Ações de eficiência (LED, manutenção, automação) |
Variável, de baixo a médio |
Parcial, instalações elétricas |
1 a 3 anos para retorno do investimento |
Baixo, mas exige gestão contínua |
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Instalação de placas solares próprias |
Dezenas de milhares de reais |
Sim, pode interromper a operação |
Anos para retorno do investimento |
Médio, manutenção, degradação, exposição regulatória |
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Créditos de GD compartilhada (Serena Energia) |
Zero |
Não |
Primeira fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias |
Baixo, sem equipamento e sem manutenção |
Contratar créditos de geração distribuída compartilhada é uma estratégia eficaz para PMEs porque separa o custo da energia do volume consumido. A empresa continua operando da mesma forma e paga menos pelo mesmo kWh.
Como funciona a contratação de créditos de GD compartilhada?
O modelo de créditos de geração distribuída compartilhada da Serena Energia usa fazendas solares em locais com alta incidência solar. A energia gerada é injetada na rede das concessionárias locais e convertida em créditos que são abatidos diretamente na fatura da empresa contratante. A distribuidora continua entregando a energia com a mesma qualidade de sempre, e a diferença visível é o valor menor na conta.

O processo de contratação é 100% digital e segue etapas simples:
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Acessar o simulador da Serena Energia e informar o valor médio da conta.
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Receber a estimativa de desconto em tempo real.
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Enviar documentos online e assinar o contrato de forma digital.
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Aguardar o período de conexão, que pode levar até 90 dias, e ver o desconto na primeira fatura.
Esse modelo dispensa instalação de equipamentos, obras no imóvel e gestão de manutenção. A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. Com mais de 17 anos de história e clientes como Cargill e Heineken, a Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas.

Com as ações de eficiência definidas e o modelo de GD compartilhada explicado, o próximo passo é organizar a execução em um cronograma claro.
Plano de 90 dias
O roteiro a seguir combina eficiência e contratação em fases sequenciais com métricas objetivas.
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Fase |
Período |
Ações |
Métrica de acompanhamento |
|---|---|---|---|
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Diagnóstico |
Semanas 1–2 |
Leitura da fatura, mapa de consumo por equipamento, checklist de desperdícios |
Consumo médio em kWh/mês dos últimos 12 meses |
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Simulação e contratação |
Semanas 2–3 |
Simulação na Serena Energia, envio de documentos online, assinatura digital |
Desconto estimado confirmado no simulador |
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Ações de eficiência |
Semanas 3–8 |
Substituição de iluminação, ajuste de termostatos, manutenção preventiva, sensores de presença |
Redução percentual no consumo em kWh em relação à linha de base |
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Conexão e primeira economia |
Até 90 dias após contratação |
Distribuidora conecta o medidor, créditos passam a ser abatidos na fatura |
Valor da primeira fatura com desconto aplicado |
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Medição e ajuste |
Mês 4 em diante |
Acompanhamento pelo portal do cliente, comparação mês a mês, identificação de novas oportunidades |
Economia acumulada em reais em relação ao período anterior |
Checklist de encerramento do plano de 90 dias:
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Fatura com desconto da Serena Energia recebida e conferida.
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Consumo em kWh comparado com a linha de base do diagnóstico.
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Equipamentos de maior consumo com manutenção preventiva em dia.
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Portal do cliente configurado para acompanhamento mensal.
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Economia total do período calculada e registrada no controle financeiro.
Com o plano de 90 dias concluído, o próximo passo é manter a disciplina de acompanhamento e usar a simulação como porta de entrada para ganhos recorrentes.
Quando e como simular a Serena Energia
Fazer a simulação é indicado para qualquer empresa com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa ou média-baixa tensão. O processo leva menos de um minuto: basta informar o valor médio da fatura e o simulador calcula a estimativa de desconto. Não é necessário conhecimento técnico sobre energia. Após a simulação, um especialista pode acompanhar o processo de contratação, que é inteiramente digital.
Como visto anteriormente, a maioria das PMEs ainda não tem um plano estruturado de gestão de energia. Contratar créditos de GD compartilhada é uma forma de começar a economizar sem precisar ter esse plano pronto. O desconto aparece na fatura independentemente de qualquer mudança operacional.
Perguntas frequentes
Preciso instalar algo na minha empresa?
Não. Nenhuma placa solar, nenhum medidor adicional e nenhuma obra são necessários. A geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência solar em 11 estados brasileiros. A energia chega à sua empresa pela rede da distribuidora local, exatamente como sempre chegou. O que muda é apenas o valor cobrado na fatura, que passa a refletir o desconto contratado.
Quando vejo a economia?
A economia aparece na primeira fatura após a conexão. Conforme explicado acima, esse processo leva até 90 dias. Esse prazo corresponde ao tempo que a distribuidora local leva para associar os créditos gerados pela Serena Energia ao medidor da sua empresa. A partir desse momento, o desconto é aplicado automaticamente todos os meses, sem nenhuma ação adicional da sua parte.
E se eu quiser cancelar?
Os contratos da Serena Energia são transparentes e descrevem as condições de cancelamento de forma clara. A Serena Energia busca construir uma parceria de longo prazo baseada na satisfação com a economia gerada. Caso seja necessário encerrar o contrato, as regras de saída estão descritas no documento assinado digitalmente no momento da contratação, sem letras miúdas ou surpresas.
Como funciona a fatura única?
Após a conexão, você passa a receber uma única fatura da Serena Energia. Esse documento consolida dois componentes: o custo da energia com o desconto aplicado pela Serena e os custos fixos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade e iluminação pública. A Serena Energia recebe o seu pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. O resultado é uma gestão financeira mais simples, sem a necessidade de controlar duas faturas separadas, e com transparência sobre a origem de cada cobrança.