Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
- Empresas do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia sem consumo mínimo exigido, negociando preço, prazo e volume diretamente com fornecedores.
- O processo de migração segue cinco etapas macro e leva seis meses, com análise de faturas, perfil de consumo e adequação do sistema de medição.
- Escolher uma comercializadora com geração própria renovável e histórico sólido, como a Serena Energia, aumenta a segurança contratual e a estabilidade de preços.
- Após a migração, a empresa recebe duas faturas, de energia e de distribuição, e conta com suporte contínuo e painel digital para monitorar resultados.
- Para iniciar a migração sem custo adicional e descobrir quanto a empresa pode economizar, fale com um consultor da Serena Energia.
Pré-requisitos e condições iniciais
Verificar os pré-requisitos evita retrabalho e acelera a migração para o mercado livre de energia. A empresa precisa confirmar se atende às condições básicas e reunir os dados que servirão de base para o estudo de economia.
- Enquadramento no Grupo A: a empresa deve ter fornecimento em média ou alta tensão. Diferentemente de outros mercados, não existe consumo mínimo exigido para migração, o único requisito é pertencer ao Grupo A.
- Faturas dos últimos 12 meses: essas faturas permitem mapear o perfil de consumo mensal em kWh e identificar sazonalidades e picos de demanda.
- Dados de demanda contratada: essa informação, presente nas faturas da distribuidora, é essencial para dimensionar o contrato no mercado livre de energia.
- Documentação jurídica e técnica da empresa: CNPJ, contrato social, dados do responsável técnico e informações sobre o sistema de medição instalado.
- Áreas internas envolvidas: financeiro para análise de custos e aprovação contratual, operações ou facilities para acompanhar a adequação do sistema de medição, e ESG ou sustentabilidade para definir requisitos de certificação renovável.
- Sistema de medição: o equipamento instalado na unidade consumidora precisa ser compatível com os requisitos do mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos necessários, sem custo adicional para o cliente.
Resumo do processo em 5 etapas macro
A migração para o mercado livre de energia segue uma sequência de cinco fases. Cada etapa depende da anterior e prepara o terreno para a seguinte.
- Verificar elegibilidade da empresa, confirmando enquadramento no Grupo A e analisando as faturas existentes.
- Analisar perfil de consumo, mapeando sazonalidades, picos de demanda e potencial de economia.
- Escolher uma comercializadora confiável, selecionando o parceiro que conduzirá o processo e fornecerá a energia.
- Registrar a empresa e implementar medição, formalizando o contrato, registrando a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequando o sistema de medição.
- Monitorar e ajustar o consumo, acompanhando os resultados mensais e ajustando o contrato ao longo do tempo.
Com a Serena Energia, a equipe especializada conduz todas essas etapas sem custo adicional para o cliente. O processo leva seis meses, prazo exigido para encerrar o contrato com a distribuidora. Por isso, quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.
Inicie sua migração gerenciada com o suporte completo da Serena Energia.
Passo a passo detalhado
1. Verificar elegibilidade da empresa
Objetivo: confirmar que a empresa pode migrar para o mercado livre de energia e entender seu ponto de partida.
A primeira etapa consiste em checar o enquadramento tarifário e organizar o histórico de consumo. Em seguida, a empresa já pode solicitar o estudo de economia.
- Identificar o grupo tarifário da empresa nas faturas da distribuidora. Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, estão aptas a migrar.
- Reunir as faturas dos últimos 12 meses para ter uma visão completa do histórico de consumo e demanda.
- Solicitar à Serena Energia uma análise de elegibilidade gratuita, que projeta a economia esperada com base no perfil real da empresa.
2. Analisar perfil de consumo
Objetivo: entender como a empresa consome energia ao longo do tempo para dimensionar o contrato corretamente e ampliar a economia.
Essa análise transforma o histórico de consumo em informações práticas para a negociação. O resultado é um contrato mais aderente à operação da empresa.

- Mapear o consumo mensal em kWh e identificar meses de maior e menor demanda.
- Verificar a demanda contratada atual e compará-la com a demanda efetivamente utilizada.
- Identificar o horário de funcionamento da operação, pois o perfil de consumo ao longo do dia influencia a estrutura de contrato mais adequada.
- Com base nessa análise, a Serena Energia apresenta um estudo detalhado com a projeção de economia. Dados da ABRACEEL indicam que consumidores migrados para o mercado livre de energia acumularam R$ 476 bilhões em economia desde 2003, e o mercado livre de energia frequentemente proporciona reduções relevantes nos custos energéticos.
3. Escolher uma comercializadora confiável
Objetivo: selecionar o parceiro que fornecerá a energia e conduzirá o processo de migração com segurança e transparência.
A escolha da comercializadora influencia diretamente o nível de suporte, a previsibilidade de custos e a aderência do contrato às metas de sustentabilidade da empresa.

- Avaliar se a comercializadora possui geração própria de energia renovável. Empresas sem geração própria dependem de comprar energia de terceiros, o que pode representar maior exposição a variações de preço no mercado de curto prazo.
- Verificar o histórico e a solidez financeira do parceiro. A Serena Energia tem mais de 17 anos de atuação e está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com clientes como Heineken, Cargill e Bayer.
- Confirmar se a comercializadora oferece migração gerenciada sem custo adicional, incluindo o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a adequação do sistema de medição.
- Verificar se a empresa fornece certificados de energia renovável, como I-RECs, para comprovação de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade.
- Fechar o contrato, tipicamente de cinco anos, com preço acordado antecipadamente, o que elimina a incerteza das bandeiras tarifárias do mercado regulado.
4. Registrar a empresa e implementar medição
Objetivo: formalizar a participação da empresa no mercado livre de energia e garantir que o sistema de medição esteja apto para registrar o consumo com precisão.
Nessa fase, a Serena Energia cuida dos trâmites regulatórios e das adequações técnicas. A empresa consumidora acompanha o processo e se prepara para a nova forma de contratação.
- A Serena Energia conduz o processo de registro da empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), que envolve o envio de documentação técnica, jurídica e financeira. Todo esse processo é realizado sem custo adicional para o cliente.
- A Serena Energia notifica a distribuidora local sobre o encerramento do contrato regulado, respeitando o prazo legal de seis meses.
- A equipe técnica da Serena Energia instala ou adequa o sistema de medição da unidade consumidora, sem custo adicional. A medição horária é obrigatória para participar do mercado livre de energia.
- Após o período de migração, a empresa passa a receber duas faturas, uma referente à energia, emitida pela Serena Energia, e outra referente à distribuição, emitida pela distribuidora local. A Serena Energia centraliza a gestão e o cliente conta com o suporte de um consultor dedicado.
5. Monitorar e ajustar o consumo
Objetivo: acompanhar os resultados mensais, verificar a economia realizada e identificar oportunidades de melhoria ao longo do contrato.
O acompanhamento contínuo permite ajustar o contrato ao comportamento real de consumo e conectar a gestão de energia às metas financeiras e de ESG da empresa.

- Acessar o painel digital da Serena Energia, que exibe a economia mensal na fatura, a economia consolidada total, o detalhamento da fatura com comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, a previsão de consumo mensal e o consumo realizado até o momento.
- Comparar os custos mensais com o período anterior à migração para verificar a economia efetiva.
- Acompanhar o consumo real em relação ao volume contratado. Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade, e a Serena Energia oferece gestão ativa para minimizar qualquer exposição fora dessa faixa.
- Solicitar a emissão de I-RECs correspondentes ao consumo do período para uso em relatórios de sustentabilidade e comprovação de Escopo 2. O I-REC é o padrão internacional mais aceito para neutralização de emissões de Escopo 2 em auditorias ESG, embora existam outras certificações de origem renovável.
- Revisar periodicamente o perfil de consumo com o consultor da Serena Energia para identificar projetos de eficiência energética e ajustes contratuais que ampliem os resultados.
Solicite seu estudo personalizado e descubra o potencial de economia da sua empresa.
Perguntas frequentes
Qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia?
Empresas com fornecimento em média ou alta tensão, classificadas no Grupo A, estão aptas a migrar para o mercado livre de energia. Não existe consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza gratuitamente a análise de elegibilidade e projeta a economia esperada com base no perfil real de consumo da empresa.
A migração para o mercado livre de energia representa algum risco para a operação?
A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável por entregar a eletricidade até a unidade consumidora e por manter a qualidade e a estabilidade da rede. O que muda é de quem a empresa compra a energia e em que condições. Com a Serena Energia conduzindo todo o processo, a equipe interna da empresa não precisa lidar com etapas burocráticas ou técnicas.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulamentar leva seis meses, prazo exigido para encerrar o contrato com a distribuidora. Durante esse período, a Serena Energia conduz todas as etapas: registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e notificação à distribuidora. Tudo ocorre sem custo adicional para o cliente. Por isso, iniciar o processo o quanto antes significa começar a economizar mais cedo.
Como funciona a questão das duas faturas no mercado livre de energia?
Uma dúvida comum após a migração diz respeito à estrutura de faturamento. No mercado livre de energia, a empresa passa a receber duas faturas, uma referente ao fornecimento de energia, paga à comercializadora como a Serena Energia, e outra referente ao serviço de distribuição, paga à distribuidora local. Essa estrutura segue a regulação do setor elétrico. A Serena Energia simplifica essa gestão ao centralizar o processo, disponibilizar um consultor dedicado para acompanhar o cliente e oferecer um painel digital com visibilidade completa sobre consumo, faturamento e economia acumulada.
Como a energia do mercado livre de energia contribui para as metas de ESG da empresa?
Toda a energia fornecida pela Serena Energia no mercado livre de energia tem origem eólica. Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC (International Renewable Energy Certificate), que é o certificado global que comprova, de forma auditável, que a energia consumida veio de uma fonte renovável. Esse documento é aceito em auditorias internacionais de ESG e é a principal ferramenta para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade. A Serena Energia também oferece créditos de carbono para neutralização de outras fontes de emissão. Desde 2017, a empresa evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.