Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia desde janeiro de 2024, sem consumo mínimo obrigatório, eliminando a cobrança de bandeiras tarifárias e fixando preços por até cinco anos.
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A migração é um processo puramente comercial, em que a distribuidora local continua responsável pela entrega física e pela qualidade da energia, enquanto a empresa escolhe livremente o fornecedor.
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O modelo varejista da Serena Energia calcula o faturamento com base no consumo real multiplicado pelo preço contratado, o que elimina o risco de exposição ao mercado de curto prazo por desvio de volume.
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A migração permite obter certificação I-REC de energia 100% renovável, recurso relevante para relatórios de ESG e para o abatimento de emissões de Escopo 2.
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A Serena Energia conduz uma jornada completa e gerenciada de migração sem custo adicional para o cliente. Fale com a equipe e descubra quanto sua empresa pode economizar.
O que é o mercado livre de energia e como ele difere do mercado cativo?
O mercado cativo concentra a compra de energia exclusivamente na distribuidora local, com preços regulados e sem possibilidade de escolha de fornecedor, fonte ou prazo contratual.
O mercado livre de energia permite negociar diretamente com um fornecedor, como a Serena Energia, definindo preço, volume, prazo e fonte da energia. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, pela manutenção da rede e pela qualidade do fornecimento. A mudança ocorre apenas na relação comercial e contratual.
Após a migração, a empresa passa a receber duas faturas: uma referente à energia contratada com o fornecedor e outra referente à distribuição, cobrada pela distribuidora local. Essa separação entre fornecimento e distribuição cria espaço para negociar condições mais favoráveis e previsíveis, sem impacto na continuidade operacional.

Quem pode migrar? Critérios de elegibilidade para empresas do Grupo A
O Grupo A reúne consumidores atendidos em média ou alta tensão. Desde janeiro de 2024, qualquer empresa nessa faixa pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo mensal. Não existe consumo mínimo obrigatório.
Para verificar a elegibilidade, a empresa deve confirmar se a unidade consumidora é atendida em média ou alta tensão, informação disponível na própria fatura de energia. A Serena Energia realiza essa análise de elegibilidade sem custo e, a partir das faturas anteriores, projeta a economia esperada com a migração.
Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem avaliar a migração de cada unidade individualmente, de acordo com o perfil de tensão de cada ponto de fornecimento.
Verifique gratuitamente se sua unidade consumidora é elegível e receba uma projeção de economia.
Comparação das alternativas: mercado regulado, mercado livre de energia e autoprodução
Empresas do Grupo A podem estruturar o suprimento de energia de três formas principais. Cada alternativa apresenta nível distinto de complexidade, previsibilidade de custos e exigência operacional.
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Critério |
Mercado regulado |
Mercado livre de energia |
Autoprodução |
|---|---|---|---|
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Escolha do fornecedor |
Não |
Sim |
Não aplicável |
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Previsibilidade de custos |
Baixa, sujeita a bandeiras tarifárias |
Alta, com preço fixado em contrato |
Média, dependente de CAPEX e manutenção |
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Complexidade operacional |
Baixa |
Baixa com gestão terceirizada |
Alta |
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Investimento inicial |
Inexistente |
Custos de adequação custeados pela Serena Energia |
Alto, com necessidade de infraestrutura própria |
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Energia renovável certificada |
Não |
Sim, com I-REC |
Dependente da fonte escolhida |
A autoprodução exige alto investimento em infraestrutura, longos prazos de implantação e gestão de um ativo que não faz parte do core business da empresa. O mercado livre de energia com gestão terceirizada, como o modelo oferecido pela Serena Energia, combina economia, previsibilidade e simplicidade operacional. Para tomar essa decisão de forma fundamentada, a empresa precisa avaliar alguns elementos-chave antes de iniciar o processo.

Elementos a avaliar antes da decisão
A empresa deve reunir informações que orientem a escolha do contrato mais adequado ao seu perfil de consumo. Os principais elementos a considerar são:
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Análise das faturas: identificar o histórico de consumo em kWh, a demanda contratada em kW e os encargos variáveis pagos no mercado cativo. Esses dados formam a base para projetar a economia esperada.
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Perfil de consumo: a partir do histórico identificado, mapear sazonalidades, picos de demanda e variações mensais para dimensionar corretamente o volume a ser contratado e reduzir surpresas no faturamento.
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Adequação técnica: com o perfil definido, verificar se o sistema de medição da unidade é compatível com os requisitos do mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição necessários, sem custo adicional.
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Alinhamento contrato-consumo: contratos no modelo varejista do mercado livre de energia não exigem a compra de um volume fixo de energia. O faturamento é calculado com base no preço acordado multiplicado pelo consumo realizado no mês.
A Serena Energia realiza esse diagnóstico completo como parte da análise de viabilidade e apresenta um estudo detalhado da economia projetada antes de qualquer compromisso contratual.
Etapas da migração gerenciada pela Serena Energia
1. Análise de viabilidade
A Serena Energia analisa as faturas e o perfil de consumo da empresa para projetar a economia esperada e apresentar um estudo detalhado. Essa etapa é realizada sem custo.
2. Fechamento do contrato
Após a aprovação do estudo, a empresa assina o contrato com a Serena Energia. Os contratos têm prazo típico de cinco anos, com preço fixado antecipadamente.
3. Processo de migração
A Serena Energia conduz todas as etapas burocráticas, como notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e demais providências técnicas e documentais. O cliente não precisa se envolver com essas etapas.
4. Início do fornecimento
Após o prazo regulamentar de seis meses, necessário para o encerramento do contrato com a distribuidora, a empresa entra no mercado livre de energia e passa a usufruir da economia contratada. A Serena Energia disponibiliza um consultor dedicado para acompanhamento contínuo.
Operação e acompanhamento após a migração
Após a migração, a Serena Energia representa a empresa perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no modelo varejista e cuida de todas as obrigações setoriais. O cliente recebe acesso a um painel digital com informações consolidadas.
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Economia mensal: visualização da economia na fatura mês a mês e da economia acumulada.
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Comparativo de custos: comparação entre o custo no mercado cativo e o custo atual no mercado livre de energia.
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Acompanhamento de consumo: previsão de consumo mensal e consumo realizado até o momento.
Empresas com metas de ESG podem contar com a emissão de I-RECs (International Renewable Energy Certificates) correspondentes ao consumo de cada período. Esses certificados comprovam, de forma auditável e reconhecida globalmente, que a energia consumida tem origem 100% renovável, recurso relevante para relatórios de sustentabilidade e para o abatimento de emissões de Escopo 2.

Riscos comuns e boas práticas de mitigação
A migração para o mercado livre de energia mantém a distribuidora local responsável por entregar a energia e preservar a qualidade e a estabilidade da rede. A mudança de fornecedor não cria risco adicional de interrupção no fornecimento.
Os principais pontos de atenção operacional são:
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Alinhamento entre consumo e contrato: como visto anteriormente, o modelo varejista elimina o risco de exposição ao mercado de curto prazo por desvio de volume, já que o faturamento acompanha o consumo real.
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Escolha do parceiro de gestão: empresas sem geração própria dependem da capacidade de fornecimento do parceiro comercial. A Serena Energia possui portfólio robusto de geração eólica e solar, com 17 plantas operacionais no Brasil e nos EUA, e está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas.
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Monitoramento contínuo: o acompanhamento mensal dos resultados permite identificar desvios e oportunidades de ajuste. A Serena Energia disponibiliza esse monitoramento de forma integrada ao contrato, sem custo adicional.

Empresas que adotam uma gestão ativa da energia podem reduzir até 20% do total da conta de luz ao tratar o custo energético como prioridade estratégica.
Síntese e próximos passos práticos
O mercado livre de energia oferece às empresas do Grupo A, consumidores de média e alta tensão, a possibilidade de fixar o preço da energia, eliminar a cobrança de bandeiras tarifárias e obter certificação de energia renovável. A Serena Energia gerencia o processo de migração e a operação sem custo adicional para o cliente.
Os próximos passos práticos para iniciar a avaliação são:
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Reunir as faturas de energia dos últimos 12 meses.
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Confirmar se a unidade consumidora é atendida em média ou alta tensão.
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Solicitar um estudo de viabilidade à Serena Energia.
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Avaliar o estudo com as áreas financeira, operacional e de ESG.
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Definir o início do processo de migração gerenciada.
Perguntas frequentes
O que é o mercado livre de energia e como ele funciona na prática para empresas?
O mercado livre de energia é um ambiente de negociação em que empresas do Grupo A, consumidores de média e alta tensão, podem escolher o fornecedor de energia e negociar preço, prazo e fonte diretamente. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade e pela manutenção da rede.
Nesse modelo, a empresa passa a receber duas faturas, uma do fornecedor de energia e outra da distribuidora. A principal diferença em relação ao mercado cativo está na liberdade de negociação e na previsibilidade de custos que contratos de longo prazo proporcionam.
Minha empresa precisa ter um consumo mínimo para migrar ao mercado livre de energia?
Não. Como mencionado anteriormente, empresas do Grupo A podem migrar sem consumo mínimo obrigatório. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente, a partir das faturas de energia da empresa.
Quanto tempo leva o processo de migração e o que acontece durante esse período?
O processo regulamentar de migração leva seis meses, prazo necessário para o encerramento formal do contrato com a distribuidora. Durante esse período, a Serena Energia conduz todas as etapas burocráticas descritas anteriormente. O cliente não precisa se envolver com nenhuma dessas etapas.
Ao final do prazo, a empresa entra no mercado livre de energia e passa a ter a economia contratada.
O que é o I-REC e por que ele é relevante para metas de ESG?
O I-REC (International Renewable Energy Certificate) é um certificado digital reconhecido globalmente que comprova que determinado volume de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede elétrica. Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente.
Esse documento é a principal ferramenta para que empresas comprovem, de forma auditável, que o consumo de eletricidade é 100% renovável, requisito relevante para relatórios de sustentabilidade, cumprimento de metas de ESG e abatimento de emissões de Escopo 2 perante investidores, clientes e reguladores.
Quais são os custos para a empresa durante e após a migração?
A Serena Energia cobre os custos de adequação do sistema de medição e conduz o processo de migração sem custo adicional para clientes sob sua gestão. Após a migração, a empresa paga a fatura de energia à Serena Energia e a fatura de distribuição à distribuidora local, obrigação regulatória que existe independentemente do fornecedor escolhido.
A Serena Energia centraliza a gestão dessas obrigações, entrega simplicidade operacional ao cliente e disponibiliza um consultor dedicado para acompanhamento contínuo de desempenho e economia.