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Energia solar no agronegócio funciona? Descubra se compensa e alternativas

Energia solar no agronegócio funciona? Descubra se compensa e alternativas

Agricultor de chapéu caminha entre fileiras de plantação ao pôr do sol, com irrigação por aspersores ao fundo e montanhas no horizonte.

A conta de luz virou um dos custos mais sensíveis no agro, especialmente onde há irrigação, bombeamento, ventilação, armazenagem, refrigeração de leite e câmaras frias. Quando a tarifa sobe ou o consumo oscila com a safra, o impacto aparece direto na margem.

Por isso, energia solar no agronegócio deixou de ser apenas um tema de sustentabilidade e passou a ser uma decisão de gestão: reduzir custos, ganhar previsibilidade e diminuir a exposição a reajustes. A questão central não é se funciona, e sim qual caminho faz sentido para o seu perfil, sem exigir obra na propriedade nem adicionar complexidade operacional.

Neste post, você vai entender o que observar nas faturas, em quais cenários a energia solar no agronegócio tende a compensar e como tomar uma decisão mais segura, com critérios práticos e expectativas realistas.

Energia solar no agronegócio funciona?

Funciona, sim, mas depende do perfil de consumo, do tipo de ligação da unidade consumidora e do objetivo do produtor ou da empresa. Em algumas operações, o melhor resultado é reduzir o gasto mensal. Em outras, o principal ganho é previsibilidade para planejar safra, armazenagem, irrigação e fluxo de caixa. Também há quem priorize metas ambientais e relatórios ESG, desde que a conta feche no financeiro.

Outro ponto importante: energia solar no agronegócio não é exclusividade de uma fazenda grande. O tamanho ajuda, mas o que mais pesa é a combinação entre consumo, regularidade (ou sazonalidade) e o modelo escolhido. Uma unidade menor, com consumo bem definido e recorrente, pode capturar benefícios relevantes. Já uma operação maior, mas com consumo muito irregular e sem histórico organizado, costuma ter mais dificuldade para contratar a melhor solução logo de início.

Também vale quebrar um mito que trava decisões: buscar economia associada à energia solar não significa, obrigatoriamente, instalar um sistema na fazenda. Hoje existem modelos em que a energia é gerada em usinas conectadas à rede, como a Geração Distribuída e o Mercado Livre, e o benefício aparece na fatura por meio de compensação via créditos, sem obra no imóvel.

Aplicações práticas no agronegócio

A energia pesa no agro onde existe motor, bomba, refrigeração ou processos contínuos. Entender onde ela mora na operação ajuda a dimensionar a prioridade, urgência e o tipo de estratégia.

Veja aplicações típicas em que a conta costuma ser relevante e onde faz sentido analisar energia solar no agronegócio por modelos sem obra no imóvel:

  • Irrigação e bombeamento: consumo alto em períodos secos e picos bem marcados por safra e clima, o que torna a previsibilidade financeira especialmente valiosa;
  • Armazenagem e pós-colheita: ventilação, secagem e movimentação elevam o gasto em janelas curtas, quando o planejamento do custo de energia evita surpresas no caixa;
  • Refrigeração e cadeia do frio: leite, frutas, carnes e câmaras frias exigem consumo contínuo, o que favorece análises baseadas em histórico e estabilidade;
  • Avicultura e suinocultura: ventilação, aquecimento e automação aumentam consumo e exigem regularidade, o que costuma valorizar soluções com previsibilidade;
  • Beneficiamento e agroindústria: linhas de produção, motores e turnos ampliam a complexidade da fatura e podem abrir espaço para estratégias contratuais, conforme enquadramento.

Na prática, quanto mais você consegue descrever seu consumo (quando cresce, porque cresce e quanto cresce), melhor fica a decisão sobre o modelo.

Alternativas à “placa na fazenda”: como economizar com a Serena

Se a sua prioridade é economizar e ganhar previsibilidade sem instalar placas, dois caminhos se destacam conforme o perfil da unidade consumidora: Geração Distribuída e Mercado Livre de Energia. A Serena entra como apoio para transformar conta de luz em decisão, com leitura de fatura, checagem de enquadramento e recomendação alinhada ao seu consumo.

Se a operação está em média/alta tensão (Grupo A): Mercado Livre de Energia

Muitas operações do agro com irrigação robusta, armazenagem de grande porte ou cargas relevantes operam em média, ou alta tensão, o chamado Grupo A. Nesses casos, pode fazer sentido avaliar migração para o Mercado Livre de Energia, onde a compra de energia passa a ser feita por contrato, com condições negociadas como preço, prazo e volume.

O Mercado Livre de Energia tende a ser mais interessante quando a dor principal é previsibilidade e gestão de risco de preço. Ele não funciona como desconto automático. Ele funciona como uma mudança de ambiente de compra, com mais possibilidades de estratégia, o que exige análise do histórico e acompanhamento (interno ou com parceiro).

Se a prioridade é ter benefício de solar sem instalar nada: Geração Distribuída

Se o objetivo é acessar benefícios associados à energia solar no agronegócio sem obra no imóvel e sem gastos de investimentos em placas, a Geração Distribuída (GD) costuma ser o caminho mais direto. Nesse modelo, a energia é gerada em usinas conectadas à rede e a compensação aparece na fatura por meio de créditos de energia, conforme regras vigentes.

A GD chama atenção no agro porque reduz atrito operacional. Em vez de lidar com obra e manutenção na propriedade, a tomada de decisão se apoia em contrato, histórico de consumo e entendimento de como os créditos impactam a fatura.

Seja qual for sua escolha, conte com a Serena para levar energia limpa para o agronegócio

Agora que você já entendeu os dois caminhos, a recomendação mais segura é simples: comece pela sua fatura e pelo seu perfil de consumo. Em vez de tentar encaixar sua operação em uma solução pronta, o ideal é usar o histórico como base para decidir com clareza e reduzir risco na contratação.

Além disso, você também pode simular a economia da sua conta de luz em nossa plataforma! Assim, fica mais fácil e palpável escolher a melhor solução para seu agronegócio.

Fazemos parte da Serena, uma das principais geradoras e comercializadoras de energia limpa do país, com 15 anos de experiência conectando pessoas e empresas a soluções sustentáveis e competitivas. Aqui no blog, você encontra conteúdos sobre o setor elétrico, Mercado Livre de Energia, sustentabilidade e transição energética, com explicações claras para apoiar decisões no seu dia a dia, seja na sua casa ou no seu negócio.

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