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Gestão de energia: como alcançar eficiência e economia

Gestão de energia: como alcançar eficiência e economia

Pessoa usando laptop e celular com etiqueta de eficiência energética (A–G) em destaque na tela.

Em um cenário de tarifas voláteis, pressão por metas ESG e necessidade de manter margens saudáveis, a gestão de energia virou uma agenda estratégica para empresas que querem cortar desperdícios sem comprometer a operação. Mais do que reduzir custos, ela envolve monitorar consumo, identificar desvios, definir metas e tomar decisões com base em dados para transformar energia em vantagem competitiva.

Neste conteúdo, você vai entender o que é gestão de energia, a diferença entre gestão de energia e eficiência energética, quais pilares sustentam um programa consistente e como aplicar essas práticas para reduzir custos e ganhar previsibilidade. Confira!

O que é gestão de energia?

A gestão de energia é um conjunto de práticas, processos e tecnologias aplicadas para monitorar, controlar e otimizar o consumo energético de uma empresa. Seu objetivo principal é garantir que a energia seja utilizada de forma inteligente e eficiente, reduzindo desperdícios e custos desnecessários, ao mesmo tempo, em que contribui para metas de sustentabilidade.

Muitas pessoas confundem gestão de energia com eficiência energética, mas existe uma diferença importante. Enquanto a eficiência energética foca em reduzir o consumo por meio de equipamentos e processos mais eficientes, a gestão de energia abrange uma visão mais ampla: envolve planejamento estratégico, análise de dados, tomada de decisões baseadas em indicadores e a implementação de políticas que transformam como a empresa consome energia.

Os principais objetivos da gestão de energia incluem o controle rigoroso do consumo, a redução de custos operacionais, o cumprimento de normas e regulamentações ambientais, além do fortalecimento da imagem corporativa com práticas sustentáveis que atendam às expectativas de stakeholders e consumidores.

Pilares da gestão de energia

Para que um programa de gestão energética seja efetivo, é fundamental estruturá-lo sobre pilares sólidos que garantam resultados sustentáveis.

  • Monitoramento e análise do consumo: sem dados confiáveis, qualquer estratégia perde força. Medição, telemetria e relatórios ajudam a identificar padrões, picos, desperdícios e oportunidades;
  • Planejamento de ações e metas: depois de entender o perfil de consumo, defina objetivos claros (ex.: reduzir perdas, ajustar demanda, melhorar fator de potência, diminuir custo por unidade produzida) e formalize cronogramas, responsáveis e indicadores;
  • Tecnologia e automação: soluções como sensores, automação predial/industrial e sistemas de gestão (EMS) permitem monitorar e também atuar no consumo de forma inteligente;
  • Engajamento e cultura: quando áreas técnicas, compras, financeiro e operação trabalham com o mesmo objetivo, a empresa consolida hábitos e rotinas que sustentam os ganhos ao longo do tempo.

4 benefícios da gestão de energia eficiente para empresas

Implementar uma gestão de energia eficiente traz vantagens competitivas significativas que impactam diretamente os resultados financeiros e a reputação da empresa.

1. Redução de custos operacionais

Ao atacar desperdícios, corrigir desvios e padronizar rotinas de controle, a empresa reduz gastos recorrentes e melhora margem sem depender de aumento de receita.

2. Mais previsibilidade e melhor orçamento

Com histórico, indicadores e leitura de sazonalidades, fica mais fácil projetar despesas, simular cenários e evitar surpresas na conta de energia empresarial (especialmente em períodos de maior pressão tarifária).

3. Aderência a metas ESG e reputação

Consumo mais eficiente e decisões orientadas à energia limpa fortalecem compromissos ambientais e dão mais consistência a relatórios e metas internas. Se o tema estiver no radar, este conteúdo sobre relatório de sustentabilidade ajuda a organizar a visão do que costuma ser cobrado por mercado e stakeholders.

4. Competitividade e eficiência operacional

Processos mais estáveis, com menos variação e perdas, ajudam a reduzir retrabalho e a tornar a operação mais previsível. 

Gestão de energia no Mercado Livre: potencialize seus resultados

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de contratação em que empresas elegíveis podem negociar condições com fornecedores, escolhendo fonte, preço e estrutura contratual. 

Consumidores com demanda contratada a partir de 500 kW se enquadram como consumidores livres. Nesse contexto, a gestão de energia ganha ainda mais peso porque ajuda a alinhar consumo real e volumes contratados, reduzindo riscos de exposição e custos por desvios. Com monitoramento contínuo e análise de perfil, a empresa consegue revisar estratégias de contratação, antecipar sazonalidades e planejar crescimento sem “estourar” o modelo atual.

Também é aqui que a integração entre gestão de energia e eficiência energética fica mais evidente: o que é economizado na operação reduz a necessidade de compra e pode melhorar a performance do contrato.

Geração Distribuída como estratégia de gestão energética

A Geração Distribuída é um modelo em que a energia elétrica é produzida próxima do local de consumo, geralmente por fontes renováveis como a solar. Para muitas empresas, é uma alavanca direta de economia e previsibilidade, além de fortalecer compromissos ambientais.

Além disso, é uma opção vantajosa para empresas que não têm espaço físico, estrutura ou interesse em instalar sistema próprio. Nesse modelo, a energia gerada em uma usina é compensada por meio de créditos que aparecem na fatura e podem abater consumo em ciclos futuros.

Quer implementar a gestão de energia em sua empresa? Conte com a Serena!

A Serena desenvolve soluções para empresas que buscam evoluir sua gestão de energia com foco em redução de custos, previsibilidade e transição para energia renovável. Isso inclui caminhos como Mercado Livre de Energia e Geração Distribuída, conectando estratégia de contratação e consumo a uma agenda de sustentabilidade que faça sentido para o seu negócio.

Se a próxima etapa é sair do diagnóstico e avançar para uma alternativa concreta, o melhor caminho é confirmar se sua empresa atende aos critérios de migração e quais dados precisam ser avaliados antes de tomar a decisão. Comece pelo nosso checklist de elegibilidade: requisitos do Mercado Livre de Energia. 

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