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Tarifa de energia: o que é levado em consideração?

Tarifa de energia: o que é levado em consideração?

Tarifa de energia: o que é levado em consideração?

Sem ela, a gente não vê, não trabalha, não compra, não consome, nem comunica, viaja, investe… Que a energia elétrica é fundamental não é novidade. Ela está presente nas empresas, nas indústrias, nas casas e no computador usado para gerar este texto que você lê agora. Mas como a gente calcula os custos de ter energia em casa ou no escritório? Você sabia que a conta de energia não depende só do consumidor?

Por mais que pessoas físicas e jurídicas adotem alternativas para segurar os custos, ainda é difícil prever com exatidão o valor da conta mensal. No Brasil, por exemplo, 47% do valor que pagamos na conta de luz são referentes a encargos e impostos. A boa notícia é que existem iniciativas para propor novos caminhos relacionados ao consumo de energia elétrica e, sim, eles podem deixar a conta mais barata!

Neste post, vamos falar um pouco mais sobre o que é a tarifa de energia e como ela é calculada. Ao final, você vai conferir algumas opções de fonte de energias renováveis, e o cenário brasileiro. 

O que é a tarifa de energia elétrica?

A tarifa de energia é, na verdade, apenas uma parte da conta de luz. Conta esta que possui então os dois seguintes grandes aspectos: o tarifário e o de consumo. O valor é regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e busca cobrir os custos para atendimento das necessidades de utilização da energia dos consumidores, que engloba todo o processo de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

Além disso, há uma parcela de impostos, utilizados para o orçamento público estadual e federal, e encargos setoriais, utilizados para financiamento de políticas públicas, como apoio a consumidores de baixa renda e sem acesso ao sistema elétrico nacional.Isso significa que você até pode investir em estratégias para aumentar a eficiência energética e diminuir o valor de consumo de energia na conta, mas, ainda assim, uma fatia do custo – a tarifa – é determinada pelos órgãos responsáveis e não há controle sobre ela!

O que compõe essa tarifa?

A tarifa de energia dos consumidores cativos brasileiros, ou seja, pessoas e empresas que não podem escolher de quem contratar energia, é composta por:

  • Custos com a aquisição de energia elétrica;
  • Custos relativos ao uso do sistema de distribuição;
  • Custos relativos ao uso do sistema de transmissão;
  • Perdas técnicas e não técnicas;
  • Encargos diversos e impostos.
  • Os custos com a aquisição de energia são os relativos à contratação de grandes quantidades de energia por meio dos leilões regulados. A companhia distribuidora adquire um montante de energia que considera adequado para o atendimento do seu mercado cativo. Os custos com energia são destinados à chamada Tarifa de Energia (TE) e repassados em sua totalidade aos consumidores, mas sem calcular as margens de lucro.
  • Os custos referentes ao uso do sistema de distribuição estão embutidos na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), como, por exemplo, os gastos de capital e os custos de operação e manutenção das redes de distribuição.
  • Vários outros encargos setoriais também são colocados na TUSD, bem como os custos relativos ao uso do sistema de transmissão, que são arrecadados pela Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST).
  • Os custos correspondentes às perdas elétricas são separados em dois tipos: os de perdas técnicas e aqueles de perdas não técnicas. As perdas técnicas estão presentes em qualquer circuito de eletricidade. Dessa forma, todos os consumidores acabam pagando pelas eventuais perdas técnicas de energia originadas pelo seu consumo. Agora, as perdas não técnicas são aquelas vindas de furtos e de problemas de medição. Particularmente no Brasil, de acordo com a área de concessão, as perdas não técnicas representam boa parte do custo com eletricidade. Isso porque os consumidores regularizados pagam pelo consumo irregular daqueles consumidores que agem ilegalmente no processo de conexão com a distribuidora.
  • Assim, a ANEEL usa métodos de regulação para definir qual é o maior nível de perdas não técnicas que é permitido às distribuidoras repassarem às tarifas. Nesse caso, aquelas áreas com contextos sociais mais complexos poderão repassar uma parte maior das perdas não técnicas no valor das tarifas.  
  • Já os encargos setoriais são as contribuições instituídas por Lei que estão presentes na tarifa de energia elétrica e que não são relativas à impostos ou tributos. Essas contribuições são definidas pela ANEEL e têm por objetivo financiar as necessidades do setor elétrico. E por fim, os impostos incluem taxas de âmbito federal, estadual e municipal. (Fonte: ABRADEE – Associalção Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica).

Como a conta de energia elétrica é calculada?

De forma simples, podemos explicar o cálculo da conta de energia da seguinte forma: o consumo de energia é medido em quilowatt-hora (kWh), que representa a soma das potências de todos os equipamentos, divididos pela quantidade de horas que eles ficaram ligados por dia.

O consumo mensal é multiplicado pela tarifa vigente. Depois, é acrescentado o imposto. 

Quais são os outros tipos de energia mais vantajosos?

Apagar as luzes, promover campanhas de conscientização e otimizar o uso de alguns equipamentos são ações que até podem reduzir o consumo de energia, mas isso não é o bastante para provocar uma redução expressiva na conta paga pela empresa. Existem alguns caminhos como melhora da eficiência energética e a redução de consume, mas estes são ainda limitados, principalmente se queremos desenvolver nossa produção energética ou sempre ter acesso à energia quando precisamos em casa.

Investir em fontes renováveis de matrizes diversificadas e contratar o serviço direto de quem produz são grandes aliados das empresas na hora de rever soluções para otimizar custos e, ao mesmo tempo, contribuir com o meio ambiente.

Confira as principais fontes de energia renovável presentes no Brasil:

Energia eólica

A energia eólica é um dos tipos de energia renovável que tem crescido rapidamente ao redor do mundo.

Neste tipo de geração, o vento é usado como força motriz para produzir eletricidade a partir da energia cinética criada pelo ar em movimento. A energia cinética, por sua vez, é convertida em energia elétrica por meio de turbinas eólicas ou sistemas de conversão de energia eólica.

De acordo com a ANEEL, o Brasil chegou à marca de 789 parques eólicos em operação em 2021. Com isso, a energia eólica se posiciona como a segunda maior fonte do país com mais de 10% de sua capacidade de geração, ficando atrás apenas das hidrelétricas.  

A energia eólica já é suficiente para abastecer mais de 30 milhões de residências brasileiras.

Energia solar

Limpa e renovável, a energia solar é gerada pelas placas fotovoltaicas expostas ao sol para transformar a radiação captada em corrente elétrica. Quanto maior for a radiação solar, maior será a quantidade de energia produzida.

A energia fotovoltaica instalada em grandes fazendas solares possibilita altos níveis de eficiência e maiores reduções na conta de energia para os consumidores. Os painéis captam a luz do sol e geram a energia, posteriormente levada ao inversor solar. A partir dele, ocorre a conversão para a energia elétrica que abastece empresas, indústrias e zonas rurais.

PCHS

Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são usinas hidrelétricas de pequeno porte (entre 5 e 30 MW de capacidade de geração) e baixo impacto ambiental. 

Por terem reservatórios menores, as PCHs podem ter menos custos de construção, ficar mais próximas aos centros consumidores e reduzir consideravelmente seu impacto no meio ambiente em relação a grandes hidrelétricas.

Energia limpa

A energia limpa nada mais é do que a união de todos os tipos de energia que listamos até agora. Sua principal característica é justamente ser produzida de forma sustentável, sem poluir o meio ambiente ou lançar gases do efeito estufa na atmosfera.

Para as empresas, investir em fontes de energia limpa traz diversos benefícios. O Mercado Livre de Energia permite a contratação de energia limpa e renovável, com as vantagens de:

  • possibilidade de escolher os fornecedores e negociar diretamente com eles;
  • estimar custos com maior exatidão, tornando gastos com energia mais previsíveis;
  • abrir vantagem competitiva no mercado, uma vez que o dinheiro economizado com a tarifa de energia pode ser redirecionado para outros investimentos;
  • contratos feitos sob medida para cada negócio com duração de curto, médio ou longo prazo.

Hoje, para que empresas consigam contratar o Mercado Livre de Energia, elas precisam consumir, em média, a partir de R$ 50 mil em energia elétrica por mês. 

Ao encontrar a melhor alternativa para a realidade da sua empresa, será mais fácil propor melhorias ao orçamento — além de cumprir com a sua parcela de responsabilidade ambiental, já que as fontes renováveis agridem menos a natureza. A Serena energia viabiliza o uso de energia limpa para que as empresas consigam baixar seus custos. Descubra quanto você pode economizar na conta de luz.

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